Descubra 20 edificações icônicas e amplamente reconhecidas, além de 10 tesouros menos conhecidos, mas igualmente fascinantes
Publicado em 27 de mar. de 2025, 10:58

Edifício Germaine Burchard. (Milena Leonel)
Edifício Martinelli (Divulgação/CASACOR)
Edifício Copan na cidade de São Paulo. (Divulgação/CASACOR)
Edifício Itália - Centro de São Paulo, SP (José Cordeiro/CASACOR)
Teatro Municipal de São Paulo. (Divulgação/CASACOR)
Mosteiro de São Bento. (Rodrigo Lopes/Divulgação)
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). (Caroline Cravo/Divulgação)
Catedral da Sé. (Rodrigo Soldon/Flickr/Divulgação)
Estação da Luz. (Wikimedia Commons/Divulgação)
Palácio das Indústrias. (Pedro Jackson/Museu Catavento/Divulgação)
Edifício Altino Arantes. (Tourb/Divulgação)
Tribunal da Justiça de São Paulo. (TJSP/Divulgação)
Localizado no centro da cidade, bem pertinho da Praça da Sé, o Tribunal de Justiça de São Paulo é um dos prédios mais imponentes da capital. Inaugurado em 1933, ele foi projetado pelo famoso arquiteto Ramos de Azevedo, o mesmo responsável pelo Theatro Municipal. Sua arquitetura segue um estilo eclético, misturando elementos neoclássicos e renascentistas, o que dá ao edifício um ar solene e grandioso, perfeito para abrigar um dos principais órgãos do judiciário paulista.
Edifício Esther. (A vida no centro/Divulgação)
O Edifício Esther, inaugurado em 1938, foi um dos primeiros prédios modernistas de São Paulo e um marco da arquitetura da cidade. Localizado na Praça da República, ele foi projetado por Álvaro Vital Brazil e Adhemar Marinho com a proposta inovadora de misturar residências e escritórios em um mesmo espaço. Com sua fachada clean e funcional, o edifício logo se tornou ponto de encontro de artistas e intelectuais, ajudando a consolidar o modernismo paulistano.
Edifício Mina Klabin. (Nilton Fukuda/Estadão/Divulgação)
Projetado em 1940 pelo arquiteto Gregori Warchavchik, o Edifício Mina Klabin fica em Higienópolis e reflete bem a transição entre o art déco e o modernismo. Encomendado por Mina Klabin Warchavchik, uma das grandes incentivadoras da arquitetura moderna no Brasil, o prédio tem linhas simples e funcionais, além de belos jardins internos que trazem um toque de leveza ao concreto.
Edifício Germaine Burchard. (São Paulo City/Facebook/Divulgação)
Escondido no bairro de Perdizes, o Edifício Germaine Burchard é uma verdadeira pérola do modernismo paulistano. Projetado pelo arquiteto Enrico Brand entre os anos 1940 e 1950, ele se destaca pelas linhas geométricas e pelas soluções que favorecem ventilação e iluminação naturais. O nome do edifício homenageia Germaine Burchard, uma figura importante na cultura e educação da cidade.
Edifício Louveira. (Nelson Kon/Divulgação)
Um dos projetos mais interessantes de Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, o Edifício Louveira foi inaugurado em 1946 e fica em Higienópolis. Sua fachada cheia de janelas e os pilotis (pilares que elevam o prédio do chão) seguem bem o estilo modernista. A proposta era criar um espaço residencial funcional e confortável, sem abrir mão da estética inovadora – e ele segue sendo um dos edifícios mais cobiçados do bairro.
Edifício Domus. (Guilherme Marcato/Refúgios Urbanos/Divulgação)
Localizado em Higienópolis, o Edifício Domus é um marco da arquitetura moderna em São Paulo, conhecido por sua forma peculiar, que lembra um “navio” ou “bolo de noiva”. Projetado pelos arquitetos italianos Ermanno Siffredi e Maria Bardelli, o prédio foi um dos destaques da década de 1960, quando o casal também assinou outros projetos importantes na cidade, como a Galeria do Rock. O edifício possui apartamentos em formato de "V", com um apartamento por andar, onde a sala se abre para um terraço, enquanto os dormitórios e os serviços ficam em partes opostas. Essa disposição inovadora tornou o Edifício Domus um ícone da arquitetura paulistana.
Edifício Lausanne. (Jason Nathan/Flickr/Divulgação)
Projetado por Franz Heep em 1958, o Edifício Lausanne está localizado em Higienópolis e se destaca pela sua implantação retangular com a maior fachada voltada para a Avenida Higienópolis. O projeto cria um diálogo com o entorno, com um grande recuo frontal e um jardim integrador. A fachada é dinâmica, com esquadrias e brises que garantem ventilação e iluminação natural. Com 15 pavimentos e 30 apartamentos de aproximadamente 178 m², o edifício é um exemplo da arquitetura modernista e da verticalização de luxo em São Paulo.
Edifício Viadutos. (Money Report/Divulgação)
Projetado pelo irreverente João Artacho Jurado, o Edifício Viadutos foi inaugurado em 1956 e é um dos prédios mais charmosos do Vale do Anhangabaú. Diferente dos modernistas da época, Artacho Jurado misturava estilos e abusava de cores vibrantes, criando prédios que fugiam do padrão sóbrio e minimalista. As varandas suspensas e a fachada cheia de personalidade fazem do Viadutos um dos edifícios mais marcantes da região.
Edifício Bretagne. (Marcelo Sonohara/Veja SP/Divulgação)
Se tem um prédio que exala charme e sofisticação, é o Edifício Bretagne. Construído em 1959 e também assinado por João Artacho Jurado, ele fica em Higienópolis e tem uma estética que mistura modernismo com detalhes art déco. Suas varandas curvas, a imponente entrada e o paisagismo interno fazem dele um dos edifícios mais bonitos de São Paulo.
Edifício Louvre. (Nelson Kon/Divulgação)
Outro ícone de João Artacho Jurado, o Edifício Louvre, localizado na Avenida São Luís, tem um visual que lembra os prédios de Paris, com marquises elegantes e mosaicos coloridos. Inaugurado nos anos 1950, ele abriga apartamentos e galerias comerciais, mantendo o espírito vibrante do centro da cidade. Sua arquitetura diferenciada e sua história cheia de charme fazem dele um dos edifícios mais interessantes da região.
CASACOR Publisher é um agente criador de conteúdo exclusivo, desenvolvido pela equipe de Tecnologia da CASACOR a partir da base de conhecimento do casacor.com.br. Este texto foi editado por Yeska Coelho.