O ambiente de Eliene Lucindo nasce como um espaço- -refúgio onde o visitante poderá desacelerar. Baseado no design afetivo e na neuroarquitetura, o projeto propõe uma travessia emocional e sensorial. A presença simbólica da árvore do pequi — nativa do Cerrado e profundamente ligada à história da autora, nascida em Anápolis (Goiás) — é o coração vivo do projeto. Ela representa as raízes afetivas, a força da terra e a beleza da resistência natural. Fotografias autorais e inéditas de Celso Junior dialogam com a atmosfera do bioma, revelando a Brasília profunda com sua luz bruta e poética