O espaço de 250 m2, assinado pelo escritório de Nildo José, é uma homenagem ao sertão brasileiro e ao cangaceiro, figura presente na obra do artista Cândido Portinari. O arquiteto baiano, de Feira de Santana, trouxe suas raízes e o universo da arquitetura, no qual mergulhou quando chegou a São Paulo, para criar seu Infinito Particular. O clima do ambiente é reforçado pelas cores naturais. "Além dos tons terrosos e crus, que remetem ao sertão, buscamos explorar os verdes das palmas e mandacarus e o azul do céu", afirma.