Poltronas de diferentes estilos mostram como o mobiliário pode transformar a atmosfera dos ambientes na CASACOR São Paulo 2026
Publicado em 26 de jun. de 2026, 13:30

Natan Gil - Casa Cosentino Sanare. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/CASACOR)
As poltronas aparecem na CASACOR São Paulo 2026 como peças capazes de reorganizar a leitura de um ambiente a partir de escolhas pontuais de forma, material e cor.
Em vez de ocupar um lugar secundário na decoração, elas surgem como elementos que ajudam a definir atmosferas, criando desde pontos de cor expressivos até presenças discretas e estruturais dentro dos ambientes. Abaixo, confira a galeria completa com as poltronas mais surpreendentes da mostra!











No espaço Carmin, de Paula Neder, a poltrona com estampa tropical aparece como elemento de impacto, reforçando a ideia de uma decoração mais expressiva e sensorial. Já no Ruído Branco, de Cyro Arquitetura, uma versão minimalista assume o caminho oposto, atuando como peça silenciosa que sustenta a composição com leveza e precisão.
Natan Gil - Casa Cosentino Sanare. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/CASACOR)
Outras interpretações reforçam o diálogo entre memória, materialidade e design. Na Casa Cosentino Sanare, de Natan Gil Arquitetura, a poltrona com detalhes metalizados se integra a uma leitura mais contida do espaço, enquanto na Casa Memórias Essenciais, de Felipe de Almeida, a versão em madeira aproxima o mobiliário de uma estética mais afetiva e tátil.
Nildo José | NJ+ Arquitetos - Casa Coral Celeiro Alvorada. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/CASACOR)
Em diferentes ambientes da CASACOR São Paulo, as poltronas também surgem como peças de convivência. Na Casa Coral Celeiro Alvorada, de Nildo José, por exemplo, a poltrona com rodinhas reforça uma ideia de uso fluido do espaço, enquanto na Casa Pulsante, de Léo Shehtman, a peça em tom marsala assume protagonismo cromático na composição.
Studio Costa+Azevedo - Casa Origens Mercado Livre. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)
Há ainda projetos em que as poltronas se relacionam diretamente com a linguagem arquitetônica ou com a curadoria de design. Na Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, elas aparecem como extensões do trabalho artesanal, enquanto na Casa Origens Mercado Livre, de Studio Costa e Azevedo, a poltrona modernista LC1 reforça a presença de elementos clássicos reinterpretados no contexto contemporâneo.
Leticia Nannetti - Âmbar. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Bia Nauiack/CASACOR)
A variedade de propostas também se estende às interpretações mais experimentais, como na Galeria Elo, do Panapaná Estúdio, em que poltronas estampadas dialogam com referências do modernismo brasileiro, ou no Âmbar, de Letícia Nannetti, e Casa Magma, de Suite, onde os tons terrosos reforçam uma atmosfera mais quente e acolhedora nos espaços.
De maneira geral, a CASACOR São Paulo 2026 evidencia que as poltronas seguem como peças fundamentais no design de interiores justamente por sua capacidade de transitar entre função e expressão. Elas organizam o espaço, criam pontos de atenção e ajudam a construir narrativas visuais que não dependem de grandes intervenções, mas de escolhas precisas de design.
Quando: de 2 de junho a 9 de agosto de 2026
Horários: terça a domingo e feriados, das 11h às 22h
Onde: Parque da Água Branca — Rua Dona Ana Pimentel, 40
Ingressos: de R$ 70,50 (meia) a R$ 161 (inteira)
Bilheteria: online, aplicativo oficial da CASACOR e venda presencial no local
Redes sociais: @casacor_oficial
Mais informações: https://casacor.abril.com.br/sao-paulo-2026