Bienal da Amazônia está em pré-lançamento na 17ª Bienal de Veneza

A Bienal da Amazônia terá início em 2022 sob o tema "Sobrevivência", que chama atenção para o uso dos recursos naturais do planeta

Por Redação Atualizado em 5 ago 2021, 15h43 - Publicado em 5 ago 2021, 16h00
‘Amazon Tears’, de Alexandre Mavignier, é uma das principais atrações da Bienal de Veneza.
‘Amazon Tears’, de Alexandre Mavignier, é uma das principais atrações da Bienal de Veneza. Federico Vespignani/CASACOR

A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021, através de seu tema transversal “Time, Space, Existence” (Tempo, Espaço, Existência), procura chamar atenção para a urgência de revermos a gestão dos recursos naturais do planeta. É sobre isso que também elucida o pré-lançamento da Bienal da Amazônia, que acontece em Veneza e terá sua primeira edição integral apresentada em 2022 em Belém do Pará, Brasília e Nova York a partir do tema “Sobrevivência”.

Por seu trabalho dedicado a uma nova inteligência sustentável, a arquiteta e urbanista Patricia O’Reilly foi convidada para ser a curadora oficial de arquitetura da Bienal da Amazônia. Em Veneza, o artista e escultor Alexandre Mavignier vem colecionando admiradores pela obra do pré-lançamento, a Amazon Tears (Lágrimas da Amazônia).

Segundo ele, a obra é “uma representação orgânica abstrata, construída com 994 pedaços de carvões trazidos de incêndios florestais amazônicos, que denunciam a violência do homem contra ele mesmo e a natureza”. Com dois metros de diâmetro, a obra é uma das principais atrações no mapa da Bienal de Veneza.

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Divulgação/CASACOR

É também de autoria do Atelier O’R o premiado projeto arquitetônico da nova sede do Instituto Favela da Paz, com requalificação urbana do entorno, que promove e estimula a sensação de pertencimento na comunidade local, despertando a consciência de que o espaço público é de todos, e integra obras de Mavignier nas fachadas.

 

 

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