Vigas e arcos de bambu laminado com 8 m de extensão estruturam o pavilhão de 11 m de diâmetro que abriga a bilheteria. Os componentes estão amarrados por uma trama, também de bambu, que lembra a casca da fruta Physalis, na qual está tensionada a lona semitranslúcida e impermeável que fecha a armação. A construção experimental materializa a pesquisa da arquiteta potiguar Viviane Teles na área da bioarquitetura e a influência dos materiais naturais na saúde e no bem-estar das pessoas. No centro do espaço, uma imponente luminária de bambu e micélio com cerca de 2,5 m de altura foi produzida sob medida pelo estúdio Ola Luminárias Acústicas. Nas aberturas laterais, há esculturas do artista Luiz Martins.