A São Paulo inclusiva e segura sonhada para os próximos 25 anos se materializa no duo de jardins que ladeiam o caminho de entrada da mostra. Criados pela paisagista que cresceu no entorno do Parque da Água Branca, eles somam 165 m2. Neles, o mobiliário urbano confortável e ergonômico configura praças de descanso e contemplação. Há bebedouros para humanos e animais e um tanto de espécies frutíferas atrai a avifauna. Já as árvores antigas funcionam como testemunhos da preservação e do respeito à natureza. Os pisos drenantes, capazes de reduzir o acúmulo de água da chuva, e a iluminação inteiramente planejada com leds atendem quesitos de sustentabilidade.