Um refúgio urbano de 36m2, onde a luz do sol invade a alma e transporta a um lugar distante, próximo da natureza, repleto de memórias afetivas, referências de aconchego e histórias para contar. Para trazer o frescor e a jovialidade, foram eleitos os matizes de verde atrelados às nuances de madeira clara do piso e treliças. No mobiliário, a simplicidade e sofisticação de peças do século XVIII e XIX. Parafraseando o poeta Frederico Garcia Lorca: “No palco verde da vida, verde que te quero verde”.