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CASACOR

Histórias para contar

Acompanhe a evolução e a expansão da CASACOR desde 1987

2025

Pela primeira vez, a CASACOR São Paulo desembarcou no Parque da Água Branca. O novo destino materializou o desejo de voltar a uma área arborizada e ao ar livre, já que o parque, que nasceu com uma inclinação ao rural como resposta à urbanização, preservou a vegetação remanescente da Mata Atlântica e se inseriu no tecido urbano para melhorar as condições ambientais e a qualidade de vida das pessoas.


Com 73 projetos – entre instalações artísticas, jardins, casas, lofts, cafés e restaurantes –, a CASACOR São Paulo promoveu um encontro entre arquitetura, arte e natureza, reafirmando seu papel de referência ao instigar novas reflexões sobre os modos de habitar e o futuro das cidades.


Entre as experiências, o Ninho, de Marko Brajovic, destacou-se como um convite à reconexão com os ciclos naturais, propondo um espaço de abrigo, contemplação e pertencimento, inspirado nas estruturas orgânicas criadas por outras espécies.


No Jardim Simbiose, por Kawai Paisagismo, uma obra da artista Bruna Mayer reuniu micro-organismos vivos coletados do solo, plantas, água e ar do Parque, tornando visível um ecossistema invisível e ampliando a percepção sobre as relações de interdependência entre arte e ciência.


"Semear Sonhos", tema que orientou as mostras em 2025, convidou a refletir sobre a capacidade de sonhar coletivamente e criar um futuro harmônico e colaborativo. O tema reforçou o conceito de cidade multiespécie e definiu os parques como os locais onde as cidades do futuro nascerão.


Um destaque do ano foi o movimento consistente da CASACOR para ocupar e ressignificar edifícios históricos e áreas de alto valor simbólico. Em Florianópolis, a mostra instalou-se no antigo parque gráfico da NSC, convertendo um legado industrial em laboratório criativo aberto à cidade. No Rio Grande do Sul, a ocupação do antigo terminal do Aeroporto Internacional Salgado Filho reinterpretou as marcas deixadas pela enchente de 2024 em memória física e poética, incorporada aos ambientes.


Em Salvador, a CASACOR voltou a resgatar a história ao ocupar o antigo Convento e Colégio Nossa Senhora das Mercês, edificação de quase três séculos no centro da cidade. Em Minas Gerais, a edição de 2025 celebrou os 30 anos da mostra em um imóvel histórico de Belo Horizonte. Já em Brasília, a escolha da Casa do Candango reafirmou a vocação da CASACOR para ativar espaços emblemáticos.


A CASACOR voltou a acontecer no Mato Grosso do Sul após quatro anos e em Itapema e ampliou sua presença nacional.

Lançamento do Instituto CASACOR, iniciativa dedicada a potencializar ações de impacto social, ambiental e cultural.

Inauguração da exposição CASACOR e o Parque, que aprofunda a relação entre a mostra e os espaços públicos verdes.

Anúncio da ida da CASACOR para a Costa Rica em 2026, que consolida o processo de internacionalização da marca.

No projeto Ninho, Marko Brajovic elaborou um protótipo de equipamento urbano com função de lounge, inspirado nas incríveis construções feitas por sabiás, bem-te-vis, pardais, maritacas, beija-flores e sanhaços.
Esculturas da série Agglomerations, da artista curitibana Bruna Mayer, foram o destaque no projeto Jardim Simbiose, assinado por Kawai Paisagismo, que tomou forma e cor a partir do cultivo laboratorial do substrato local em contato com a pele da autora.
Entre os destaques, está a ida da CASACOR a espaços históricos e de alto valor simbólico em suas regiões. Na foto, a Casa Dimas, assinada pela Octaedro Arquitetura, propôs um elo vivo entre a cidade de Florianópolis, a natureza e as possibilidades de um futuro consciente.

2024

“De Presente, o Agora”. O tema da mostra, realizada pela terceira e última vez no Conjunto Nacional, procurou decifrar como o mundo vive o presente e enxerga o futuro.


O circuito teve 70 ambientes – incluindo o primeiro da CASACOR erguido em uma comunidade: a Casa do Wallece, feita pela arquiteta Ester Carro para um motoboy, inseriu a comunidade Jardim Colombo nas visitas guiadas.


A mostra se firmou para além do universo do morar, tornando-se uma plataforma gastronômica e cultural, com quatro espaços dedicados a exposições e instalações artísticas, a exemplo da exposição Ecos Armoriais (exibida no Shopping Lar Center após o encerramento da CASACOR) da instalação de Henrique Oliveira e da Ocupação Terreiro, de Ale Salles.


Entre os nomes consagrados do mercado, participaram Brunete Fraccaroli, David Bastos, Fernanda Marques, José Roberto Moreira do Valle, Leo Shehtman e Rosa May Sampaio. Gabriel Fernandes emocionou o público com sua releitura da casa caipira.


Neste ano, a CASACOR inaugurou sua franquia no Piauí, em um casarão de mais de 30 anos, em Teresina. Uma agrofloresta – modelo agrícola que visa a produção de alimentos e a preservação das florestas – foi executada na área expositiva da Deca, assinada pelos arquitetos João Almeida e Gustavo Almeida. Já a varanda de Rafael Rodrigues para a CASACOR Piauí valorizou o design e a arte produzidos no estado.


4 instalações artísticas

1ª vez com um ambiente em uma comunidade

1 nova franquia nacional: Piauí

A Ocupação Terreiro, de Ale Salles, homenageou a intelectualidade negra contemporânea.
A mostra paulistana teve a exposição Ecos Armoriais, com curadoria de Pedro Ariel Santana e Rodrigo Ambrosio.
A instalação Memento Habilis, de Henrique Oliveira, integrou a CASACOR São Paulo.

2023

'Com 74 ambientes regidos pelo tema “Corpo & Morada”, a 36ª edição aconteceu novamente no Conjunto Nacional, dessa vez com novas abordagens para tratar de inclusão, diversidade e sustentabilidade.


O trio do ARQTAB (Maycon Fogliene, Thamires Mendes e Audrey Carolini) projetou um loft com desenho universal , capaz de atender a diversos tipos de corpos. Alessandra Cardim e Ricardo Cardim montaram uma versão de sua floresta de bolso , que valoriza espécies da Mata Atlântica.


Pela primeira vez, a mostra incluiu o morar periférico por meio de um ambiente assinado pela arquiteta Ester Carro, com referências à sua história de vida na comunidade do Jardim Colombo, pertencente ao Complexo Paraisópolis. Outra novidade foram os espaços mais dedicados à arte, como o de Guilherme Torres em parceria com Regina Silveira e a galeria assinada por Gabriel de Lucca , com todas as obras de arte à venda.


Entre os destaques de 2023, a CASACOR Florianópolis surpreendeu com uma sede de quase 10 mil metros quadrados no renomado Hotel Maria do Mar, no bairro João Paulo, conhecido por ter uma das mais belas vistas do pôr do sol da ilha catarinense. Depois da mostra, a área abrigou em um condomínio residencial.


No Recife, a CASACOR Pernambuco aconteceu pela segunda e última vez no Edifício Chanteclair – em seu ambiente, Ana Cristina Cunha homenageou o mestre Carlos Augusto Lira . A CASACOR Rio de Janeiro também se despediu do Palacete Brando Barbosa, onde Paula Neder criou um colorido piano-bar no limiar com o jardim da residência.


125 mil visitantes

1 ambiente abordou o morar periférico pela primeira vez

Na Galeria Origami CASACOR, de Gabriel de Lucca, todas as obras de arte estavam à venda.
Ester Carro montou uma proposta para moradia digna em comunidades.
No Recife, a CASACOR Pernambuco aconteceu pela segunda e última vez no Palácio Chanteclair – em seu ambiente, Ana Cristina Cunha homenageia o mestre Carlos Augusto Lira.

2022

A CASACOR São Paulo celebrou 35 anos no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, uma das mais importantes obras do arquiteto David Libeskind.


Com o tema "Infinito Particular", o evento contou com 59 ambientes projetados por 57 profissionais, distribuídos em quase 10 mil metros quadrados do mezanino e do terraço aberto do edifício.


O masterplan foi conduzido pelo escritório FGMF, e a icônica rampa curva recebeu a exposição CASACOR 35 anos. Além disso, a mostra incorporou o formato digital e lançou o novo aplicativo CASACOR.


No Rio de Janeiro, a CASACOR repetiu o sucesso do ano anterior, ocupando novamente a Residência Brando Barbosa.


Na CASACOR Bolívia, as irmãs Alejandra e Daniela Saucedo criaram um oásis em um espaço de 90 metros quadrados, com sala de convívio e bar.


No Espírito Santo, Milena Ferrari e Rita Gumieiro projetaram uma suíte com um conceito natural, sustentável e biofílico, utilizando materiais que remetem à natureza.

Estreia do aplicativo CASACOR

59 ambientes distribuídos em 10 mil metros quadrados

O Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, seria o endereço da CASACOR São Paulo até 2024.
No térreo do Conjunto Nacional, uma instalação luminosa funcionava como entrada para a exposição sobre os 35 anos da CASACOR.
As rampas do prédio modernista receberam os painéis da exposição comemorativa dos 35 anos do evento.

2021

A CASACOR São Paulo voltou a ser itinerante. Após 14 anos no Jockey Club, a mostra ocupou o Parque Mirante, ao lado do estádio Allianz Parque, no bairro Água Branca.


Inspirados no tema “A Casa Original”, os 56 projetos basearam-se na ancestralidade, na simplicidade e no necessário equilíbrio entre o passado e o futuro.


Convidado pelos curadores da mostra, o artista Felipe Morozini apresentou uma instalação imersiva intitulada Uma Luz no Fim do Túnel, feita com materiais reaproveitáveis e grandes painéis de LED, que exibiam projeções artísticas na entrada da mostra.


A Casa LG ThinQ, de Guto Requena, foi montada com peças de madeira e móveis paramétricos, desenvolvidos com o auxílio de algoritmos.


A CASACOR Rio de Janeiro comemorou 30 anos no Palacete Brando Barbosa, dos anos 1960, no Jardim Botânico.


Em Minas Gerais, Cristina Menezes fragmentou seu espaço em módulos independentes.


Em Brasília, Alf Arquitetura projetou uma caixa envidraçada para abrigar o espaço gourmet.


Em Santa Catarina, Juliana Pippi, em parceria com a Coral, desenvolveu uma nova cor, chamada Camadas Brasileiras, de tom de barro, aplicada no teto de seu ambiente.


No Rio Grande do Sul, a QuadriArq Arquitetura absorveu influências escandinavas.


O projeto Janelas CASACOR prosseguiu em Sergipe e Tocantins.


10 cidades participantes

A CASACOR Rio de Janeiro ocupou o Palacete Brando Barbosa, no Jardim Botânico. Em Minas Gerais, Cristina Menezes fragmentou seu espaço em módulos independentes.
Em Brasília, a Alf Arquitetura projetou uma caixa envidraçada para abrigar o espaço gourmet.

2020

Com a chegada da pandemia de Covid-19, que paralisou atividades e eventos, a CASACOR encontrou um novo formato no projeto Janelas CASACOR, que distribuiu vitrines e contêineres, ambientados por arquitetos e designers de interiores, em espaços públicos de dez cidades brasileiras.


A ideia foi estimular a visitação segura e ao ar livre, além de proporcionar reflexões sobre os principais temas do momento. Brasília iniciou a série com a implantação desenhada pela Sainz Arquitetura no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Em seu ambiente, Angela Castilho e Alex Rodrigues se inspiram na beleza do imperfeito.


Em São Paulo, Suite Arquitetos e Bia Abreu deixaram plantas como legado para a Praça Cidade de Milão, na Vila Nova Conceição.


A mostra chegou também à favela, com a Galeria Fazendinhando, de Ester Carro, Veronica Vacaro e Plantar Ideias no Jardim Colombo. Na Bahia, o espaço de David Bastos mirou o Farol da Barra.


Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Ribeirão Preto, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina também receberam Janelas CASACOR. Miami preferiu realizar uma versão virtual.


10 cidades participantes

Contêiner de Angela Castilho e Alex Rodrigues na mostra brasiliense.
Proposta de Suíte Arquitetos, com paisagismo de Bia Abreu, na Praça Cidade de Milão, em São Paulo.
O Janelas CASACOR São Paulo chegou ao Jardim Colombo com a Galeria Fazendinhando, de Ester Carro, Veronica Vacaro e Plantar Ideias.

2019

A CASACOR São Paulo, cujo tema era “Planeta Casa”, compensou pela primeira vez 100% de suas emissões de gases de efeito estufa e se tornou um evento Lixo Zero, com certificação concedida em 2021. Esse marco reforçou o compromisso da mostra com a sustentabilidade e a inovação no setor de arquitetura e design.


Na Central de Valorização, ambiente projetado por Marcelo Bellotto, a compostagem do resíduo orgânico gerado pelos restaurantes e refeitórios da mostra foi um dos destaques. O adubo resultante desse processo era doado aos visitantes, promovendo a conscientização ambiental e incentivando práticas sustentáveis.


Entre os espaços mais emblemáticos, destacaram-se o terraço do BC Arquitetos, a casa de Gustavo Neves e o vibrante Coral Hotel de Pedro Lázaro. Além disso, o contêiner de Marilia Pellegrini e o loft de Leo Romano trouxeram conceitos inovadores que cativaram os visitantes da mostra.


Uma das atrações mais impressionantes foi a nave que aterrissou no Jockey Club, abrigando o Deca Lab, concebido por Ricardo Bello Dias. O espaço utilizou tecnologia de ponta e design futurista para criar uma experiência imersiva e interativa.


Em Minas Gerais, Gustavo Penna integrou arte e design ao icônico Salão Nobre do Palácio das Mangabeiras. O jardim, originalmente projetado por Burle Marx, foi restaurado por Nãna Guimarães, resgatando a história e a beleza do paisagismo brasileiro.


No Rio de Janeiro, Paula Neder e o Coletivo PN+ inovaram ao utilizar telhas de fibra vegetal para revestir as paredes, criando um efeito visual marcante. O teto do espaço foi valorizado com uma pintura da artista plástica Clode Imperial, conferindo identidade artística ao ambiente.


Já em Santa Catarina, a mostra ocupou o histórico casarão Hercílio Luz, do século 19.


75 ambientes

120 mil visitantes

CASACOR São Paulo se torna Lixo Zero

Hotel Coral, do mineiro Pedro Lázaro para a CASACOR São Paulo.
Casa Contêiner de Marilia Pellegrini na mostra paulistana.
Em São Paulo, Ricardo Bello Dias projetou o Deca Lab.

2018

Pela segunda vez, a CASACOR Minas Gerais se instalou no casarão da Rua Sapucaí, na Praça da Estação, e deu continuidade ao restauro do edifício histórico. Patricia Hermanny assinou o Living Biblioteca.


Em São Paulo, a arquitetura art déco do Jockey Club e a relação do homem com a natureza deram o tom da 32ª edição, cujo tema era “Casa Viva”.


Os 81 ambientes, distribuídos em 25 mil metros quadrados, exaltavam personalidade e dinamismo, com limites menos rígidos entre interior e exterior: áreas abertas, grandes caixilhos, painéis de vidro, portas pivotantes e outros recursos favoreciam a integração em espaços mutantes e de múltiplas funções.


A conexão com a natureza se pautou em espécies brasileiras e vegetações nativas.


Alguns estrelados do segmento retornaram à mostra, como Arthur Casas, ausente do evento por quase uma década. Para a mostra, ele utilizou um sistema construtivo industrializado, que prima pela eficiência energética.


Dado Castello Branco construiu uma casa inspirada nas townhouses de Londres e Amsterdã.


Naomi Abe uniu cobogós e ladrilhos hidráulicos na sala de jantar.


Maicon Antoniolli, por sua vez, desenhou um caleidoscópio com as cores da Coral.


Gabriela Lotufo e Larissa Oliveira, vencedoras de um concurso nacional de projetos de retrofit sustentáveis, aproveitaram para colocar sua ideia em prática na mostra.


No interior de São Paulo, Ribeirão Preto também passou a realizar a mostra.


115 mil visitantes

1 nova franquia nacional: Ribeirão Preto

Pavilhão projetado por Arthur Casas para a CASACOR São Paulo usou um sistema industrializado.
Projeto de Dado Castello Branco para a CASACOR São Paulo se inspirou nas townhouses de Londres e Amsterdã
Naomi Abe uniu cobogós e ladrilhos hidráulicos na sala de jantar da CASACOR São Paulo.

2017

Quatro novas franquias foram inauguradas nesse ano: duas internacionais, CASACOR Miami e CASACOR Paraguai, e duas em território nacional, CASACOR Balneário Camboriú e CASACOR Franca. A expansão consolidou a relevância do evento no cenário global, levando a essência da mostra para diferentes culturas e públicos.


Nos Estados Unidos, o evento reuniu profissionais brasileiros e talentos locais, criando uma fusão de estilos e referências. A designer Suchi Reddy, por exemplo, incorporou em seu ambiente influências do design de Oscar Niemeyer e dos irmãos Campana, destacando a elegância e a identidade do mobiliário brasileiro.


Em Santa Catarina, a CASACOR Balneário Camboriú aconteceu no edifício Marina Beach Tower, o primeiro do Sul do Brasil com marina e saída para o rio. O local proporcionou um cenário único para os projetos apresentados, unindo sofisticação e um contato mais próximo com a natureza.


Na capital paulista, a 31ª edição trouxe o tema “Foco no Essencial” e contou com 69 ambientes assinados por 103 profissionais. A escolha cuidadosa dos materiais foi um dos pontos altos da mostra, resultando em um marco recorde de sustentabilidade: 98% dos resíduos gerados foram reciclados ou reaproveitados, minimizando impactos ambientais.


Entre os destaques dessa edição, o Jardim Deca, assinado por Alex Hanazaki, se sobressaiu pela beleza e integração com a paisagem. No Rio de Janeiro, a mostra foi realizada no edifício Foster + Partners, de linhas arrojadas, onde Bel Lobo delimitou o restaurante com estruturas simples de madeira, criando um ambiente aconchegante e convidativo.


O loft do Studio Ro+Ca oferecia uma vista privilegiada da Baía de Guanabara, valorizando o diálogo entre arquitetura e paisagem. Já em Brasília, Angela Castilho e Alex Rodrigues trouxeram um conceito minimalista, propondo um espaço livre de excessos.


103 profissionais

100 mil visitantes

98% dos resíduos reciclados ou reaproveitados

2 novas franquias nacionais: Balneário Camboriú e Franca

2 novas franquias internacionais: Paraguai e Miami

Capa do anuário da CASACOR Miami.
Capa do anuário da CASACOR Paraguai.
Ambiente de Suchi Reddy na CASACOR Miami.

2016

A CASACOR estabeleceu neste ano as metas de sua Política de Sustentabilidade. Em São Paulo, teve início a gestão dos resíduos e aconteceu a substituição de 80% das lâmpadas por LED, resultando em uma tremenda economia de energia e o primeiro passo para a consolidação de um novo hábito entre os profissionais.


O clima no Jockey Club era de celebração, com a edição comemorativa dos 30 anos, realizada no antigo Ambulatório, assim como em 2006.


A Casa AQUA foi a primeira obra 100% sustentável da mostra, com projeto de Caio Dotto e Rodrigo Loeb e sistema construtivo da Inovatech.


Uma nova geração de profissionais despontou no evento, como Nildo José, Paloma Yamagata, Gustavo Neves e Maicon Antoniolli.


O alagoano Osvaldo Tenório chamou a atenção com um living de paredes descascadas.


O jardim de Alex Hanazaki seria reconhecido, no ano seguinte, com a menção honrosa no Prêmio Asla, da Associação Americana de Arquitetos Paisagistas.


No Rio de Janeiro, Duda Porto adotou um sistema desmontável em sua cabana.


No Rio Grande do Sul, Lídia Maciel emoldurou com cor as janelas do casarão de 1940.


Em Santa Catarina, Juliana Pippi usou formas geométricas para aludir ao art déco.


Em 2016, a CASACOR estreou franquia na Paraíba.


93 profissionais

104 mil visitantes

80% dos ambientes iluminados com LEDs

1 nova franquia nacional: Paraíba

Ambiente de Nildo José, estreante na mostra paulistana.
Gustavo Neves também estreou nesta edição da CASACOR São Paulo.
Osvaldo Tenório explorou as paredes descascadas em seu living na mostra paulistana.

2015

Despojado de morar. Roberto Migotto seguiu à risca o mote na Casa Brasil de Pau a Pique, na qual usa paredes de taipa, mobiliário e arte contemporânea nacionais. No jardim, Gilberto Elkis reproduziu a exuberância da mata tropical.


Beto Galvez e Nórea de Vitto evocaram a faceta designer de Oscar Niemeyer.


Olegário de Sá e Gilberto Cioni apostaram nos materiais rústicos.


Marina Linhares chamou de "A Casa da Gente" seu espaço com fogão a lenha e panelas de barro.


No Rio de Janeiro, André Piva e Vanessa Borges dialogaram com a arquitetura da histórica Villa Aymoré, onde aconteceu a mostra.


No Ceará, Anik e Racine Mourão criaram um lounge envidraçado para o restaurante.


Convidado pela CASACOR Peru, Marcelo Rosenbaum mergulhou na arte popular local no ambiente projetado em parceria com o designer peruano Ricardo Geldres.


A CASACOR expandiu para mais um país latino-americano, com mostra no Equador.


100 profissionais

97 mil visitantes

1 franquia internacional: Equador

Materiais rústicos no ambiente de Olegário de Sá e Gilberto Cioni, na CASACOR São Paulo.
Ambiente de Marina Linhares para a mostra paulistana.
Espaço de André Piva e Vanessa Borges para a CASACOR Rio de Janeiro.

2014

Nos edifícios do Jockey Club, os já aguardados lofts roubaram a cena. Ary Lira desenhou uma base preta e branca para acolher uma profusão de livros e obras de arte. O baiano David Bastos recorreu à ampliação de imagens de estátuas e afrescos para dar um ar de palácio moderno a seu espaço.


Do lado de fora, Gilberto Elkis compôs um jardim multicolorido e perfumado com vasos recheados de flores e ervas. Guilherme Torres inaugurou um novo conceito para os ambientes assinados pela Deca ao propor uma linguagem autoral e inovadora.


Outros destaques foram a acolhedora casa de campo, de Sig Bergamin, e o sofisticado living do empresário, assinado pela carioca Paola Ribeiro. A CASACOR Bahia aconteceu na Chácara Baluarte, em um casarão do século 19, no bairro de Santo Antônio Além do Carmo.


A primeira CASACOR Alagoas trouxe a sala de estar com autoria de Osvaldo Tenório.


1 nova franquia nacional: Alagoas

David Bastos inseriu imagens barrocas em seu ambiente para a CASACOR São Paulo.
Jardim de Gilberto Elkis na mostra paulistana.
Villa Deca, de Guilherme Torres, para a CASACOR São Paulo.

2013

Esta foi a primeira vez que a escolha dos participantes foi realizada por um comitê curador, que também teve a missão de resgatar todo o glamour e a sofisticação dos primeiros anos da mostra.


Em São Paulo, os visitantes também puderam admirar uma exposição inédita de mobiliário e antiguidades de parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), resultado de uma parceria da marca com a Fiesp.


Entre os ambientes que ficaram na memória estavam a casa praiana de Roberto Migotto, o loft de Antonio Ferreira Júnior e Mario Celso Bernardes e o jardim do paisagista Luiz Carlos Orsini, um tributo a Inhotim.


A CASACOR Rio de Janeiro se instalou em um condomínio na Península, primeiro bairro ecologicamente planejado da cidade, na Barra da Tijuca. Ivan Rezende assinou o ambiente de entrada e adotou painéis de madeira clara para definir as áreas de uso.


No Ceará, a edição ocupou uma casa da década de 1950, com o retrofit da fachada feito por Érico Monteiro.


Em Goiás, Leo Romano colocou a sala de estar no centro de um espelho d’água.


É a vez também da Bolívia receber sua primeira edição de CASACOR.


Instituição do comitê curador

1 nova franquia internacional: Bolívia

Proposta de Ivan Rezende para a CASACOR Rio de Janeiro.
Capa do anuário da CASACOR Bolívia.

2012

No bairro do Flamengo, o antigo Hotel Balneário Sete de Setembro, de 1922, recebeu a CASACOR Rio de Janeiro. As marcas do tempo no interior da construção davam o mote para o lounge de Gisele Taranto, que decidiu manter rachaduras à vista e propôs o convívio entre a modernidade e a decadência.


Beto Figueiredo e Luiz Eduardo Almeida, da Ouriço Arquitetura, também expuseram partes da estrutura original no Flash Back Bar.


Em São Paulo, Leo Shehtman propôs o Loft Bolha, distribuído em bolhas transparentes, infladas por ar comprimido e espalhadas pelo gramado do Jockey.


Kiko Sobrino fugiu do esperado no visual do restaurante ao montar uma instalação de cadeiras empilhadas.


Mestre de luminárias poéticas, o designer alemão Ingo Maurer criou uma galeria para expor peças como o pendente Zettel’z 5.


Mais um estado do Nordeste estreou a exposição, o Rio Grande do Norte.


1 nova franquia nacional: Rio Grande do Norte

Editora Abril assume o controle total do evento

Instalação de Kiko Sobrino no restaurante da CASACOR São Paulo.
Fachada do antigo Hotel Balneário Sete de Setembro, que recebeu a CASACOR Rio de Janeiro.
Ambiente de Gisele Taranto assume as marcas do tempo na CASACOR Rio de Janeiro.

2011

A capa do Anuário de 25 anos exibia o loft de Joia Bergamo e destacava as três mostras paralelas, CASA KIDS, CASA TALENTO e CASA HOTEL – setor, aliás, que estava em pleno aquecimento para a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.


O assunto ficou evidente na Suíte Neymar, assinada por Camilla Matarazzo. Na Suíte da Mulher Contemporânea, Rosa May Sampaio montou um espaço dedicado aos cuidados pessoais.


Brunete Fraccaroli chamou a atenção para a sustentabilidade ao instalar casas-contêiner coloridas em seu espaço. Fabio Galeazzo incluiu um item de colecionador em sua cabana: a poltrona Chifruda, de Sergio Rodrigues.


Sérgio Athié e Ivo Wohnrath transformaram o telão em atração no bar.


Em Goiás, Leo Romano delimitou a área do quarto com uma silhueta de casinha, e a edição do Peru restaurou o histórico Edifício Ronald, na zona portuária de Callao.


O ano também foi de celebração no Rio de Janeiro, com uma década da exposição fluminense. Acontecem as primeiras CASACOR Maranhão, Pará e Chile.


2 novas franquias nacionais: Maranhão e Pará

1 franquia internacional: Chile

Cabana de Fabio Galeazzo, com a poltrona Chifruda em destaque, na CASACOR São Paulo.
Projeto de Leo Romano para a CASACOR Goiás.
Capa do anuário da CASACOR Maranhão.

2010

A CASACOR Rio de Janeiro teve como sede o Palacete Modesto Leal, em Laranjeiras, construção de estilo neoclássico de 1883. No local, Maurício Nóbrega transformou o alpendre em sala de estar.


Em Brasília, Leo Romano recorreu à potência do vermelho no átrio de entrada. No Paraná, o pórtico de Wilson Pinto combinava iluminação dramática com reflexos na água, que conduziam o visitante a um universo onírico.


Em Minas Gerais, o living de Pedro Lázaro reverenciou a obra de Mestre Didi, um dos maiores artistas afro-brasileiros do século 20.


Em São Paulo, a CASACOR incorporou o tema “Sua casa, sua vida mais sustentável e feliz”, e as arquibancadas do Jockey Club viraram um mirante no projeto de Fernando Brandão. Consuelo Jorge concebeu uma suíte de hotel que prenunciava o reinado dos tons cinza no décor da década seguinte.


O principal homenageado dessa vez foi o arquiteto e urbanista Lúcio Costa. Mais uma franquia se juntou ao portfólio: a do Amazonas.


1 nova franquia nacional: Amazonas

Maurício Nóbrega transformou o alpendre do palacete carioca em estar.
Leo Romano: profusão de cores na CASACOR Brasília.
O ambiente onírico de Wilson Pinto para a CASACOR Paraná.

2009

O foco na sustentabilidade e o centenário de Roberto Burle Marx nortearam a mostra, que ocupou boa parte do Jockey Club com a Vila CASACOR. Casas completas espalharam-se pelo terreno e o jardim de entrada, de Gica Mesiara, homenageou o renomado paisagista.


Em seu loft para morar e trabalhar, Fernanda Marques projetou uma estante poderosa e posicionou o escritório diante de um lago. A cabana de Arthur Casas valorizava a arte popular com obras de mestres artesãos em um rasgo horizontal na parede. Marcia Coelho propôs uma releitura do feito à mão por meio de chapas de alumínio com corte rendado, aplicadas na fachada.


Esferas de madeira deram o toque lúdico ao jardim tropical de Marcelo Faisal. Nesse ano, foram criados mais dois eventos concomitantes: a CASA KIDS e a CASA HOTEL.


No Rio de Janeiro, Ivan Rezende planejou uma caixa de vidro e integrou a arquitetura à paisagem. No Ceará, a mostra ocupou uma casa modernista de 1956, um projeto de Acácio Gil Borsoi. Mais uma franquia foi inaugurada, a do Mato Grosso do Sul.

1 nova franquia nacional: Mato Grosso do Sul

Chapas de alumínio recortadas no projeto de Marcia Coelho para a CASACOR São Paulo
Esferas de madeira no jardim de Marcelo Faisal na mostra paulistana.
Pavilhão de Ivan Rezende, totalmente integrado à paisagem na CASACOR Rio de Janeiro.

2008

Uma nova gestão assumiu a CASACOR, passando a ser organizada por Doria Associados e pela Abril S/A, com direção do publisher Angelo Derenze. A mostra paulistana, que aconteceu no antigo biotério do Jockey Club, homenageou o arquiteto Oscar Niemeyer, com 100 anos na época. As áreas verdes assumiram o protagonismo: Luiz Carlos Orsini fez uma de suas belas misturas de espécies, enquanto Fernanda Abs e Fred Benedetti criaram uma cabana de madeira com jeito de casa na árvore a Dado Castello Branco ofereceu o deleite de observar a paisagem através do painel de vidro. No Rio de Janeiro, Pedro Paranaguá projetou um loft de atmosfera serena. Já a edição do Paraná restaurou o Clube Concórdia, prédio histórico de 1887.


Homenagem a Oscar Niemeyer

Três eventos paralelos inéditos

Loft de Pedro Paranaguá para a CASACOR Rio de Janeiro.
Vista do ambiente de Dado Castello Branco, com a pista de corrida e o skyline paulistano ao fundo.
Casa na árvore assinada por Fernanda Abs e Fred Benedetti na área externa do Jockey Club.

2007

A expansão da marca fez a CASACOR chegar à Suécia, em um edifício de 1910, o T-Building, em Estocolmo. A arquiteta paulistana Patricia Martinez se integrou ao elenco de profissionais locais e apresentou uma sala de estar aconchegante. No Panamá, a mostra foi instalada no antigo Hospital Santo Tomás, de 1924, e os designers de interiores panamenhos Michelle St Malo de Carbonell e Yifat Horowitz ressaltaram a imponência da arquitetura original. Para a 2ª edição sediada no Jockey Club, a CASACOR enfrentou o desafio de construir um condomínio de luxo nas arquibancadas. Após três meses de obra, o trabalho árduo resultou em sete estúdios, um apartamento de cobertura e áreas comuns, como spa, lavanderia e cozinha. Roberto Migotto apresentou um loft luxuoso e todo branco. Marcelo Rosenbaum incluiu elementos da cultura popular em sua cozinha. Cores criaram pontos focais no ambiente de Ruy Ohtake, que adotou paredes vermelhas. Os visitantes chegavam em grande estilo pelo lounge de Francisco Cálio e saíam da mesma forma pelo ambiente de Patricia Anastassiadis.


Primeiras edições internacionais: Suécia e Panamá

Destaque para lofts e áreas comuns inovadoras

Lounge de entrada de Francisco Cálio no Jockey Club de São Paulo.
Ambiente de Patricia Martinez para a CASACOR Suécia.
Proposta de Ruy Ohtake para a CASACOR São Paulo.

2006

Tem início a era do Jockey Club de São Paulo, com 14 anos consecutivos de CASACOR. “Ou você vai, ou fica sem saber” foi o mote da edição comemorativa dos 20 anos, que ocupou o ambulatório do complexo, com 60 ambientes, assinados por um time consagrado. João Armentano surpreendeu ao propor uma solução para apartamentos pequenos, uma peça de mobiliário pop-up que agrupava quarto, cozinha, escritório e mesa de jantar. O poder das obras de arte e dos tons escuros para criar elegância apareceu tanto no ambiente de Sig Bergamin como no de Fernando Piva. Nessa edição, a CASACOR fez parceria com a Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Seped) para divulgar o conceito e as normas técnicas de acessibilidade entre os profissionais. O resultado foram projetos como a calçada acessível, com piso drenante, de Benedito Abbud. No Ceará, Roberto Pamplona resgatou a cobertura de piaçava na construção do spa. Em Brasília, Denise Zuba fez a setorização inteligente dos espaços por meio de divisórias.


1ª edição realizada no Jockey Club de São Paulo, endereço da mostra até 2019

Solução para apartamentos pequenos exibida por João Armentano na mostra paulistana.
Fernando Piva aposta no uso de obras de arte em seu ambiente na CASACOR São Paulo.
Calçada acessível com piso drenante, de Benedito Abbud para a CASACOR São Paulo.

2005

Na Chácara Santo Antônio, quatro galpões de uma antiga indústria química desativada receberam a 19ª edição da mostra paulistana. Pela primeira vez, foram construídas três tipologias de casas – urbana, de campo e de praia. O projeto de implantação ficou a cargo do arquiteto Gustavo Horta e sua equipe, ocupando 65 mil metros quadrados, com medidas de acessibilidade nas áreas de circulação, reflexo do decreto federal que previa a adequação gradual dos edifícios de uso público.


Logo na entrada a galeria de Ary Perez propunha uma viagem pela cultura do Amazonas. O spa, de Fernanda Marques, apresentava o Chuveiro de Teto Quadrado, da Deca, projetado para propiciar economia de água. Consuelo Jorge criou um lounge moderno para um espaço gourmet. Em Minas Gerais, o loft do arquiteto Carico consistia em uma caixa de eucalipto prensada – sistema construtivo rápido, limpo e desmontável. Na Bahia, Paulo Andrade e Paulo Melo trouxeram a mesa de sinuca para o centro da sala. No Paraná, Claudia Vialle Caramori e Katia Castanheira brincaram com os volumes de estrutura de madeira.

Primeira vez com três tipologias de casas

Destaque para soluções sustentáveis nos ambientes

Projeto do arquiteto Carico para a CASACOR Minas Gerais adota sistema construtivo limpo e desmontável.
Restaurante de Claudia Vialle Caramori e Katia Castanheira para a CASACOR Paraná.
Spa da Deca para a CASACOR São Paulo, por Fernanda Marques.

2004

A maioridade da CASACOR São Paulo foi celebrada em uma residência na Vila Andrade. Às margens do Rio Pinheiros, a casa de 1976 representava um autêntico exemplar da arquitetura toscana, com a presença marcante de arcos nos interiores e nas fachadas. O tema bem-estar surgiu com força no spa de João Armentano, mote que acompanharia os ambientes da Deca pelos dez anos seguintes.


Adepta da experimentação, Brunete Fraccaroli desenhou uma cobertura de vidro, entremeada de vigas de acrílico roxo, para a churrasqueira gourmet. O ar futurista da estrutura contrastava com o mobiliário de madeira bruta escolhido para a ambientação. A casa na árvore, de Kátia Perrone, foi um dos diversos ambientes infantis da edição – a mostra foi imaginada para atender uma família fictícia com cinco filhos.


No Rio de Janeiro, Chicô Gouvêa apostou no japonismo, criando uma varanda cheia de vida.

Tema bem-estar explorado nos projetos

Destaque para projetos infantis como a casa na árvore

Casa na árvore, proposta de Kátia Perrone para a CASACOR São Paulo.
Varanda com referências ao japonismo, de Chicô Gouvêa, na CASACOR Rio de Janeiro.
A área da churrasqueira gourmet, de Brunete Fraccaroli para a CASACOR São Paulo, ganhou uma cobertura de vidro.

2003

Tombado, prédio da Maternidade do antigo Hospital Matarazzo, na Bela Vista, recebeu a 17ª edição da CASACOR São Paulo, que, pela primeira vez, superou a marca dos 100 mil visitantes. Oscar Mikail convidou a dupla OSGEMEOS, até então desconhecida do grande público, para grafitar o teto do living.


Debora Aguiar trouxe cavalos de raça para seu mini-haras e Roberto Migotto dispôs o sofá amarelo, do designer Ron Arad, em frente a um biombo de espelho bisotado. Alex Hanazaki assinou a praça do evento. Gui Mattos, Oscar Mikail e Marcelo Rosenbaum surpreenderam por suas propostas irreverentes.


Na Bahia, a edição aconteceu em um casarão na Ladeira da Montanha, em Salvador. No Ceará, a mostra ganhou loja de arte popular, montada por Christianne Silton e Janete Costa, arquiteta que era uma autoridade no assunto. A CASACOR Rio de Janeiro construiu duas casas em Itanhangá, com projeto de Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen, em um novo condomínio – ambas vendidas ao fim do evento.

Primeira vez com mais de 100 mil visitantes

Ambientes inovadores como o teto grafitado dos OSGEMEOS

Mini-haras de Debora Aguiar na CASACOR São Paulo.
Loja de arte popular montada por Christianne Silton e Janete Costa na CASACOR Ceará.
Casarão ocupado pela CASACOR Bahia, na Ladeira da Montanha, em Salvador.

2002

Mais uma vez inovou-se na escolha do endereço que sediou a mostra de São Paulo: o Asilo Sampaio Viana, projeto de Ramos de Azevedo do início do século 20, no Pacaembu. É a partir dessa edição que a mostra incorpora o propósito de dialogar com o patrimônio das cidades – o lugar conquistou uma série de melhorias, entre elas, o restauro das janelas de madeira.


Os amplos espaços do edifício acolheram projetos de Gilberto Elkis (na área externa), David Bastos (que lançou mão de móveis baixos, em alta no design italiano à época), e de estreantes como Marina Linhares (autora do gazebo envidraçado) e Alex Hanazaki, responsável pelo jardim de entrada.


A CASACOR Rio de Janeiro, por sua vez, instalou-se em uma casa projetada por Oscar Niemeyer, em 1952, e exibiu espaços elegantes como o living, de Lia Siqueira.

Conexão com o patrimônio histórico

Valorização da arquitetura modernista

Gazebo de Marina Linhares na CASACOR São Paulo.
Gilberto Elkis fez o projeto em torno da piscina na mostra paulistana.
Fachada do Asilo Sampaio Viana, sede da CASACOR São Paulo em 2002.

2001

A CASACOR é vendida para o Grupo Patrimônio Private Equity e passa a ser comandada pelo executivo Roberto Dimberio, antes diretor do núcleo Casa, da Editora Abril. A exposição voltou a ocupar uma casa de arquitetura clássica, desta vez no bairro Cidade Jardim.


Destacaram-se nessa edição o hall de entrada, de Alberto Lahós e Marco do Carmo, que adotaram a simetria como premissa, a copa com piso de vidro de Leo Shehtman, e o living de Arthur Casas, que colocou a cadeira escultural do artesão Fernando Rodrigues, da Ilha do Ferro, em pé de igualdade com peças de design internacional.


A arte popular também brilhou na capa do anuário do Ceará.

Nova gestão sob o Grupo Patrimônio Private Equity

Valorização da arte popular nos ambientes

Living de Arthur Casas para a CASACOR São Paulo.
Arte popular estampada na capa do anuário da CASACOR Ceará.
Leo Shehtman inova com piso de vidro na cozinha na CASACOR São Paulo.

2000

Foi a primeira vez que a CASACOR São Paulo se instalou em um edifício histórico e tombado – a Cinemateca Brasileira, localizada na Vila Mariana. Os trabalhos de implantação foram acompanhados por um dos autores do projeto de restauro do conjunto, o arquiteto Lucio Gomes de Machado.


Os profissionais da mostra receberam a missão de criar lofts nos galpões da construção. Arthur Casas criou o Loft do Colecionador de Arte e Clarisse Reade imaginou uma jornalista cheia de livros e fã de cinema para habitar seu espaço.


Luiz Ricardo Bick e William Simonato conferiram aura clássica à Galeria dos Lofts. Ana Helena e Tusco Brant Carvalho usaram um ripado de madeira para filtrar a luz em seu ambiente envidraçado.


O Jardim das Ruínas, de Gilberto Elkis; o Loft do Deficiente Físico, de Sig Bergamin, e o Loft do Publicitário, de Fernanda Marques e Sandra Picciotto, também foram aclamados pelo público.


No novo milênio, a CASACOR continuou sua expansão, agora, com uma franquia no Mato Grosso, estreando a mostra em Cuiabá.

Primeira ocupação de um edifício tombado

Estreia da franquia no Mato Grosso

Fachada da Cinemateca Brasileira, que sediou a CASACOR São Paulo em 2000.
Loft assinado por Sig Bergamin para a CASACOR São Paulo.
Loft de Clarisse Reade para a CASACOR São Paulo.

1999

A CASACOR São Paulo aconteceu na rua Suécia, no Jardim Europa, em uma casa modernista construída por Gregori Warchavchik no início dos anos 1950.


Entre os ambientes que brilharam, estava o Espaço Deca, assinado por Brunete Fraccaroli. O grande jardim da construção possibilitou à arquiteta erguer um pavilhão de vidro em meio ao verde para abrigar o ambiente.


No desenvolvimento do projeto, Brunete sentiu falta de uma torneira de lavatório que pudesse instalar na parede. O produto não existia no Brasil – os misturadores desse tipo eram restritos à cozinha.


A Deca topou criar a peça e assim nasceu a torneira Duna Clássica, até hoje apelidada de “bica Brunete” dentro da empresa.


Dando sequência ao plano de crescimento, mais uma franquia foi inaugurada no Nordeste, a do Ceará, que teve a presença de Xuxa Meneghel na abertura, homenageada no espaço criado por Sergei de Castro, para o qual a apresentadora enviou figurinos e objetos pessoais.


Marcus Novais assinou a cervejaria da mostra.

Estreia da franquia no Ceará

Espaço Deca de Brunete Fraccaroli

Cervejaria da primeira CASACOR Ceará.
Espaço Deca, de Brunete Fraccaroli, ocupa um pavilhão de vidro na CASACOR São Paulo.

1998

A mansão de Vera Racy Maluf, construída no final dos anos 1930 pelo arquiteto modernista Alfredo Ernesto Becker, sediou a exposição na av. Brasil, no Jardim América.


João Mansur assinou um living de elementos clássicos e contemporâneos. Rosa May Sampaio combinou branco, vidro e madeira clara na cozinha, e Dado Castello Branco projetou um canto de estudos na varanda do menino.


Nesse mesmo ano, em parceria com uma incorporadora, a CASACOR Rio de Janeiro instalou-se em um condomínio-clube, grande novidade para a época, na Barra da Tijuca, e atraiu 52 mil visitantes – o maior público da franquia até hoje.


Maurício Nóbrega assinou a ambientação da piscina e Cristina Brasil, a área de serviço de um dos quatro apartamentos decorados.


Em Goiás, Genésio Maranhão lançou a tendência dos espaços gourmet. No Paraná, Marcos Soares remeteu à Grécia antiga no Estar do Bosque.

Maior público da franquia no Rio: 52 mil visitantes

Ambientes sofisticados e inovadores

Estar de Marcos Soares para a CASACOR Paraná.
Maurício Nóbrega ambientou a área da piscina na CASACOR Rio de Janeiro

1997

Realizada novamente no Morumbi, a CASACOR São Paulo mostrou um gazebo balinês ricamente entalhado, proposto por Esther Giobbi.


O estilo asiático estava no auge e, além disso, o Brasil vivia um momento de alta nas importações devido à paridade entre o real e o dólar.


O design nacional também teve sua vez, com Carolina Szabó adotando a chaise Jung, lançamento da designer Etel Carmona, em seu espaço.


João Armentano transformou a garagem em um lugar para curtir a família e os hobbies.


Nesse ano, foram realizadas a CASACOR Goiás e a CASACOR Pernambuco – esta última com a participação do arquiteto Carlos Augusto Lira, um dos maiores colecionadores de arte popular do país.


Foi a primeira vez também que Punta del Este, no Uruguai, recebeu a mostra, entre dezembro de 1997 e fevereiro de 1998, com a participação de alguns profissionais brasileiros.

Estreia em Punta del Este, Uruguai

Gazebo balinês de Esther Giobbi

João Armentano assinou a proposta de uma garagem como área de convívio e lazer na CASACOR São Paulo.
O gazebo balinês de Esther Giobbi para a CASACOR São Paulo.
Ambiente de Brunete Fraccaroli para a CASACOR Uruguai.

1996

Comemorando dez anos da marca, a CASACOR continuou sua expansão pelo Brasil e pela América do Sul.


Inaugurou franquias no Espírito Santo e em Santa Catarina, além da primeira mostra internacional, a CASACOR Peru, em Lima.


Em São Paulo, o evento retornou ao Morumbi ocupando um terreno de 7 mil metros quadrados com duas residências.


Sig Bergamin assinou o living, cobrindo o espaço com um grande tapete de estampa orgânica.


Kiko Salomão revestiu as paredes do closet com placas de couro pespontado.


Marília Campos Veiga e Teresinha Nigri Basiches projetaram uma porta de correr com roldanas aparentes, tendência da época, para o armário da cozinha.


Roberto Negrete incluiu um balcão para o café na copa, e Leo Shehtman usou um móvel todo espelhado com banquetas de ráfia em seu bar de estilo maximalista.

10 anos da CASACOR

Primeira franquia internacional: Peru

Copa de Roberto Negrete para a CASACOR São Paulo incluía um balcão para o café.
Living assinado por Sig Bergamin para a CASACOR São Paulo.

1995

A 9ª edição da CASACOR São Paulo reuniu várias propostas arquitetônicas da década, investindo em concreto, aço e pedras aparentes.


Graciela Piñero empregou pastilhas de vidro e aço inox, materiais da moda na época, para dar forma ao primeiro Espaço Deca da história do evento.


O ano marcou também a inauguração de duas franquias, em Minas Gerais e na Bahia. Esta última, primeira a ser realizada no Nordeste, teve espaços assinados por David Bastos e Marcia Meccia.


CASA CLAUDIA lançou um suplemento regional sobre a mostra – a publicação acompanhava a capilarização do evento e, com o tempo, a revista se tornou apoiadora nacional.

Estreia do Espaço Deca

Inauguração das franquias na Bahia e em Minas Gerais

Capa do primeiro suplemento regional da revista CASA CLAUDIA sobre a CASACOR.
Graciela Piñero assinou o primeiro Espaço Deca da história do evento.
Capa do anuário da 1ª CASACOR Minas Gerais.

1994

A CASACOR São Paulo aportou em uma mansão nos Jardins, construída em 1937 no estilo espanhol pelo engenheiro R. M. Harding. Neiva Rizzotto criou o jardim da piscina externa e João Armentano transformou o galpão da piscina coberta em uma área de convívio super equipada.


Carolina Szabó levou para seu espaço a cadeira de balanço Rio, de Oscar Niemeyer. Luciana Teperman assinou a biblioteca e Roberto Migotto, o terraço do quarto do casal. Pela primeira vez, a mostra foi patrocinada pela Deca, uma relação que se mantém desde então.


Banheiros passaram a ser valorizados e Ieda e Silvio Korman projetaram um deles. Na capital fluminense, o arquiteto Claudio Bernardes apostou na irreverência ao misturar cores no living. Assim como nos anos anteriores, parte da renda foi revertida para o Lar Escola São Francisco.


Na região Sul, a mostra estreou no Paraná, na Casa Gomm, construção dos anos 1910, erguida no centro de um bosque de Curitiba. No evento de estreia, Marcos Bertoldi chamou a atenção pelo estilo moderno de seu ambiente.

Patrocínio inaugural da Deca

Inauguração da franquia no Paraná

A Deca passa a patrocinar a mostra, e banheiros ganham mais espaço – este é assinado por Ieda e Silvio Korman na CASACOR São Paulo.
Marcos Bertoldi chamou a atenção com seu ambiente de estilo moderno na CASACOR Paraná.
Área de convívio e lazer projetada por João Armentano para a mostra paulistana.

1993

Uma mansão no Morumbi abrigou a edição paulista da CASACOR. O imóvel, construído em estilo colonial americano, recebeu ambientes de grandes nomes do segmento a estrear na mostra, como o arquiteto Roberto Migotto, que assinou um hall de distribuição, e o designer de interiores Roberto Negrete, autor de um quarto infantil, com direito a escorregador.


Marcus Beneduce criou o estar de um rapaz solteiro, com canto de leitura. Fernando Rodrigues Alves e Oscar Mikail vestiram o gazebo de vidro com tecido. Layde Tuono optou por tons sóbrios e madeira clara na cozinha, enquanto José Duarte Aguiar preferiu cobrir as paredes da sala de jantar de vermelho.


No Rio de Janeiro, Cris Dornelles e Angela Barquete levaram o notebook para o balcão da cozinha. Hoje, o equipamento, com armazenamento em disquete, virou peça de museu.

Estreia de Roberto Migotto

Inovação com o uso de tecnologia nos ambientes

Croqui de Roberto Negrete para o quarto infantil da CASACOR São Paulo.
Sede da CASACOR São Paulo em 1993.
Sala de jantar vermelha de José Duarte Aguiar para a CASACOR São Paulo.

1992

A 6ª edição da CASACOR São Paulo aconteceu novamente em uma mansão, desta vez no Jardim Europa. A propriedade foi construída no início dos anos 1950 pelo engenheiro Maia Lello e pelos arquitetos Lamartine Maia Rosa e Kikoler, um profissional austríaco responsável pelos bronzes e pelas boiseries do imóvel.


A mostra homenageou a comemoração dos 500 anos da chegada dos espanhóis à América e trouxe ambientes com decoração clássica europeia, como o terraço de Ana Maria Vieira Santos e as salas assinadas por Jorge Elias e Geraldo Lamego.


João Armentano transformou o sótão em uma sala com sofás confortáveis voltados para um telão. O ambiente fez sucesso e contribuiu para que um novo termo entrasse para o vocabulário da decoração: o home theater.


Mais uma franquia foi aberta, dessa vez no Rio Grande do Sul.

Introdução do conceito de home theater

Inauguração da franquia no Rio Grande do Sul

Mansão que abrigou a CASACOR São Paulo em 1992.
Ambiente de Ana Maria Vieira Santos no evento de São Paulo adota o estilo europeu.

1991

Este foi um ano muito especial para a expansão da marca, com o Rio de Janeiro e Brasília recebendo as duas primeiras franquias da CASACOR – cada uma com seu respectivo anuário, conforme o modelo da matriz paulistana, seguido até hoje.


A mostra fluminense ocupou o palacete da tradicional família Catão, no bairro da Urca. Antiga moradora do endereço, a socialite e decoradora Lourdes Catão foi convidada a assinar a sala de jantar.


Em São Paulo, o evento aconteceu em uma casa construída no estilo português, original dos anos 1940, no Jardim América. O Lar Escola São Francisco se beneficiou novamente com parte da renda e o restaurante se manteve a cargo do Chez Nous.

Inauguração de franquias no Rio de Janeiro e Brasília

Participação do Lar Escola São Francisco

Ambiente projetado pelo arquiteto Jorge Elias para a mostra paulistana.
Casa que sediou a CASACOR São Paulo em 1991.

1990

A CASACOR, que já havia se transformado em um evento aguardado e disputado pelos profissionais, com lista de espera para participar, ocupou uma mansão modernista no Jardim Paulista. Projetada pelo ucraniano Gregori Warchavchik, pioneiro da arquitetura moderna no Brasil, o imóvel contava com jardins assinados por Roberto Burle Marx.


Entre os arquitetos e decoradores da exposição, estavam os estreantes, e hoje consagrados, Arthur Casas, Brunete Fraccaroli, João Armentano e a dupla Beto Galvez e Nórea De Vitto. O anuário, que antes trazia apenas o retrato dos participantes, passou a apresentar croquis dos ambientes, bastante fiéis ao resultado final.


Nos espaços, a diversidade de estilos marcava presença: desde a sala de Marco Menegazzo e o jardim de Neiva Rizzotto, ambos com atmosfera clássica, até o canto de trabalho moderno e multiúso, com lugar para microcomputador e bicicleta, assinado por Suzana Yassuda Macedo, Tetela Yassuda Monteiro e Baísa Noschese.

Presença de jardins assinados por Burle Marx

Estreia de grandes nomes como Arthur Casas

Croqui e ambiente finalizado de Brunete Fraccaroli.

1989

Uma casa de estilo normando no Jardim América sediou a terceira edição da mostra. A participação da mostra em ações de responsabilidade social ganhou um novo capítulo com a criação da Loja CASACOR, coordenada pelo Lar Escola São Francisco, entidade que se beneficia da venda de objetos de decoração e peças de enxoval.


Pelo segundo ano consecutivo, o restaurante ficou sob o comando do tradicional Chez Nous. Entre os ambientes, Neiva Rizzotto projetou um jardim romântico na área externa e Leo Shehtman criou uma torre com prateleiras para acomodar a TV na copa, em frente à mesa de refeições – ideia sob medida para quem desejava combinar o jantar em família com a hora da novela.

Criação da Loja CASACOR em parceria com o Lar Escola São Francisco

Introdução de ideias inovadoras em design

Casa em estilo normando abrigou a mostra em 1989.

1988

A segunda CASACOR aconteceu em uma mansão no Morumbi, assinada pelo arquiteto Ricardo Ramenzoni. A construção de 1968 remetia às grandes adegas italianas, com abóbadas de tijolo aparente e extensos jardins.


Na época, a mostra se instalava em imóveis à venda – um bom negócio para os proprietários, já que o evento trazia público e atraía possíveis compradores. Yolanda Figueiredo e a argentina Angélica Rueda comandavam a busca pelo endereço ideal, que precisava estar vazio e era então alugado durante o período da mostra.


A partir dessa edição, a revista CASA CLAUDIA, da Editora Abril, então dirigida pela jornalista e arquiteta Olga Krell, passou a ser apoiadora da CASACOR. A parceria reforçava a cobertura da mídia e possibilitava que a publicação se aproximasse de grandes talentos.

Parceria com a revista CASA CLAUDIA

Continuidade do formato em imóveis à venda

Fachada da casa que abrigou a segunda edição da CASACOR, projetada pelo arquiteto Ricardo Ramenzoni.

1987

Em 8 de junho, a primeira CASACOR abriu as portas em São Paulo ao ocupar uma casa na Rua Dinamarca, no Jardim Europa. Fundada por Yolanda Figueiredo, Angélica Rueda, Javier Campos Malbrán e Ernesto Del Castilho, a mostra adaptou ao mercado brasileiro o modelo da Casa FOA, criada em 1985, em Buenos Aires.


A edição de estreia reuniu 25 nomes da elite da arquitetura, da decoração e do paisagismo, que criaram 22 ambientes. Parte da renda foi destinada à Obra do Berço, iniciando o compromisso social da marca. Destaque para o estilo europeu nas obras de Rosa May Sampaio e Maria Isabel Alves de Lima e a estética minimalista de Clarisse Reade e Toninho Noronha, que utilizou a icônica cadeira Wassily, de Marcel Breuer.


Também neste ano foi lançado o anuário CASACOR, ilustrado pelo designer Attilio Baschera, que documentou a mostra e destacou seus patrocinadores. O designer Attilio Baschera, com longa trajetória no design nacional, ilustrou as capas dos primeiros números da publicação.

25 profissionais

22 ambientes

Lançamento do anuário CASACOR

Página da publicação com a relação dos profissionais participantes.