Arquitetura
Subvertendo regras, a base do projeto de Bernardo Farkasvölgyi vem de cima: o teto foi todo coberto de tear. São mais de 800 fios, num
percurso que, em linha reta, daria 10,3km. O espaço recebeu tom neutro e manteve esquadrias de portas e janelas originais. Entre lounge e
restaurante, apenas uma escultura em cobre, de Léo Santana, separa
os ambientes. O mobiliário é flexível, com mesas de tamanhos variados, além das mesas de dois lugares, estrategicamente encostadas nos
janelões e outra maior e interativa, redonda, na cor laranja, quebrando a hegemonia da madeira.