O ambiente de Sérgio Facundes foi concebido a partir do conceito de “vestir a casa” e acabou virando uma homenagem à matriarca do arquiteto, a costureira Remy Facundes. Em um espaço imersivo de 40m2, ele explora os contrastes visual e tátil. Com áreas divididas com cortinas, o estúdio conta com objetos especiais: uma máquina de costura de 1925, agulhas de ouro branco feitas por Gabriela Policena e 30 kimonos de tecidos típicos de cortinas em um processo de resignificação e sustentabilidade de proposta do ambiente.