A proposta de Alessandra Passero, Caio Garcia, Didacio Duailibe e Mayara Kassiê integra arquitetura, cultura e natureza. A laje original em concreto aparente contrasta com paredes de textura artesanal inspirada na taipa, pigmentadas com terra do Cerrado. No piso, pastilhas remetem ao modernismo brasiliense. O mobiliário costura tempos, celebrando o design nacional. A estante vazada, que abriga livros, permite o atravessamento visual do verde, unindo natureza e saber. Tudo se equilibra num espaço que honra memória e reinvenção.