Pela segunda vez, a CASACOR Minas Gerais se instalou no casarão da Rua Sapucaí, na Praça da Estação, e deu continuidade ao restauro do edifício histórico. Patricia Hermanny assinou o Living Biblioteca.
Em São Paulo, a arquitetura art déco do Jockey Club e a relação do homem com a natureza deram o tom da 32ª edição, cujo tema era “Casa Viva”.
Os 81 ambientes, distribuídos em 25 mil metros quadrados, exaltavam personalidade e dinamismo, com limites menos rígidos entre interior e exterior: áreas abertas, grandes caixilhos, painéis de vidro, portas pivotantes e outros recursos favoreciam a integração em espaços mutantes e de múltiplas funções.
A conexão com a natureza se pautou em espécies brasileiras e vegetações nativas.
Alguns estrelados do segmento retornaram à mostra, como Arthur Casas, ausente do evento por quase uma década. Para a mostra, ele utilizou um sistema construtivo industrializado, que prima pela eficiência energética.
Dado Castello Branco construiu uma casa inspirada nas townhouses de Londres e Amsterdã.
Naomi Abe uniu cobogós e ladrilhos hidráulicos na sala de jantar.
Maicon Antoniolli, por sua vez, desenhou um caleidoscópio com as cores da Coral.
Gabriela Lotufo e Larissa Oliveira, vencedoras de um concurso nacional de projetos de retrofit sustentáveis, aproveitaram para colocar sua ideia em prática na mostra.
No interior de São Paulo, Ribeirão Preto também passou a realizar a mostra.






