Curadoria e expografia dão as mãos para que a essência tropical floresça diante do pano de fundo branco e preto deste ambiente nada convencional: 99 m2 repartidos em seis lances de escada (três de cada lado do hall). O térreo guarda lugar para leitura e práticas analógicas; o mezanino investiga sincretismos; e, no último piso, situa-se um pequeno lounge. Há um pouco de tudo: técnicas ancestrais e modernas, grafite e pixo, marcenaria autoral e peças de design brasileiro. O profissional, que se divide entre Sergipe, Bahia e São Paulo, expõe criações suas, como a poltrona da linha Wura, o assento baixo Ijokó e a escultura Eya.