Nendo reinterpreta a Chaise Medallion da Dior para o Salone del Mobile

O Chaise Medallion 3.0 da Nendo brinca com formas, superfícies e minimalismo em um nível incomparável

Por Redação Atualizado em 6 set 2021, 17h12 - Publicado em 7 set 2021, 11h00
cadeira; nendo; design week milão; dior
Divulgação/CASACOR

Dezoito designers e artistas foram convidados a reinterpretar a cadeira ‘Medallion’ da Dior para a presença mais significativa da marca francesa no Salone del Mobile de Milão até o momento. 

Entre eles está o estúdio japonês Nendo, cuja reinterpretação conseguiu chamar a atenção exatamente pelo motivo oposto – o fato de ser tão minimalista que você provavelmente nunca perceberia!

cadeira; nendo; design week milão; dior
Divulgação/CASACOR

Nendo tomou a decisão de reinterpretar esta cadeira clássica usando tecnologia de ponta; assim, o Chaise Medallion 3.0 brinca com formas, superfícies e minimalismo em um nível incomparável.

cadeira; nendo; design week milão; dior
Divulgação/CASACOR

A cadeira é feita de duas folhas de vidro temperado, com as costas e as pernas formadas a partir de uma curva mantida no lugar com um assento em forma de prateleira e a parte traseira oval característica representada como um vazio, em uma interpretação muito agradável.

A coleção Dior Maison, sob a direção criativa de Cordelia de Castellane, se concentra em itens de mesa e decoração, porém em novembro de 2020 lançou suas primeiras mesa e cadeiras de carteado, intitulada ‘Bonne Aventure’.

cadeira; nendo; design week milão; dior
Divulgação/CASACOR

Quando a maison Dior abriu sua primeira boutique na 30 Avenue Montaigne em Paris, em 1946, ela era caracterizada por interiores simples e modernos, mas com características clássicas.

O fundador, Christian Dior, acreditava que a estética francesa essencial residia no Palácio de Versalhes, e adorava especialmente a cadeira medalhão de espaldar oval que dizia ter sido usada por Luís XVI.

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Divulgação/CASACOR

A cadeira foi imortalizada nas campanhas do perfume Diorama 1955 e Miss Dior de 1958 do ilustrador René Grau. Posteriormente, tornou-se quase tão icônica para a marca quanto a jaqueta ‘Bar’ ou o padrão Cannage.

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