O espaço voltado aos bons encontros é inspirado no movimento tropicalista e une influências culturais e arquitetônicas brasileiras com elementos dos anos 1960 e 70. Criando um contraste instigante, a fachada colonial remete à tradição, enquanto o interior traz formas e cores típicas do período tropicalista. Elementos clássicos dividem espaço com obras de arte contemporânea e itens de artesanato e arte popular, em uma mistura vibrante que remete à musicalidade de Jackson do Pandeiro. Destaque para o rico acervo que reúne peças de Adam Matos, Mestre Jasson, Coletivo Cajuínas, Ivan Coelho, Ismael Silva, Davidson Valdivino, Ivo Deodato, Cida Lima, Malba e Jonatas.