A proposta é promover neste ambiente um mergulho sensorial que liga a ancestralidade ao design contemporâneo. Aqui foram usados materiais como madeira de mangue e tijolos brutos, valorizando técnicas tradicionais como o trançado, o entalhe em madeira, o bordado autoral e o papel machê. Além disso, o espaço conta com uma curadoria afetiva, que coloca em evidência o saber tradicional e os territórios criativos da Bahia, tudo isso prezando por sustentabilidade e identidade. Peças únicas e autorais narram, com força estética e simbólica, a pluralidade cultural da Bahia. Entre os itens em exposição e à venda, o público encontra santos católicos, orixás, máscaras indígenas, figas, balangandãs e réplicas de casas do sertão – elementos que traduzem a fé, o território e os saberes de um povo que carrega em sua identidade expressões genuínas da arte.