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Paralela 2018: as cerâmicas que despertam os sentidos

As peças foram destaque na feira, que ocorreu até hoje (21 de fevereiro), no Pavilhão da Bienal - Parque Ibirapuera

Por Ana Carolina Harada
Atualizado em 18 fev 2020, 07h55 - Publicado em 21 fev 2018, 19h32
(Ana Harada/CASACOR)

A cerâmica é uma técnica milenar. A palavra vem do grego e significa “argila queimada”. Essa matéria prima, em mãos habilidosas, ganha as mais belas formas e cores. Na 33ª Feira Paralela, as cerâmicas foram um grande destaque.

(Ana Harada/CASACOR)

As peças da artista Luciana Brant são inspiradas nas tradições primitivas. Apesar das linhas simples, texturas rústicas e padrões pintados, as esculturas ganham vida nos olhos de quem se aproxima, evocando uma arte ancestral.

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(Ana Harada/CASACOR)

A experiente ceramista, Heloísa Galvão, também apresentou seus trabalhos na Feira. Heloísa é conhecida por suas peças de porcelana que parecem líquidas e, para a Paralela, trouxe também seus trabalhos coloridos, que remetem à organicidade do material. Os vasos têm formatos irregulares e parecem fluidos, ao invés de sólidos.

(Reprodução/CASACOR)

Outro destaque foi o trabalho de Nicole e Luiza Toldi. Mãe e filha assinam peças em porcelana (técnica muito similar à cerâmica, porém com queima diferente). Cada tiragem criada pela dupla é exclusiva, já que os moldes são alterados continuamente.

 

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