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CASACOR

2010

A CASACOR Rio de Janeiro teve como sede o Palacete Modesto Leal, em Laranjeiras, construção de estilo neoclássico de 1883. No local, Maurício Nóbrega transformou o alpendre em sala de estar.


Em Brasília, Leo Romano recorreu à potência do vermelho no átrio de entrada. No Paraná, o pórtico de Wilson Pinto combinava iluminação dramática com reflexos na água, que conduziam o visitante a um universo onírico.


Em Minas Gerais, o living de Pedro Lázaro reverenciou a obra de Mestre Didi, um dos maiores artistas afro-brasileiros do século 20.


Em São Paulo, a CASACOR incorporou o tema “Sua casa, sua vida mais sustentável e feliz”, e as arquibancadas do Jockey Club viraram um mirante no projeto de Fernando Brandão. Consuelo Jorge concebeu uma suíte de hotel que prenunciava o reinado dos tons cinza no décor da década seguinte.


O principal homenageado dessa vez foi o arquiteto e urbanista Lúcio Costa. Mais uma franquia se juntou ao portfólio: a do Amazonas.


Destaques

  • 1 nova franquia nacional: Amazonas
O Palacete Modesto Leal, de 1883, foi a sede da CASACOR Rio de Janeiro 2010.
01/06 - O Palacete Modesto Leal, de 1883, foi a sede da CASACOR Rio de Janeiro 2010.
Maurício Nóbrega transformou o alpendre do palacete carioca em estar.
02/06 - Maurício Nóbrega transformou o alpendre do palacete carioca em estar.
Leo Romano: profusão de cores na CASACOR Brasília.
03/06 - Leo Romano: profusão de cores na CASACOR Brasília.
O ambiente onírico de Wilson Pinto para a CASACOR Paraná.
04/06 - O ambiente onírico de Wilson Pinto para a CASACOR Paraná.
Pedro Lázaro reverenciou o Mestre Didi em seu ambiente na CASACOR Minas Gerais.
05/06 - Pedro Lázaro reverenciou o Mestre Didi em seu ambiente na CASACOR Minas Gerais.
Em São Paulo, Fernando Brandão transformou a arquibancada do Jockey Club em mirante.
06/06 - Em São Paulo, Fernando Brandão transformou a arquibancada do Jockey Club em mirante.