Memento Habilis (2023) nos remete a um fóssil monumental, cujas formas evocam plantas e animais de épocas passadas. A obra provoca no observador uma sensação de familiaridade e estranheza diante de uma entidade enigmática, cuja existência transcende o tempo. O título sugere uma conexão com o Homo habilis – um dos primeiros ancestrais humanos a dominar ferramentas de pedra, que viveu aproximadamente entre 2,4 milhões e 1,4 milhão de anos atrás – e reflete sobre a capacidade humana e a força intrínseca da natureza.