Vânia Sousa Arquitetura - Sala de Jantar Alquimia dos Sonhos. Projeto da CASACOR Piauí 2025. (Felipe Petrovsky/CASACOR)
Por que optar por cortinas do chão ao teto?
Retrofit moderniza casa no bairro histórico do Pacaembu, em São Paulo. Projeto de Daniela Funari. Na foto, sala de estar com sofá branco e poltronas. (Julia Novoa/Divulgação)
Um dos grandes diferenciais das cortinas do chão ao teto é o impacto visual imediato que elas causam. Ao cobrirem toda a altura da parede, elas criam uma linha vertical contínua que guia o olhar de baixo para cima, destacando a arquitetura e ampliando a percepção do espaço.
Projeto de Mariana Leão. (Gabriela Daltro/Divulgação)
Esse tipo de cortina também ajuda a uniformizar o ambiente, disfarçando janelas desalinhadas ou de tamanhos variados. Quando estendidas, elas conferem um ar mais aconchegante, ao mesmo tempo em que adicionam sofisticação à decoração — principalmente quando feitas com tecidos de boa qualidade e com caimento fluido.
Apartamento com dois quartos infantis ganha décor contemporânea. Projeto de Rafael Ramos. Na foto, sala de estar com tapete, sofa e vaso de plantas. (Anita Soares/Divulgação)
Outro ponto importante é a versatilidade estética: elas se adaptam bem a diferentes estilos decorativos, do minimalista ao clássico, bastando escolher o material e o modelo mais adequados para compor a proposta do ambiente.
Escolhendo o tecido ideal para cada espaço
Projeto de Rodolfo Fontana. (Divulgação/Divulgação)
A escolha do tecido é fundamental para garantir o efeito desejado com as cortinas do chão ao teto. Em linhas gerais, tecidos mais leves como voil, linho e gaze de algodão são indicados para ambientes que pedem leveza e iluminação natural, como salas e varandas. Já os tecidos mais encorpados, como veludo, sarja ou blackout, são ideais para quartos, pois bloqueiam melhor a entrada de luz e proporcionam mais conforto térmico e acústico.













