Esculturas feitas por abelhas levam conscientização à Bienal de Veneza

A exposição da "arquitetura de colmeia" de Tomáš Libertíny contou com mais de 60.000 abelhas para sua criação

Por Giovanna Jarandilha Atualizado em 21 Maio 2021, 15h51 - Publicado em 24 Maio 2021, 16h00
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Tomáš Libertíny/CASACOR

Entre as criações futurísticas (ou nem tanto, como é o dessa primeira vila para humanos na Lua) e os projetos sustentáveis que prevêm um futuro mais verde para todos, uma criação específica se destaca nesta Bienal de Veneza: a arquitetura de colmeia de Tomáš Libertíny.

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Tomáš Libertíny/CASACOR

O conceito é simples: o artista visual “colaborou” com mais de 60.000 abelhas para criar a exposição de obras escultóricas feitas naturalmente por elas, que construíram seus favos de mel de cera em torno de um esqueleto pré-fabricado impresso em 3D.

As obras de arte em exibição incluem “Eternidade“, uma versão em cera do busto Nefertiti, bem como “O Portão” e a “Cúpula da Mudança Constante“. A exposição coincide com o Dia Mundial das Abelhas, evento que acontece todo 20 de maio para conscientizar sobre a importância da colaboração de todos para apoiar, restaurar e melhorar o papel dos polinizadores.

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Tomáš Libertíny/CASACOR

Durante a Bienalle, os visitantes têm a oportunidade de experimentar as obras escultóricas pessoalmente, bem como assistir a vídeos que mostram o processo por trás de sua construção. Ainda, o evento virtual “Abelha engajada – reconstruir melhor para as abelhas” apela à cooperação e solidariedade globais para enfrentar as ameaças à segurança alimentar e aos meios de subsistência agrícolas, ao mesmo tempo em que dá prioridade à regeneração ambiental e à proteção dos polinizadores.

 

 

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