O artista e arquiteto criou a instalação “Meu coração bate como o seu” como forma de denúncia à violência contra LGBTs no Brasil
Publicado em 21 de set. de 2018, 15:57

(Divulgação)
Na Praça da República, uma grande estrutura – feita com cilindros de aço de carbono industrial, nas cores da paleta da diversidade – quebra a hostilidade do centro de São Paulo. Trata-se da obra Meu coração bate como o seu, de Guto Requena. Ele foi – junto de outros três artistas envolvidos na produção de arte pública – convidado pela Intel e pela National Geographic para criar obras que envolvam tecnologia e design para abordar questões sociais e urbanas. O resultado foi filmado e transformado na série Hack the City.
O memorial de Guto possui uma inspiração triste: segundo a Anistia Internacional, o Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo. “É uma grande honra, estou super feliz em participar desse projeto, dessa entrega para a cidade. Estamos celebrando 40 anos de ativismo LGTB+ no Brasil e esse memorial é uma homenagem a esse ativismo”, afirma o arquiteto.
(Divulgação/CASACOR)
(Divulgação/CASACOR)