Minimalismo e tons pastel: conheça o design Kawaii, do Japão!

O termo, que começou a ser usado no século XIX, reflete a cultura moderna do país e encontra-se cada vez mais presente nos projetos de interiores

Por Marina Pires Atualizado em 6 jan 2022, 14h48 - Publicado em 11 jan 2022, 16h00
kawaii; design de interiores; decoração japonesa;
Projeto assinado pelos arquitetos ucranianos Lera Brumina e Artem Trigubchak Divulgação/CASACOR

A maneira mais simples de traduzir a palavra japonesa Kawaii é através do adjetivo “fofo” ou “adorável”. O termo, que começou a ser usado no Japão no fim do século XIX, é um conceito que reflete a cultura moderna do país ao estar presente não só na moda, publicidade, gastronomia, mas também no design de interiores, por se enquadrar nas tendências e apresentar uma estética delicada e divertida.

Kawaii é o design de interiores colorido e delicado

 

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Apartamento assinado pelo arquiteto Dmitry Reutov. Divulgação/CASACOR

Kawaii aposta em um minimalismo com linhas suaves e tons pastel, feito de móveis que se afastam de formas quadradas, rígidas e severas e se suavizam em linhas curvas e limpas.

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Divulgação/CASACOR

Uma mistura de geometrias lúdicas e esculturais, mas sempre suaves. Padrões sinuosos e suavizados em atmosferas tridimensionais que são mínimas, porém não frias e distantes. 

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Kawaii é também um refúgio da realidade e um aliado na criação de espaços acolhedores para o convívio, como na sala de jantar acima, projetada pelo 2LG Studio.

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Divulgação/CASACOR

Sem excessos, a paleta desta estética é, sem dúvida, a dos tons suaves, que refletem a essência inofensiva e adorável do estilo.

As cores deste apartamento em Tóquio projetado pelo designer Adam Nathaniel Furman refletem a “doçura” da estética kawaii.

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Gorta Yuuki/CASACOR

Rosa pálido, verde menta, azul bebê, lilás e amarelo limão: cores doces para espaços que parecem os cenário dos filmes de Wes Anderson.

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Divulgação/CASACOR

No Budapest Cafe (acima) é impossível não lembrar do cineasta! O estúdio australiano Biasol apostou em geometrias e materiais equilibrados para um jogo de contrastes. O espaço é mínimo, mas acolhedor graças aos assentos acolchoados e ao verde quase imperceptível que recobre as paredes.

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