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CASACOR São Paulo 2018: a arquitetura e a natureza unidas em 81 ambientes

Em sua 32ª edição, mostra que a liberdade, o tempo e a identidade são valores fundamentais na Casa Viva, que exala personalidade e dinamismo

Por Alex Alcantara

Publicado em 20 de mai. de 2018, 5:00

03 min de leitura
CASACOR São Paulo 2018: a arquitetura e a natureza unidas em 81 ambientes

(Filippo Bamberghi)

LAO E ZOOM
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Calçada Todas as Cores -Lao Design e Zoom Urbanismo, Arquitetura e Design. Lugar de convivência, de respeito ao próximo e de exercício da cidadania, a calçada é um espaço repleto de sentidos. Por isso, os 400 m² foram convertidos em ambiente de ocupação e permanência, com estar, intervenções artísticas e jardins. Lao Napolitano assina o projeto com o escritório de Bruno Silva, Guilherme Ortenblad, Karin Kussaba, Kathleen Chiang, Mariane Christovam, Pedro Borba, Rosa Alves e Ticiane Gazaroli.

(Felipe Araújo)
gabriela-gaunzer-e-rejane-reiden
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Jardim das Agaves - Gabriela Gaunszer Kozlowski e Rejane Heiden. O agave tradicional e em flor é protagonista, mas há outras plantas como a pinanga e a echevéria rosa contornando a área de convivência. O chão coberto de areia e pedras remete à cultura mexicana pré-colombiana. Tons de rosa, cinza e preto são trabalhados de forma natural e delicada no mobiliário.

(Rafael Renzo)
Paola Ribeiro _CA_0655-1-1
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Casa Terra - Paola Ribeiro. Duas grandes árvores que se encontravam no terreno foram integradas ao espaço. A sensação de estar em um jardim é reforçada pelo uso de vidro e grandes caixilhos, convidando o verde para a ambientação em tons naturais e amadeirados. O projeto luminotécnico é de Maneco Quinderé, e o mobiliário reúne peças de Jader Almeida e Gustavo Bittencourt, entre outros.

(MCA Estúdio)
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SPA da Mata - Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli. Com paredes e teto de vidro, a luz natural e o verde fazem parte do ambiente. O contato com as pedras, a madeira e o fogo da lareira, somado aos tons neutros, traz relaxamento. A altura do pé direito é valorizada com elementos verticais, como a fileira de pendentes e as cordas que equilibram as chaises.

(Marco Antônio)
MAURO CONTESINI
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Alameda - Mauro Contesini. A parede existente no local serve de pano de fundo para o ambiente de 96 m². No banco em madeira, o visitante permanece mais tempo e se desconecta da vida urbana, apreciando as espécies selecionadas pelo paisagista. Entre elas, nandina, bromélia fireball e lisimáquia.

(Renato Navarro)
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Boutique Residence 218 - Flávia Gerab e Silvana Mattar. O jeito de morar da geração Y, conhecida como millenial, é representado em um layout ágil, que exalta o bom design e a integração. A cozinha é um dos ambientes, onde a estante foi invadida pelas plantas e o apelo natural se impõe ainda mais na parede em mármore.

(Ricardo Bassetti)
joia bergamo_MGL6313
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Casa do Escritor - Jóia Bergamo. Com 70 m², traz como referência projetos como a Glass House, de Philip Johnson. Não por acaso, boa parte dos fechamentos é em vidro e a estrutura, em Steel Frame. O sistema construtivo com perfis de aço galvanizado e placas cimentícias propicia uma obra rápida e limpa, sem tijolos ou cimento. No mobiliário, prevalecem peças de design com assinatura de Reinaldo Lourenço, Ronald Sasson, Paulo Sartori e Antonio Bonet.

(Felipe Araújo)
Thiago Manarelli e Ana Paula_CA_0749-1
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Cabana - Thiago Manarelli e Ana Paula Guimarães. Edificado do zero, o anexo é formado por módulos de um sistema construtivo de repetição. Nos fechamentos, foram utilizados vidros e um painel de pedras, para um ar rústico e contemporâneo. O ambiente fica mais acolhedor com o tapete gráfico. Cerâmicas, vasos e outros elementos que remetem ao natural arrematam.

(MCA Estúdio)
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Casa Neshamah - Gustavo Neves. “Neshamah” é a palavra hebraica para “Sopro da Vida”. E a casa funciona aqui como um organismo vivo, com um esqueleto em estuque artesanal. A iluminação ressalta as nuances do material e cria uma atmosfera introspectiva nestes 200 m².

(Salvador Cordaro)
leo-shehtman-casacorsp-2018
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Casa Arcos - Léo Shehtman. A transição entre moderno e pós-moderno no estilo de morar é expressa em ambientes externos sóbrios e brutos em oposição ao interior discretamente colorido. As cores remetem à vida que circula pela casa, com tons rosé, terrosos, um toque de verde e azul.

(Rômulo Fialdini)
gabriela lorufa e larissa 20180510_1717-amostra cooktop e painel
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Casa Sustentável Leroy Merlin - Gabriela Lotufo e Larissa Oliveira. Materiais sustentáveis conquistam todos os detalhes, como as pastilhas produzidas a partir de garrafas PET, os rodapés de isopor reciclado e o piso de madeira de demolição restaurada. As divisórias soltas com madeira laminada cruzada exigem o mínimo de recursos naturais na montagem e na desmontagem.

(Renato Navarro)
edson-lorenzzo-casacorsp-2018
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Lounge de Entrada -Edson Lorenzzo. A estrutura leve e retilínea ganha tons terrosos e neutros, mimetizada na paisagem, sem competir com a altura da árvore centenária. Ela é o elemento principal do projeto e fez pensar sobre a integração entre homem e natureza.

(Rômulo Fialdini)
daniela-sedo_MG_1921
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Jardim Sustentável - Daniela Sedo. A casinha de bambu e os móveis foram pensados para as crianças usufruírem. E, desde cedo, elas terão contato com uma construção sustentável. O piso drenante capta água da chuva e ajuda na irrigação da vegetação do local, totalmente preservada.

(Evelyn Muller)
Roberto Riscala 20180510_1597
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Jardim das Casas - Roberto Riscala. Vários espaços de convivência permeiam o jardim de 275 m². Para inovar, utiliza plantas comestíveis não-convencionais (as Pancs, em alta na gastronomia contemporânea) em vasos, convivendo com muros verdes, suculentas e frutíferas em tinas de madeira. Ao fundo, cobogós desenhados por Zanini de Zanine.

(Renato Navarro)
Yamagata_CA_1510
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Anexo Nuage - Yamagata Arquitetura. Aldi Flosi, Bruno Rangel e Paloma Yamagata encontraram no design escandinavo os elementos para compor a atmosfera deste loft, de 68 m². A luminosidade, as formas simples e os elementos naturais orientaram cada escolha, incluindo o bege e o cinza-claro, para transmitir relaxamento.

(MCA Estúdio)
Steffi e Patricia casadecha002
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Tea Lab - SP Arquitetura. Formas assimétricas e angulosas dos galhos de árvores são citadas em vários pontos do projeto, como na base das mesas e no desenho das cadeiras. Mas o principal deles é o jardim vertical que combina diversas espécies e explora nuances do verde natural. As ervas utilizadas nos chás são cultivadas no próprio espaço.

(Renato Navarro)
Plantar-Ideias_MG_2968
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Paisagens de Luz - Plantar Ideias. Em 467 m², Luciana Pitombo e Felipe Stracci apresentam um jardim pré-fabricado. Ele pode ser montado e desmontado com facilidade, trazendo uma solução dinâmica e adaptável a diversos contextos. O movimento de luz e sombra tem inspiração no trabalho do artista James Turrell.

(Evelyn Muller)
Meyer e Cortez _MGL6343
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Banheiro dos Sentidos - Meyer Cortez. Para despertar os sentidos, Danielle Cortez e Natália Meyer buscaram a força dos tons terrosos, a suavidade do bege, a elegância do dourado e o verde exuberante. Texturas, aromas e sons também promovem uma imersão nestes 15 m². Destaque para a paginação de ladrilhos na parede. Repare, ainda, no uso pouco convencional do carrinho-bar, que abriga plantas.

(Felipe Araújo)
clarica-lima-CCSP2018
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Coliving - Clariça Lima. Os bancos em aço corten trazem um contraste de cor bem-vindo, em meio à vegetação que abraça e convida a uma pausa. Nas poucas paredes do local, foi aplicada uma pintura ombré.

(Felipe Araújo)
erica salguero20180504_1118
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Estúdio do Executivo - Érica Salguero. Painel em mármore, sofá de couro e móveis em madeira traduzem o estilo moderno e luxuoso do empresário, sem deixar de fortalecer a conexão com o natural. O painel com aparador delimita o living e o quarto. Na cartela de cores, tons de branco, cinza e verde-musgo, como na poltrona Grand Repos em veludo, de Antonio Citterio.

(Renato Navarro)
flavia ranieri loft008
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Estúdio da Longevidade - Flavia Ranieri. A profissional comanda o escritório Grou, especializado em arquitetura para idosos. Com este embasamento, desenvolveu este apartamento de 45 m², com soluções em favor da segurança e do conforto, como desligamento automático do fogão. Para um clima de descanso, cores suaves como o menta e o rosé, plantas e lembranças de família.

(Renato Navarro)
Ricardo Borges _MGL6280
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Transtudio - Ricardo Abreu Borges. A transição de gênero é o ponto de partida do espaço, que traz à tona os dilemas e conflitos que acompanham a moradora. Com 29 m², o ambiente ganha elementos clássicos atualizados, como boiseries nas paredes e no teto, biombo espelhado e detalhes em dourado. A cama é despojada, sobre a base revestida em píton.

(Felipe Araújo)
kalil-ferre-CCSP-2018
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Brasil de Origem - Kalil Ferre Paisagismo. Elaine Kalil e Mauricio Ferre buscaram apenas na flora nativa brasileira a variedade de volumes e texturas para compor o projeto. O resultado é uma vegetação que parece natural, como se sempre estivesse ali. Há árvores maiores, como palmeiras-jerivá, seguidas por dedaleiros, oitis e quaresmeiras-do-brejo. Nas camadas inferiores, helicônias, ciclantos, calatheas, marantas e bromélias.

(Evelyn Müller)
Melina Romano_CA_1249-1
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Estúdio Trama - Melina Romano. Objetos bem pessoais, como fotos, sapatos ou uma xícara antiga, ganham um significado maior, representando histórias e sentimentos que habitam a Casa Viva. A estante alta é lugar de memórias. No piso e nas paredes, as tramas se materializam - seja na estampa do ladrilho hidráulico ou na peça em tom rosa da artista Nao Yuasa.

(MCA Estúdio)
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Estúdio do Escritor - Paula Bignardi e Paulo Azevedo. Viagens pela Europa e pela Ásia renovam a criatividade do escritor e são bem representadas nos livros e obras de arte espalhados em 28 m². O clima se completa com tons terrosos, vermelhos e dourados, além de texturas acolhedoras de fibras naturais, madeira e diversos tipos de tecido.

(Marco Antônio)
mf-arquitetos-casacorsp-2018
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Tartuferia - mf+arquitetos. Os arquitetos Mariana e Filipe Oliveira focaram em materiais naturais e na integração com o exterior, com brises. As linhas retas desempenham papel importante, transformando as colunas e o teto em elementos de design. O mobiliário é cheio de bossa.

(Evelyn Müller)
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Jardim da Tartuferia - Bia Abreu. No jardim de 60 m², convivem lírios-da-amazônia, medinilas, orquídeas tutti-frutti e uma palmeira-laca. O visual de folhagens e espécies exóticas se alia a soluções sustentáveis, no projeto que inclui uma mini-horta para ser utilizada pelos chefs.

(Evelyn Muller)
fernando-brandao-CCSP2018
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Templo Coworking - Fernando Brandão e Camila Bevilacqua. Com estrutura para reuniões, encontros e wi-fi gratuito, o ambiente de 160 m² é um ponto de encontro para os visitantes. Aqui, uma visão da sala coletiva com a grande mesa, que recebe luz natural através do telhado escultural. O tom terracota vem para aquecer ainda mais.

(Felipe Araújo)
Marcelo-Diniz_VIL7529
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Banheiro Público - Marcelo Diniz. Três cubas de pedra são apoiadas em um balanço de couro, e as torneiras simulam bicas d’água. Elementos que, juntos, remetem à natureza, quando a água bate na pedra e segue seu curso.

(Salvador Cordaro)
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Restaurante - Patrizia Genoveze e Guilherme Longo. O veludo e a madeira em tons terrosos conferem um apelo cênico ao espaço, que guarda referências do glamour de Las Vegas. O papel de parede floral não passa despercebido, desenhado pela dupla. Outro recurso visual interessante são os muxarabiês, que delimitam espaços sem perder a ventilação, além de promoverem um jogo visual com a iluminação.

(Evelyn Muller)
CZ
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Bar Lounge - CZHOTT Arquitetura. Cyane Zoboli e Ana Elisa Hott se inspiraram no balé, de onde vieram o tom rosé e a atmosfera delicada. Para contrapor, móveis em madeira trazem certo peso, enquanto o painel explora volumes e geometrias com o auxílio da iluminação.

(Felipe Araújo)
lidia macielIMG_0382
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Casa Linea - Lídia Maciel. Pelas grandes portas de vidro, a contemplação do jardim está garantida. O espelho no fundo da estante duplica a presença do verde no espaço, que conta com o paisagismo minimalista de Fernando Thunm. Na ambientação, a integração visual com a natureza é sugerida nos tons áridos, terrosos e amadeirados que compõem a cartela de cores.

(Marco Antônio)
Salvio-Jr-e-Moacir-Jr
33/81 -

CASA_DEZESSEIS - Moacir Schimitt Jr. e Salvio Moraes Jr. Contemporâneo, sem barreiras e com muita luz natural. Nesta residência completa, de 160 m², as circulações são amplas e os materiais imprimem o conforto desejado. As cores são sóbrias e tranquilas, com um certo frescor. Peças da linha de mobiliário autoral, criada em parceria com Bruno Faucz, marcam presença.

(MCA Estúdio)
GABRIEL-DE-LUCA
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Recinto do Bosque - GDL Arquitetura. Partindo de um retângulo modular, Gabriel de Lucca projetou um banheiro conectado ao exterior por meio de fendas na parede. Elas também permitem a incidência de luz solar, dispensando o uso de pontos de iluminação no teto. Na marcenaria, destaque para o alinhamento preciso entre retas e curvas.

(Evelyn Muller)
TENORIO
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A Cisterna de Deca - Tenório Studio. O arquiteto e designer Tenório celebra os 25 anos da parceria entre as marcas Deca e CASACOR. O projeto faz reverência à água e transforma a galeria original do Jockey em um reservatório, com direito a cascata e sala de banho. Cortinas ressaltam a verticalidade no espaço, enquanto estofados de linhas suaves abraçam o visitante.

(Evelyn Muller)
daniel-nunes-CCSP2018
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Jardim da Villa Olivo - Daniel Nunes. O projeto foi desenvolvido como uma continuação do ambiente de João Armentano. Os painéis de madeira foram carbonizados utilizando a técnica japonesa shou sugi ban, e os tons escuros que prevalecem contrastam com o verde azulado das folhas.

(Rafael Renzo)
JOAO ARMENTANO
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Villa Olivo Todeschini - João Armentano. Luminosidade natural e ventilação abundantes atravessam o espaço de 320 m², favorecidas pelos grandes caixilhos de vidro pivotante. No mobiliário, poltronas e cadeiras quebram a formalidade, com um layout solto e diversos estilos e tempos em diálogo.

(Marco Antônio)
migotto
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Le Riad Bontempo - Roberto Migotto. Riad é um tipo de construção do Marrocos, voltada a um pátio com jardim interno. Nesta releitura contemporânea, a casa de 400 m² se abre para o jardim de 200 m². Os móveis fixos enaltecem as linhas retas e a praticidade. O grande painel de madeira entalhada é assinado com o sócio Ricardo Minelli.

(Marco Antônio)
debora-aguiar-CCSP2018
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Casa Cosentino - Debora Aguiar. Toda a circulação e a integração dos espaços se voltam para o jardim central, levando a natureza para o interior dos espaços. Nesta casa urbana, a transparência favorece o bem-estar, aliada ao traçado retilíneo e aos tons claros para conferir leveza ao resultado.

(Rafael Renzo)
cc2018_04•07_(rafaelrenzo)-13
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Jardim da Casa de Inverno - Rodrigo Oliveira. "Um jardim para passar a tarde". Com esta proposta, os 330 m² incluem vários ambientes, como o estar com os elementos essenciais. Um sofá e uma mesinha - para quê mais? Ao redor, pau-brasil, arbusto elaeagnus, o ornamental alecrim-australiano e a pitanga-anã, que atrai passarinhos.

(Rafael Renzo)
DADO CASTELLO BRANCO
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Casa do Relógio - Dado Castello Branco. Esta casa contemporânea em madeira e concreto é inspirada nas townhouses de Amsterdã e Londres. Apesar dos generosos 283 m², é acolhedora, com ambientes multifuncionais que se valem de aberturas para a natureza. A escada helicoidal atrai a atenção para aspectos estruturais da construção, realizada com materiais certificados e estrutura metálica de rápida execução.

(Felipe Araújo)
RENATA TILLI
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Tempo - Renata Tilli, Vera Oliveira e Lucas Tell Push. Qualidade e tempo são valores fundamentais levados em conta, em um projeto pragmático que não abre mão da beleza. Capim e bambu foram adotados por terem um crescimento rápido com pouca manutenção. Pedras e areia são igualmente descomplicados. No lago, a filosofia da construção SysHaus foi aplicada, dispensando o concreto, sem desperdício e com tratamento biológico.

(Felipe Araújo)
arthur_casas
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SysHaus - Arthur Casas. O sistema modular SysHaus tem seu pré-lançamento na CASACOR 2018. Com ele, foi possível erguer a casa de alto padrão em menos de um mês, sem resíduos ou uso de água. Generosas aberturas permitem que ela seja atravessada pela ventilação e luz naturais.

(Filippo Bamberghi)
duez
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Boulangerie - Duez Arquitetura. Beatriz Zamperlini e Mariana Zimmermann fogem do estereótipo e criam uma atmosfera de sala de estar, com mesinhas de apoio e objetos que atraem o olhar. O encosto alto do estofado ocupa quase toda a parede e recebe arandelas, que criam pontos individuais de iluminação. Do lado oposto, o sofá curvo em veludo vermelho tem desenho exclusivo da dupla.

(Felipe Araújo)
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Casa Raízes - Triplex Arquitetura. Nesta homenagem às mulheres, um local para refletir, se reconectar com a natureza e renovar as forças. Painéis pivotantes em madeira e palha garantem a entrada de luz e ar fresco, além de revelar aos poucos o ambiente. O teto foi revestido com uma trama de fibras naturais. No décor, cores neutras trazem unidade visual entre móveis, revestimentos e obras de arte.

(Felipe Araújo)
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Sensações - Flavio Abílio Rodrigues. O paisagista valorizou plantas aromáticas, como o alecrim silvestre e a lavanda. Algumas espécies, como a pata-de-elefante, foram elevadas com o auxílio de caixas de ferro. No chão, seixos trazem um apelo sensorial, assim como os móveis de design em fibras e madeira.

(Divulgação)
tres-_MG_1751
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Casa Menir - Très Arquitetura. Fernanda Morais, Fernanda Tegacini e Nathalia Mouco buscaram na antiguidade as primeiras expressões conhecidas do morar. Tanto que o nome do projeto remete ao primeiro símbolo de arquitetura conhecido. A cozinha vem com uma estante em aço e madeira que deixa os utensílios e livros à mostra. Diante dela, o estofado ganha encosto de cordas, para relaxar.

(Evelyn Muller)
ROSA MAY
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Sala Biblioteca - Rosa May. A sala de 50 m² reserva uma coleção eclética de peças icônicas. Bons exemplos são a poltrona Joaquin Tenreiro, o lustre Sputnik em bronze escurecido e os abajures em murano - ambos da década de 1970. A mesma época também inspira as estampas das almofadas. Para completar, todo o aconchego dos tecidos de linho cru, da madeira e da fibra natural.

(Felipe Araújo)
clarice reade IMG_0237
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Estúdio 4 - Clarisse Reade, Carolina Reade e Adriana Pereira. Peças contemporâneas encontram móveis de antiquários, e as cores harmonizam os diferentes estilos e épocas. Paredes, teto e rodapé ganham um tom verde-acinzentado e ajudam a destacar o mobiliário e as obras de arte. Para interferir o mínimo possível na estrutura, optou-se por um trilho na iluminação.

(Marco Antônio)
PATRICIA HAGOBIAN
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Loft LG #amour - Patrícia Hagobian. As formas arredondadas do coração inspiraram o desenho dos móveis e do tapete, neste espaço de 98 m². A linhas ajudam a compor a atmosfera de aconchego, com os tons suaves de rosa e bege, além do amadeirado nos painéis. Destaque também para os recursos de iluminação e a disposição dos pendentes.

(Felipe Araújo)
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Casa Essencial - Gustavo Martins. O ambiente em L abriga living, cozinha gourmet e canto de leitura. As paredes foram neutralizadas com tons sóbrios e intimistas, para favorecer as obras de arte. Como em um museu, podem ser contempladas de vários ângulos, da namoradeira.

(Evelyn Muller)
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Loft “Alguma coisa acontece no meu coração” - Marcelo Salum. Neste loft de 60 m², a paisagem paulistana é sugerida nas paredes, que intercalam cinza e verde. Plantas exuberantes contracenam com o mobiliário de linhas simples. Nos tecidos, foram bordados trechos de canções de Chico Buarque e Caetano Veloso.

(Evelyn Muller)
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Loft Ninho - Nildo José. Neste refúgio com 80 m², áreas com funções distintas estão integradas. O desenho arquitetônico segue e valoriza a estética do Jockey, com uma estrutura que não interfere nos elementos originais. O desenho é sublinhado pela iluminação com fitas de LED. Peças com assinatura de Jean Prouvé e Oscar Niemeyer estão entre os poucos e bons itens que compõem o mobiliário.

(Marco Antônio)
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Loft Eu + Tu + Elas - Michel Safatle. Iluminação, tons terrosos e azuis e diversos objetos compõem um décor que favorece a intimidade e a convivência. Além disso, a premissa do loft de 125 m² é a integração. Os ambientes se conectam, mantendo reservados apenas a sala de banho e o closet, em um único anexo isolado por paredes.

(Salvador Cordaro)
jean de just 20180507_1387
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Lavabo dos Encontros - Jean de Just. No projeto do arquiteto francês radicado no Rio de Janeiro, a herança indígena brasileira é representada em grafismos, cestarias e cores vibrantes. O destaque é o último painel produzido pelo muralista e arquiteto Noel Marinho: um biombo em madeira com azulejos modernistas pintados a mão.

(Renato Navarro)
ALEXANDRE-FURCOLIN-EVELYN
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Paisagem do Refúgio Urbano - Alexandre Furcolin. Imitar a natureza em um paisagismo exuberante, mas que não fosse impositivo. Este foi o desafio do projeto, criado com a designer de interiores Marina Linhares. O refúgio conta apenas com uma parede, e a natureza ocupa o restante. Pitangueiras e araçás nativos ganharam a companhia de marantas, filodendros e calatheas.

(Evelyn Muller)
JOSE LUIZ FAVARO
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Galeria Anamórfica - José Luiz Favaro. A experiência visual, nestes 55 m², se baseia nos conceitos do anamorphic design, nos quais figuras em uma superfície só podem ser visualizadas a partir de um determinado ângulo. A distribuição espacial das cores é destaque e cria uma experiência visual.

(Renato Navarro)
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Hall da Biblioteca - Bruno Carvalho. Matizes do céu e as tonalidades do mar fazem parte de um sem-número de boas memórias em cada um. Por isso, além da paleta em azul dos revestimentos e acessórios, ele propõe uma imersão por meio das artes e dos sons de natureza, nestes 55 m². Móveis angulosos e orgânicos, além de paredes redesenhadas com boiseries e painéis, trazem um perfume vintage.

(MCA Estúdio)
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Cabinet Extraordinaire - Luiz Otávio Debeus. Neste ambiente-manifesto, em favor da liberdade, a potência da criatividade é ampliada. Sem regras ou tendências, dialogam elementos em variados estilos, como art déco, biedermeier, Luís XV, itens indianos e da Escola Memphis. Tudo regido por uma base de personalidade, que tem no verde das paredes o principal destaque.

(Marco Antônio)
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Home Family - BC Arquitetos. A marcenaria permitiu integrar diversas funções em 65 m². Bruno Carvalho e Camila Avelar desenvolveram um cinema, adega, biblioteca, bancada gourmet e vários suportes para obras de arte. Elas tratam de forma poética as relações humanas, neste ambiente pensado para receber amigos e família de forma aconchegante.

(MCA Estúdio)
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Sala de Jantar - Naomi Abe. Cobogós cerâmicos exaltam a brasilidade, também presente no piso com inspiração nas cores das obras de Tarsila do Amaral. A madeira é bem representada no mobiliário assinado e remete às matérias-primas encontradas no país.

(Marco Antônio)
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TOKI, Um mergulho no meu tempo - Juliana Pippi. O mobiliário foi criado especialmente para o ambiente, como o tapete de tear desenhado pela arquiteta, além do Slow Design no delicado trabalho de Inês Schertel. A estante aproveita a altura do pé direito, sem lhe roubar a leveza. Os tons de rosé trazem um clima aconchegante, enquanto o azul ressalta a volumetria do sofá.

(MCA Estúdio)
MARLON GAMA
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Suíte Casal - Marlon Gama. Voltado a um casal jovem e afinado com a tecnologia, o projeto alia um traçado sem excessos, muito preto e obras de arte. Espelhos ampliam pontos estratégicos, enquanto a praticidade inspira o closet com portas transparentes. A cômoda-penteadeira também atrai o olhar e confirma a sofisticação.

(Marco Antônio)
MN-Arq_MG_1862
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Quarto de Bebê - MN Arquitetura e Interiores. Mayara Clá e Natasha Haddad adotaram elementos lúdicos que estimulam o contato manual e a imaginação. Galhos de uma árvore desidratada se inserem no espaço, que também mescla padronagens nos papéis de parede. E sabe o barril repleto de tomates? Eles são de feltro.

(Evelyn Muller)
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WC No Gender - Lisandro Piloni. O estilo Memphis e o clima de anos 1980 trazem descontração ao espaço de 30 m², intenso no geometrismo e nas cores. Das divisórias aos revestimentos, passando pelo recorte dos espelhos, tudo transmite alegria e liberdade, em um lugar onde cada um pode ser o que quiser.

(Marco Antônio)
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Cozinha Matriz - Triart Arquitetura. A estética rústica e desgastada da construção original foi ressignificada, produzindo uma atmosfera criativa e convidativa. O mobiliário é eclético e explora a madeira e os tons de verde. Nas escadarias, o color block valoriza as formas e destaca a escultura em formato de árvore, do artista cubano Jorge Mayet.

(Renato Navarro)
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Refúgio Urbano - Marina Linhares . O fechamento em vidro torna permanente a ligação com a luminosidade natural e o verde que abraça este refúgio, no bosque do Jockey. Uma árvore original, inclusive, foi incorporada ao centro do living. Na ambientação de ares urbanos, o toque cálido da madeira e cores que aquecem.

(Rômulo Fialdini)
MAICON ANTONIOLI
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Loft Caleidoscoop Coral - Maicon Antoniolli. As cores são as estrelas, com diferentes tons que compõem formas arquitetônicas, distorções visuais e diferentes planos. O mobiliário acompanha a extensão do túnel e é igualmente linear, para se adequar ao espaço e intensificar a experiência. Os fios com iluminação são outro recurso gráfico interessante.

(Marco Antônio)
Ricardo-Afiune-e-Peter_MG_3185
69/81 -

Geo Garden - Ricardo Afiune e Peter Burmeister. Da natureza, vieram as formas geométricas que desenham o espaço. Espécies como guaimbê e fênix são valorizadas pelos abajures externos e projetores de LED. O mobiliário de madeira e as jardineiras com aço tratado formam uma sequência que traz ritmo e movimento ao projeto - desenvolvido em apenas dois dias.

(Evelyn Muller)
Studio011-_VIL7822
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Espaço Casa Moysés - Studio 011. De um lado, o showroom em tons de cinza; do outro, um quarto aconchegante com paredes em madeira. Os 80 m² foram repartidos para diversificar a exposição de produtos. No projeto de Barbara Gomes e Giulliana Savioli, a sustentabilidade está em todas as etapas e inclui a própria estrutura, que pode ser desmontada e reconstruída em outro local.

(Salvador Cordaro)
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Galeria de Óculos - Estúdio Gaetta. Linhas puras, tons de concreto e outros elementos são reduzidos ao essencial para compor um espaço simples, que tem como principal atrativo a exposição inovadora dos óculos. As arquitetas Ana Paula Gaspar e Fernanda Panetta assinam o projeto.

(Felipe Araújo)
PLANTARE
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Jardim da Deca - Armando Salvador e Thalita Vitachi. A dupla não abriu mão da brasilidade. Elegeu o carandá, espécie nativa, como elemento central do projeto, que também revela influências dos parques urbanos de Los Angeles. Cactáceas e suculentas intensificam o apelo escultural do ambiente, além de exigirem pouca água.

(Evelyn Muller)
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73/81 -

Praça CASACOR - Catê Poli e João Jadão. O verde domina e desafia aridez da praça, que não possuía árvores. Por isso, a dupla trouxe jabuticabeiras, cerejeiras e palmeiras, além de arbustos variados e móveis verdes. Todas as estruturas poderão ser reaproveitadas, como os pergolados desmontáveis.

(Evelyn Muller)
GUSTAVO PASCHOALIM
74/81 -

Lounge Sensações™ - Gustavo Paschoalim. A cozinha gourmet é integrada ao amplo living, totalizando 92 m². Com a pegada dos lofts americanos, utiliza piso de demolição de bambu, iluminação em trilhos aparentes e tijolos ingleses nas paredes. A decoração é exposta nas estantes e inclui objetos dos séculos 18 e 19. O estilo prático se confirma na mesa extensa e multifuncional. Para suavizar, estofados azuis.

(Felipe Araújo)
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75/81 -

Loja CASACOR Duratex por Armazém do Marton - Marton Estúdio. Quando José Marton pensou no tema Casa Viva, imaginou uma estufa de plantas, onde elas se multiplicam. Poética, a imagem inspira a estrutura em madeira de origem controlada na loja sustentável, de 80 m². Ela pode ser desmontada e montada em qualquer outro evento, além de ter uma longa durabilidade.

(Rafael Renzo)
MYRIAN MARQUES
76/81 -

Jardim do Entardecer - Myrian Marquez. Oliveiras e romãzeiras em vasos, entre outras plantas, criam uma atmosfera onírica que celebra o feminino. Mais precisamente, as ninfas gregas Hespérides, que personificam o entardecer. O banco de madeira ecológica convida a apreciar a paisagem.

(Renato Navarro)
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77/81 -

Galeria de Arte - Luciano Dalla Marta. Linhas simples, poucos materiais e foco nas obras de arte. Com essa premissa e o DNA industrial da marca Urban Arts, o projeto foi concebido em um contêiner preto. Placas de granilite, aplicadas tanto no piso como no mobiliário, conferem sensação de unidade.

(Marco Antônio)
CENARIO-PAISAGISMO
78/81 -

Jardins da Casa da Árvore - Cenário Paisagismo. Daniela Bastos e Karla Lopez estreiam em CASACOR SP encontrando formas de incorporar a natureza ao projeto arquitetônico. Os galhos esculturais da acácia-seyal são como a extensão do brise de madeira, ao fundo do jardim.

(Evelyn Muller)
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79/81 -

Lounge da Editora Abril - Camila Szuminski e Júlio Cesar Dantès. O revestimento de concreto nas paredes revela diferentes intensidades de cinza e contracena com a estante super funcional em L, que exibe um jardim de samambaias no alto. A mesa em madeira certificada, regida pela luminária que desconstrói formas circulares, é destaque.

(Felipe Araújo)
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80/81 -

Lounge de Saída - Denise Monteiro. O crochê é um elemento fundamental e inspira a adoção de outros elementos gráficos, como o mosaico de madeira em uma das paredes. A combinação de tons claros e terrosos cria uma atmosfera calma, que convida a permanecer.

(Felipe Araújo)
SUITE
81/81 -

Casa da Árvore Renault - Suite Arquitetos. O imenso flamboyant com costelas-de-adão na base rouba a cena. Sem barreiras físicas entre o living e o jardim, a integração com o verde é acentuada. Para prolongar o contato com o natural, foram eleitos tons terrosos nos revestimentos e nos móveis. Para finalizar, biombo em madeira, uma parede em mármore e a ilha gourmet em pedra. Daniela Frugiuele assina o projeto com Filipe Troncon e Carolina Mauro.

(Evelyn Muller)

Em mais um ano, o visitante tem o privilégio de ver de perto a arquitetura art déco do Jockey Club, revisitada pelo seleto time de profissionais da CASACOR São Paulo. Nesta edição, os 81 ambientes são distribuídos numa área de 25 mil m², em um percurso que faz refletir sobre o que é essencial e a importância da relação entre o homem e a natureza. Afinal, o tema da CASACOR 2018 é A Casa Viva.

Esta conexão com a natureza acontece das mais variadas maneiras. As plantas não poderiam faltar e surgem exuberantes em espécies brasileiras, vegetações nativas, nas árvores em torno das quais algumas construções se estabelecem. Os limites entre interior e exterior são cada vez menos rígidos, com ambientes abertos, grandes caixilhos, painéis de vidro, portas pivotantes e outros tantos recursos que prolongam o contato com o verde.

Integração é a palavra-chave em ambientes livres, mutantes e com várias funções. Sem abrir mão da inteligência em processos construtivos inovadores e sustentáveis.

As cores também trazem uma pegada orgânica, explorando os terrosos, o rosé, muito verde e azul. Aliadas à madeira, às pedras naturais e aos tecidos, promovem conforto e criam verdadeiros refúgios. Uma das premissas desta edição, aliás, é se desconectar das tecnologias para conviver e compartilhar mais os espaços, para trocar experiências e ser quem você deseja.

Fique de olho, ainda, nas referências aos anos 1970 e 1980. Um dos estilos que conquistam espaço é o Memphis, também conhecido como New Design. Ele surgiu há cerca de 30 anos na Itália, questionava padrões de elegância e bebia de fontes como o art déco e a pop art. O resultado eram cores e formas vibrantes, assimetrias e um certa extravagância kitsch. Seja bem-vindo a Casa Viva e descubra o que mais ela reserva.

SERVIÇO CASACOR SÃO PAULO 2018 QUANDO? De 22 de maio e 29 de julho Terça a sábado, das 12h às 21h Domingo, das 12h às 20h ONDE? Jockey Club de São Paulo – Avenida Lineu de Paula Machado, 875
De terça a quinta-feira: Ingresso inteiro: R$ 60 Meia entrada: R$ 30 De sexta a domingo e feriados: Ingresso inteiro: R$ 76 Meia entrada: R$ 38 Passaporte Único: R$ 180 Valet: R$ 35