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Esculturas e monumentos de São Paulo são recuperados e revitalizados

O projeto realizado pela Sequóia Produções recuperou nove obras em 2018, na Praça da Sé, e continua seu trabalho neste ano pela capital

Sem título, por Mario Cravo Junior.

Sem título, por Mario Cravo Junior. (Divulgação/CASACOR)

Um dos assuntos mais comentados sobre a cidade de São Paulo nos últimos dias foi a reinstalação do marco zero da capital, localizado na Praça da Sé. A obra sofreu um incidente na semana passada, mas já foi reposta. Anteriormente, ela havia sido recuperada no final de 2018, em uma das fases do projeto idealizado pela Sequóia Produções.

Marco Zero.

Marco Zero. (Divulgação/CASACOR)

Esta empreitada vem com força total em 2019, trazendo a recuperação e revitalização de mais esculturas e monumentos paulistas, e movimenta a semana do aniversário de 465 anos da capital. O projeto que restaurou mais de nove obras na Praça da Sé em 2018, tem como segunda fase a recuperação de três esculturas no Parque Trianon, na Avenida Paulista: Fauno (1944), de Victor Brecheret; Anhanguera (1935), de Luís Brizzolara e Busto de Joaquim Eugenio de Lima (1952), de Roque de Mingo.

“Buscamos obras instaladas em regiões extremamente emblemáticas da cidade. São pontos turísticos, com um fluxo grande de pessoas e com trabalhos de grandes nomes da arte moderna e contemporânea brasileira”, pontua Eduardo Lara Campos, diretor da Sequóia Produções.

Nuvem sobre a cidade, por Nicolas Vlavianos.

Nuvem sobre a cidade, por Nicolas Vlavianos. (Divulgação/CASACOR)

A terceira fase do projeto se estende entre fevereiro e maio deste ano. Serão limpas, restauradas e protegidas outras 30 obras do Jardim das Esculturas, área do Parque do Ibirapuera projetada por Roberto Burle Marx para abrigar trabalhos que integram a coleção do Museu da Arte Moderna (MAM). Importantes nomes da cena contemporânea brasileira têm trabalhos de sua autoria ali instalados. Entre eles, Franz Weissmann, com Cantoneiras (1975); Emanoel Araújo, com Aranha (1981); Nuno Ramos, com Craca (1995), Amélia de Toledo, com Sete Ondas (1995) e Denise Milan e Ary Perez, com Sectiones mundi (1988).

 (Divulgação/CASACOR)

O projeto de recuperação terá ainda o registro fotográfico e audiovisual de todas as obras. O material será compilado em um catálogo impresso e digital que terá como intuito preservar e divulgar esse patrimônio cultural da cidade. A iniciativa conta com patrocínio da Bombril e apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Fonte: Giovana Baria / a4&holofote

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