A CASACOR Rio de Janeiro teve como sede o Palacete Modesto Leal, em Laranjeiras, construção de estilo neoclássico de 1883. No local, Maurício Nóbrega transformou o alpendre em sala de estar.
Em Brasília, Leo Romano recorreu à potência do vermelho no átrio de entrada. No Paraná, o pórtico de Wilson Pinto combinava iluminação dramática com reflexos na água, que conduziam o visitante a um universo onírico.
Em Minas Gerais, o living de Pedro Lázaro reverenciou a obra de Mestre Didi, um dos maiores artistas afro-brasileiros do século 20.
Em São Paulo, a CASACOR incorporou o tema “Sua casa, sua vida mais sustentável e feliz”, e as arquibancadas do Jockey Club viraram um mirante no projeto de Fernando Brandão. Consuelo Jorge concebeu uma suíte de hotel que prenunciava o reinado dos tons cinza no décor da década seguinte.
O principal homenageado dessa vez foi o arquiteto e urbanista Lúcio Costa. Mais uma franquia se juntou ao portfólio: a do Amazonas.





