O espaço Caminhos Paranã , que significa caminhos do rio em Tupi-Guarani, é uma instalação artística, inspirada na identidade cultural indígena brasileira e no reconhecimento e respeito às comunidades. Conta com a participação de Denilson Baniwa, indígena do povo Baniwa e curador do Pavilhão Brasil na Bienal de Arte de Veneza, que terá um vídeo seu projetado na parede, refletindo sobre os aspectos da pandemia de coronavírus e a força que os indígenas encontraram na natureza, principalmente no Rio Negro. O espaço também conta com peças de Fernanda Marques e luminárias desenhadas por Carol Gay.