O relógio protagoniza esta ilha de conforto: inspirado nos modelos de Sol, ele simboliza a interrupção do tempo cronológico, quando as horas pausam para vivermos o instante com plenitude. A ideia é reforçar que, embora sonhar com o futuro seja necessário, é no presente que os desejos ganham raiz, forma e direção. O projeto de 33 m2 acolhe com uma paleta orgânica, materiais naturais e iluminação cênica. No mobiliário, o design sensorial aparece no aconchego do sofá, desenhado sob medida por Victor Vasconcelos, na fluidez da cadeira Duchamp, de Lorenzo Razzera, e na tradição da poltrona Jangada, de Jean Gillon. Obras de arte de Cassia Aresta e Ryan Hyrz instigam a apreciação do visitante, assim como a lareira de mármore verde stelantis, com veios orgânicos e curvas marcantes.