O foco na sustentabilidade e o centenário de Roberto Burle Marx nortearam a mostra, que ocupou boa parte do Jockey Club com a Vila CASACOR. Casas completas espalharam-se pelo terreno e o jardim de entrada, de Gica Mesiara, homenageou o renomado paisagista.
Em seu loft para morar e trabalhar, Fernanda Marques projetou uma estante poderosa e posicionou o escritório diante de um lago. A cabana de Arthur Casas valorizava a arte popular com obras de mestres artesãos em um rasgo horizontal na parede. Marcia Coelho propôs uma releitura do feito à mão por meio de chapas de alumínio com corte rendado, aplicadas na fachada.
Esferas de madeira deram o toque lúdico ao jardim tropical de Marcelo Faisal. Nesse ano, foram criados mais dois eventos concomitantes: a CASA KIDS e a CASA HOTEL.
No Rio de Janeiro, Ivan Rezende planejou uma caixa de vidro e integrou a arquitetura à paisagem. No Ceará, a mostra ocupou uma casa modernista de 1956, um projeto de Acácio Gil Borsoi. Mais uma franquia foi inaugurada, a do Mato Grosso do Sul.




