Veterano da CASACOR Rio, Chicô Gouvêa divide suas impressões sobre o morar

Celebrando 30 anos da mostra carioca, o projeto "Interiores" irá conduzir uma série de conversas com profissionais que fizeram parte dessa trajetória

Por A Cor da Casa 4 jun 2020, 15h41
Divulgação/CASACOR

Em 30 anos de trajetória, a CASACOR Rio de Janeiro se tornou uma referência no universo do morar, tendo presenteado os apaixonados por decoração e arquitetura com ambientes que são verdadeiras experiências. Desde sua inauguração, muitos profissionais passaram pela mostra, oferecendo o melhor da sua expertise e vivência.

Pensando nisso, o portal A Cor da Casa lançou o projeto “Interiores”, que irá receber grandes nomes da arquitetura que fizeram história dentro da CASACOR Rio de Janeiro. O primeiro convidado é Chicô Gouvêa, arquiteto com vasta experiência em interiores, que carrega no currículo móveis e imagens que fazem uma releitura do Brasil. Grande veterano da mostra carioca, Gouvêa apenas não participou de seis edições, de um total de 29.

Divulgação/CASACOR

Ao revisitar seu trabalho, Chicô afirmou dividi-lo em diferentes etapas, que partem de conhecer o cliente, para então iniciar a produção e sentir-se satisfeito com a finalização. Para ele, o momento mais prazeroso é o inicial, de entender o pedido e as ideias para o projeto, o que ele chama de ‘decifrar o cliente’.

Entre suas inspirações, estão as experiências que vivencia no dia a dia. “Adoro trabalhar e vivo lendo, vendo, procurando, viajando e tentando ficar atualizado”, afirma, embora diga não “acreditar em tendências”, como a cor ou material do momento. Ao ser perguntado sobre quem o inspira, Chicô menciona dois “ícones de olhar”: Frank Lloyd Wright e o David Hicks — a quem acompanha desde os 26 anos.

Divulgação/CASACOR

Além de suas inspirações, Chicô também dividiu sua percepção sobre as mudanças que as casas sofrerão quando superada a pandemia. “O morar hoje é o que será durante os próximos tempos. A casa tem que ser seu ‘tudo’: escritório, diversão, pesquisa e deve ter à nossa volta tudo o que nos faz bem e nos faz sentir vivos”. Para ele, a casa também tem que ser um refúgio “sem ansiedade”, em que reencontramos nossa paz de espírito.

Divulgação/CASACOR
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