Nascido em
6 de março de 1475 em Caprese, na Itália,
Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni foi um dos
maiores artistas da História que deixou um importante legado através de suas esculturas, pinturas, arquitetura, filosofia e engenharia. Entre suas principais e importantes obras, estão a
Pietà do Vaticano, de 1499,
estátua de Davi, de 1501, e a pintura bíblica do
teto da Capela Sistina, em Roma. Neste domingo, 18, homenageia-se os
460 anos de sua morte, que ocorreu em 1564, aos 88 anos de idade, devido a uma infecção. Assim, para sempre lembrar da sua importância na história da arte, descubra
5 curiosidades sobre suas obras que provavelmente você não conhecia!
1. Pietá foi esculpida quando o artista tinha apenas 23 anos
Localizada na
Basílica de São Pedro, no estado do Vaticano, em Roma,
Pietá ganhou essa forma recheada de detalhes e realismo, como as dobras nos tecidos e os músculos, quando Michelangelo ainda era muito jovem:
23 anos. Nela, o artista representa a
cena bíblica em que a Virgem Maria segura em seus braços seu filho, Cristo, já sem vida. A escultura foi produzida em mármore, em 1499, e possui 174 x 195 cm.
2. Estátua de David foi feita em um bloco de mármore que estava abandonado há 40 anos
Enquanto Michelangelo pintava "
O Juízo Final", ele foi visitado pelo mestre de cerimônias do papa,
Biagio da Cesena, que criticou a quantidade de figuras nuas nos quadros. Em resposta, Michelangelo retratou Biagio como Minos, juiz das almas, no inferno, cercado por serpentes que tentavam morder suas genitais.
4. Em um primeiro momento, Michelangelo recusou pintar a Capela Sistina
(RPBaiao / Shutterstock.com/CASACOR)
No início, Michelangelo
recusou a oferta de pintar a Capela Sistina por ser estar mais acostumado com esculturas do que pinturas, mas acabou concordando em fazê-lo e passou
quatro anos pintando de andaimes, criando assim uma das
obras de arte mais célebres da história. 5. Michelangelo se desenhava em algumas obras
Michelangelo
nunca criou autorretratos formais, porém, muitas vezes,
o artista se inseriu em cenas, adicionando diversas versões de si mesmo em suas
esculturas e
pinturas. Um exemplo bem conhecido disso pode ser visto em "
O Juízo Final", onde ele usou
sua própria imagem na representação de
São Bartolomeu. Ele também se retratou secretamente como
São Nicodemos na Pietà florentina (1547), bem como em uma multidão em
A crucificação de São Pedro (1546).