O renomado artista gráfico holandês, M.C. Escher, conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes – ganha uma especial exposição, em Melbourne.
Trata-se da
Between Two Worlds, na National Gallery of Victoria, e projetada pelo escritório japonês Nendo, de Oki Sato. A exposição possui 157 gravuras e desenhos de Escher, feitos entre 1916 e 1969, retirados da maior coleção de obras do artista, no Gemeentemuseum (Museu Municipal), em Haia.
Pássaros, peixes e outros animais, frequentemente recorrentes no trabalho de Escher, são usados para explicar os conceitos por trás da exposição e como uma ferramenta de navegação em 3D. A exposição é organizada de acordo com temas e não cronologicamente, em nove áreas de exibição, cada uma projetada para fornecer um cenário adequado para as obras específicas.
Uma coleção de 11 peças de objetos que começaram como
mockups de papel (
uma maquete ou representação de um objeto ou produto em seu tamanho natural ou em escala) evoluíram para um grupo de objetos que se juntarão à coleção permanente da galeria.