Os vitrais da CASACOR SP 2025 surpreenderam ao ocuparem lugar de protagonismo em meio a narrativas arquitetônicas contemporâneas
Publicado em 30 de jul. de 2025, 5:00

Fichberg Arquitetura e Interiores - Déjà Vu. Os sócios Eloy e Felipe Fichberg combinam memórias do estilo art nouveau com a exuberância da fauna, flora e cultura brasileiras em um recanto contemplativo de 49 m². Na área do banheiro, chamam a atenção os vitrais que retratam povos indígenas e a Mata Atlântica. Já o piso de mosaico, produzido com porcelanato reutilizado, exibe figuras de frutas tropicais, como cacau, açaí, abacaxi, jabuticaba e caju. Na sala, os profissionais fazem uma ponte entre passado e presente com a mistura de móveis clássicos e exemplares de design contemporâneo. Uma reflexão sobre representatividade feminina vem à tona por meio da obra da artista Silvana Mendes. (Bia Nauiack)
Fichberg Arquitetura e Interiores - Déjà Vu. Os sócios Eloy e Felipe Fichberg combinam memórias do estilo art nouveau com a exuberância da fauna, flora e cultura brasileiras em um recanto contemplativo de 49 m². Na área do banheiro, chamam a atenção os vitrais que retratam povos indígenas e a Mata Atlântica. Já o piso de mosaico, produzido com porcelanato reutilizado, exibe figuras de frutas tropicais, como cacau, açaí, abacaxi, jabuticaba e caju. Na sala, os profissionais fazem uma ponte entre passado e presente com a mistura de móveis clássicos e exemplares de design contemporâneo. Uma reflexão sobre representatividade feminina vem à tona por meio da obra da artista Silvana Mendes. (Bia Nauiack/Divulgação)
Gabriel Rosa - Adega Legado. Projeto da CASACOR São Paulo 2025. (Vitor Guilherme/CASACOR)
Studio Roca - Casa Brastemp. Projeto da CASACOR São Paulo 2025. (Denilson Machado/CASACOR)
Léo Shehtman Arquitetura e Design - Tempo Presente. Projeto da CASACOR São Paulo 2025. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)
La Rous Studio - Eternum Vitae. A sala de 30 m² se propõe a resgatar a ancestralidade por meio de rastros deixados na natureza – como fósseis, texturas, flores e minerais – e de atributos da trajetória do escritório da arquiteta Larissa Perna, que transita entre a Espanha e São Paulo. Tudo em uma mescla de referências mid-century com tendências contemporâneas. O piso de placas irregulares de travertino bege bahia (originário da Chapada Diamantina) representa o Brasil, enquanto o forro abaulado alude às abóbadas de Barcelona, onde o estúdio foi fundado. Já a intervenção artística de argamassa com relevo é assinada pela catalã Noemi Carpu. (Juliano Colodeti/CASACOR)