O arquiteto assina o ambiente da Deca com o desejo de transmitir uma sensação boa, um abraço em tempo de retomada de novo fôlego na casa, lugar de alento e proteção. “É um espaço de respiro, calmaria e suavidade, criado para parecer uma lanterna e ser um ponto iluminado na cidade”, conta. Em quase 400 m2, o núcleo central de estar se abre para quatro estações que são laboratórios criativos e sensoriais do paladar, do olfato, da poesia e da criação.