Mesas de centro unem funcionalidade e estética na decoração da sala. Veja como escolher e usar esse móvel essencial no design de interiores
Publicado em 14 de abr. de 2025, 4:54

Projeto de Cristina Bezamat. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio)
Apartamento dos arquitetos Carol Freitas e Fabio Bouillet. (Lilia Mendel/Divulgação)
Projeto de Beatriz Quinelato. (Rafael Renzo/Divulgação)
Projeto de Larissa Perna. (Rafael Renzo/Divulgação)
Antes de pensar na estética, é importante entender a função das mesas de centro. Esses móveis são projetados para ocupar o espaço central entre os assentos da sala — como sofás, poltronas ou pufes — e oferecem apoio para diversos itens, como:
Copos, petiscos e bandejas em momentos de recepção;
Livros, revistas e catálogos, agregando charme e conteúdo visual;
Vasos, velas, esculturas e outros objetos decorativos;
Controles remotos, celulares e dispositivos eletrônicos do cotidiano.
Projeto de Mandril Arquitetura. (Mariana Orsi/Divulgação)
Apartamento da arquiteta Bianca da Hora. (Fotos: Denilson Machado, do MCA Estúdio / Produção visual: Aldi Flosi/Divulgação)
Projeto de Studio 021 Arquitetura. (Fotos; Juliano Colodeti, do MCA Estúdio / Produção: Andrea Falchi e Rennan Schalabrin/Divulgação)
Ao incorporar mesas de centro na decoração da sala, alguns critérios ajudam a garantir harmonia, funcionalidade e impacto visual para melhor aproveitar a peça no visual do ambiente:
Projeto de David Bastos. (Fran Parente/Divulgação)
A mesa de centro deve estar em proporção com os outros móveis da sala. Como regra geral, sua altura ideal é próxima à altura do assento do sofá (cerca de 40 a 50 cm). O comprimento pode variar entre metade e dois terços do sofá, garantindo um visual equilibrado e boa circulação ao redor.
Projeto de Escala Arquitetura. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/Divulgação)
O formato da mesa influencia diretamente na fluidez do ambiente:
Retangulares e ovais funcionam bem em salas mais compridas;
Quadradas são ideais para espaços simétricos e centrados;
Redondas trazem leveza e facilitam a circulação, sendo perfeitas para salas pequenas ou com crianças.
Apartamento carioca assinado por Maurício Arruda. (Maura Mello/Divulgação)
Madeira, vidro, metal, mármore ou até concreto — a escolha do material da mesa de centro deve conversar com os demais elementos do ambiente. Uma mesa de madeira natural, por exemplo, aquece espaços neutros e minimalistas. Já o vidro é ótimo para salas pequenas, pois amplia visualmente o espaço.
Projeto de Barbara Dundes. (Fran Parente/Divulgação)
Os contrastes também são bem-vindos. Uma mesa de centro com acabamento metálico pode trazer um toque contemporâneo a uma sala de base clássica. Em ambientes descontraídos, o mix de materiais, como estrutura de ferro com tampo de madeira rústica, confere personalidade e modernidade.
Projeto de LessaZaneta. (André Nazareth/Divulgação)
A mesa de centro é uma tela em branco para a criatividade. A composição de objetos sobre ela pode seguir diversas abordagens: minimalista, maximalista, temática ou artística. Algumas dicas:
Use livros empilhados para dar altura e criar camadas;
Vasos com plantas ou flores trazem vida e frescor;
Velas, bandejas e esculturas dão textura e elegância;
Agrupe os itens em números ímpares para um visual mais natural;
Deixe sempre um espaço livre para utilidades do dia a dia.
Projeto de Escala Arquitetura. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/Divulgação)
A inovação no design de interiores tem promovido mesas de centro que vão além da função tradicional. Modelos modulares, com partes móveis ou empilháveis, oferecem versatilidade para adaptar o layout conforme a ocasião.
Projeto de Mariana Leal. (Renato Navarro/Divulgação)
Também é possível investir em mesas com compartimentos ou gavetas, que ajudam na organização, ou ainda versões que se transformam em bancadas, mesas de apoio ou pufes, ideais para espaços reduzidos.
Projeto de Patricia Martinez Arquitetura. (Salvador Cordaro/CASACOR)