Diluir as margens entre ambientes internos e externos por meio de lâminas de vidro ajudou a trazer a paisagem tombada do Parque da Água Branca para perto deste pavilhão. A casa de 80 m2 ganha contornos idílicos, mas com todo o conforto que a modernidade permite. “Reconhecemos a arquitetura como esse espaço de travessia, onde a simplicidade é construída com intenção”, comenta o arquiteto Felipe Rossi. Bancadas de aço inox se contrapõem às paredes esculturais de travertino rosso que avançam desde o hall, passando pelo living gourmet, pela suíte e pelo closet. No teto, uma claraboia deixa ver a copa das árvores, em uma solução tão inesperada quanto elegante.