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Bate-papo sobre design nacional reúne artistas e arquitetos na CASACOR RS

A arquiteta Caroline Kreling recebeu em Porto Alegre quatro convidados para discutir a valorização das peças brasileiras. Assista!

O ambiente Sala Brasileira, assinado pela arquiteta Caroline Kreling para a CASACOR Rio Grande do Sul, recebeu os convidados para as discussões sobre mercado da arte e design brasileiro.

O ambiente Sala Brasileira, assinado pela arquiteta Caroline Kreling para a CASACOR Rio Grande do Sul, recebeu os convidados para as discussões sobre mercado da arte e design brasileiro. (Cristiano Bauce/CASACOR)

Um grupo de especialistas e convidados compareceram na última quinta-feira, 5 de setembro, na CASACOR Rio Grande do Sul para conversar sobre a arte e o design brasileiros na contemporaneidade.

O bate-papo partiu da iniciativa de Caroline Kreling, arquiteta que fez parte do elenco da mostra – encerrada em 8 de setembro – com o projeto Sala Brasileira. Para a conversa, Caroline se junto ao artista plástico Walmor Corrêa, o artista visual e criador de conteúdo multidisciplinar Michell Lott, a arquiteta e jornalista criadora da plataforma Design do Bom Winnie Bastian e pela editora do jornal Zero Hora Renata Maynart.

A essência dos trabalhos autorais de artistas brasileiros foi pauta das discussões, que receberam captação em vídeo. O grupo levantou ideias e perspectivas sobre a valorização do design nacional e os materiais que são essencialmente brasileiros.

“Existe um movimento de emancipação criativa do hemisfério Sul”, comenta Michell Lott, afirmando que peças brasileiras têm ganhado mais espaço no mercado. “Historicamente, nós sempre nos vimos em segundo lugar em relação a Europa e América do Norte, mas é interessante observar que o resgate das origens é uma nova forma de expressão do que se produz aqui”.

Com uma perspectiva positiva sobre o mercado, Caroline Kreling ressaltou a importância apreciar os produtos novos, mas não em detrimento dos antigos. “O bom design não tem um tempo e nem um limite. É necessário olhar para o passado, mas também valorizar o trabalho contemporâneo, a arte e os materiais que trazem a essência do que faz parte da história e hoje abre caminhos para o que é produzido no momento”.

Assista ao bate-papo completo abaixo.

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