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CASACOR Bahía 2026: 46 proyectos transforman caserón en polo cultural traduzido por: OPENROUTER

En su 32ª edición, CASACOR Bahia 2026 ocupa el histórico caserón de las Mercês con 46 ambientes, una galería de arte inédita en el segundo piso y programación de espectáculos abiertos al público traduzido por: OPENROUTER

Por Nádia Sayuri Kaku

Presentado en 7 jul 2026, 10:21

Mais de 10 min de leitura
Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN. Projeto da CASACOR Bahia 2026.

Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La CASACOR Bahia 2026 se realiza del 7 de julio al 6 de septiembre en la Casa Nossa Senhora das Mercês, en el corazón de Salvador. En su 32ª edición, la muestra regresa al caserón setecentista de la Avenida Sete de Setembro que estrenó como sede el año pasado, ahora con una propuesta que coloca la cultura en el centro de la experiencia. Bajo el tema Mente y Corazón, la edición abre al público el segundo piso del edificio, espacio que permaneció cerrado en 2025, para recibir una galería de arte que se convierte en la principal novedad de la edición.

¡Consulta todos los proyectos a continuación!

Estúdio Carlos Fortes - Iluminação da Fachada
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Estúdio Carlos Fortes - Iluminação da Fachada. O projeto de iluminação da fachada resgata e valoriza a arquitetura neogótica do edifício, transformando-o em um marco visual noturno. A estratégia destaca a verticalidade e os detalhes ornamentais sem comprometer a leitura histórica do conjunto. As janelas com arcos ogivais recebem luz a partir da base, evidenciando a silhueta e os ornamentos que marcam o estilo. No topo, a iluminação cria um coroamento que define o perfil do edifício. Já os vitrais e as rosáceas são iluminados de dentro para fora, realçando a simetria da antiga capela, ladeada por duas torres com venezianas de madeira também valorizadas. O frontão com o alto relevo de Nossa Senhora das Mercês e os capitéis ganharam contornos dramáticos, com luzes direcionadas do piso, reforçando a plasticidade escultórica. Mais do que iluminar, o projeto dá vida a um edifício que, apesar das intervenções desde o século XVIII, ainda conta parte essencial da história de Salvador.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Carla Macedo Arquitetura - Recepção e Bilheteria
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Carla Macedo Arquitetura - Recepção e Bilheteria. A Recepção e Bilheteria marcam o início da experiência do visitante a partir de uma arquitetura que organiza, acolhe e conduz. Inspirado no tema “Mente e Coração”, o projeto assinado por Carla Macedo propõe uma transição sensível entre o ritmo externo e o tempo da mostra, criando um espaço onde percepção e permanência caminham juntas. Fluxos de entrada, circulação e espera são definidos com clareza, permitindo uma leitura intuitiva do ambiente. Piso, iluminação e materialidade atuam de forma integrada, conduzindo o visitante com naturalidade e equilíbrio. A recepção estabelece o primeiro contato com a atmosfera da mostra e revela como a forma de entrar em um ambiente também transforma a experiência de habitar.

(Bia Nauiack)
Anete Bacelar, Celeste Leão e Pedro Mahcario - Lounge Escarlate
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Anete Bacelar, Celeste Leão e Pedro Mahcario - Lounge Escarlate. O lounge escarlate, de 42 m², propõe uma experiência sensorial marcada pelo encontro entre arte, design e autoexpressão. O ambiente adota o maximalismo como linguagem estética, combinando cores quentes, padrões complexos, texturas e composições intensas e sensuais em uma atmosfera sofisticada e cheia de personalidade. Mobiliários de linhas orgânicas dialogam com madeiras escuras ,enquanto os tapetes sinuosos reforçam a fluidez do espaço. A iluminação cênica valoriza grandes lustres contemporâneos e destaca o piso original restaurado, integrando sustentabilidade e elegância. Cortinas de correntes metálicas e o coração orgânico em espelho, assinados pelo arquiteto e artista visual Pedro Mahcario, ganham destaque dentro do ambiente. O arquiteto ainda trouxe objetos de arte com desenho da sua autoria e produzido pela cerâmica Serra da Capivara, no Piauí. A moderna automação complementa a proposta, criando um ambiente contemporâneo, exuberante e acolhedor.

(Camila Santos)
Gabriel Magalhães - Águas Que Acalmam - Deca
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Gabriel Magalhães - Águas Que Acalmam - Deca. Inspirado no ritual ancestral iorubá Omí Tútú, Águas que Acalmam, espaço assinado por Gabriel Magalhães, propõe uma arquitetura em que arte e ancestralidade se entrelaçam. Em 120 m² distribuídos entre átrio, cozinha, sala, quarto, sanitário e terraço, o ambiente se estrutura a partir de dois eixos conceituais - água e terra - conduzindo o visitante por uma narrativa de contemplação, acolhimento e reconexão interior. Bambu ebanizado, texturas naturais, iluminação delicada e obras de artistas brasileiros constroem uma atmosfera sofisticada e profundamente conectada à cultura afro-diaspórica baiana. No spa externo, a água em movimento contínuo reforça a ideia de renovação, fluxo e equilíbrio.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Sabine Rosas Arquitetura - Living Reflexo
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Sabine Rosas Arquitetura - Living Reflexo. O Living Reflexo nasce como uma extensão da trajetória e do olhar de Sabine Rosas sobre o morar. O espaço revela uma forma de colecionar a vida por meio de memórias, afetos e escolhas construídas ao longo do tempo. Linhas precisas, ritmos e simetrias convivem com curvas, texturas e uma iluminação acolhedora, criando uma composição elegante e profundamente pessoal. Livros, obras de arte, mobiliários e objetos carregados de história transformam o living em um acervo vivo, onde cada elemento possui significado e presença. Entre organização e sensibilidade, o ambiente estabelece um equilíbrio silencioso, propondo uma experiência intimista, sofisticada e autêntica, em que arquitetura e identidade se refletem mutuamente.

(Bia Nauiack)
Dayse Pellegrini e Michele Wharton - Lounge Entre Camadas
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Dayse Pellegrini e Michele Wharton - Lounge Entre Camadas. Entre Camadas nasce do encontro entre memória, pertencimento e ancestralidade a partir do olhar de Dayse Pellegrini e Michele Wharton sobre a Bahia vivida, sentida e simbólica. O lounge propõe uma travessia sensorial onde natureza, espiritualidade e identidade se entrelaçam em uma atmosfera acolhedora e contemplativa. No centro do ambiente, o bar organiza a experiência como espaço de celebração, enquanto tecidos suspensos em azul evocam o céu, o mar e a luminosidade baiana. A vegetação tropical atravessa o espaço como memória viva e a presença emblemática de Iemanjá introduz uma dimensão de reverência e proteção. Ao fundo, a Galeria Espelho dos Orixás, extensão da Casa Reina, amplia a narrativa com uma leitura curatorial sobre expressão cultural e afrodiaspórica.

(Bia Nauiack)
Mally Requião - Gabinete Legado Que Habita
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Mally Requião - Gabinete Legado Que Habita. “Legado que Habita” é a homenagem sensível da arquiteta Mally Requião ao avô Fernando Rocha Galvão e às memórias afetivas construídas em seu antigo gabinete no interior. O ambiente traduz o encontro entre funcionalidade e emoção por meio de uma atmosfera acolhedora, marcada pela presença de objetos pessoais, livros, lembranças e elementos que revelam sua religiosidade e apreço pelos rituais cotidianos. O layout contemporâneo integra cantinho do café, cristaleira e oratório em uma composição fluida e intimista. Como assinatura do projeto, a marcenaria autoral desenhada exclusivamente para o espaço reforça o cuidado com os detalhes e a personalização. Mais do que um ambiente, o gabinete propõe uma experiência de memória, afeto e pertencimento.

(Camila Santos)
Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN
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Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN. Em sua estreia na CASACOR Bahia 2026, a 55Design apresenta ambiente assinado por Marlon Gama em homenagem à Vik Muniz, artista plástico brasileiro reconhecido por transformar memória e percepção em linguagem visual. Fundada por Ticiana Villas Boas, a marca de design contemporâneo brasileiro leva à mostra uma proposta que une sustentabilidade, brasilidade e mobiliário autoral. Em 100 m², o espaço traduz o universo criativo de Vik Muniz por meio de obras, peças assinadas e elementos sensoriais inspirados na natureza, na literatura e na memória afetiva. A madeira certificada assume protagonismo na composição, enquanto o paisagismo tropical e a curadoria de arte reforçam a atmosfera sofisticada, acolhedora e profundamente brasileira do ambiente.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Daniela Lopes - Solar das Mercês
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Daniela Lopes - Solar das Mercês. Atemporal, brasileiro e profundamente acolhedor, o Solar das Mercês propõe uma releitura contemporânea da arquitetura imperial brasileira. Em 100 m², Daniela Lopes cria um living integrado dividido em estar, jantar e drink bar, onde memória e sofisticação se encontram em equilíbrio. O piso em bege bahia polido e os mármores nobres reforçam a elegância do ambiente, enquanto painéis amadeirados, tapetes artesanais e iluminação intimista aquecem a composição. O paisagismo tropical rompe a rigidez clássica e imprime movimento ao espaço, que celebra o design autoral brasileiro por meio de peças de Jader Almeida, Sérgio Rodrigues e Zanine Caldas, além de obras de Carybé e artistas baianos. Um ambiente pensado para acolher, conviver e permanecer.

(Bia Nauiack)
Wesley Lemos - Galeria de Arte Ernesto Bitencourt  - Aurelino dos Santos
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Wesley Lemos - Galeria de Arte Ernesto Bitencourt | Aurelino dos Santos. Com 135 m², o ambiente assinado pelo arquiteto Wesley Lemos foi concebido como um espaço de contemplação e conexão. A intensidade cromática conduz o visitante a uma experiência sensorial e emocional. O espaço valoriza a arte como elemento transformador, criando um percurso imersivo que convida à reflexão. A homenagem é dedicada ao artista baiano Aurelino dos Santos, cuja obra traduziu Salvador em formas, memórias e geometrias singulares. Autodidata e observador atento da cidade, desenvolveu uma linguagem própria, marcada pelos emblemáticos “homens-prédios”, O projeto celebra seu legado destacando a relevância de sua trajetória e o reconhecimento recebido de Lina Bo Bardi, que consolidou sua contribuição para a história da arte brasileira.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Augusto Senna - Loja Meninos Rei
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Augusto Senna - Loja Meninos Rei. Em sua quinta participação na CASACOR Bahia, o arquiteto Augusto Senna criou um espaço comercial para apresentação da marca Meninos Rei, propondo uma experiência imersiva de identidade, cor e cultura. O projeto traduz a personalidade marcante da grife por meio de uma composição vibrante, inspirada nas cores, texturas e na energia das feiras livres brasileiras. Tons intensos, contrastes ousados e elementos cenográficos estruturam uma atmosfera acolhedora e dinâmica, que celebra a diversidade e a riqueza da cultura popular. Mais do que uma loja, o ambiente convida o visitante a percorrer uma narrativa visual que entrelaça moda, arquitetura, design e arte. A proposta transforma o ato de comprar em uma vivência sensorial e memorável, reforçando o senso de pertencimento. Entre referências do cotidiano e linguagem contemporânea, o espaço posiciona a marca como expressão autêntica da criatividade brasileira, unindo o ato de comprar à experiência cultural em um mesmo lugar.

(Camila Santos)
Lara Castro Arquitetura - Lavabo Origem
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Lara Castro Arquitetura - Lavabo Origem. Em um mundo atravessado pela pressa, o Lavabo Origem propõe uma pausa sensível e introspectiva. Inspirado no tema “Mente e Coração”, o ambiente transforma o ritual cotidiano em uma experiência de reconexão, onde corpo, silêncio e percepção coexistem em harmonia. Superfícies densas, tons profundos e texturas naturais constroem um espaço que abraça, marcado pela presença da pedra em tonalidade verde, que imprime força e sofisticação ao projeto. A iluminação indireta percorre o ambiente de forma sutil, revelando camadas, reflexos e contrastes, enquanto a madeira e o paisagismo reforçam a sensação de abrigo e pertencimento. Entre sombras e enquadramentos, o projeto convida à contemplação e ao habitar consciente do próprio corpo.

(Bia Nauiack)
Hugo Ribeiro - Cozinha e Jantar
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Hugo Ribeiro - Cozinha e Jantar. Na Cozinha e Jantar, Hugo Ribeiro propõe um espaço onde memória, ancestralidade e contemporaneidade convivem em equilíbrio. Inspirado pela estética brasileira dos anos 70 e por referências afetivas do seu passado, o ambiente traduz cor, liberdade e mistura de materiais por meio de uma leitura sofisticada e essencial, distante da reprodução literal. Cozinha e jantar se conectam de forma fluida, sem fronteiras rígidas, valorizando o encontro, a permanência e o gesto de cozinhar. O espaço resgata lembranças de cozinhas de fazenda e dos encontros familiares onde receitas, afetos e histórias eram compartilhados. Equipamentos integrados e tecnologia discretamente incorporada à materialidade reforçam a elegância silenciosa do projeto. Tons, texturas e objetos constroem uma composição precisa, onde cada escolha interfere na experiência do espaço. Mais do que sobre preparo, o ambiente fala sobre identidade, convivência e aquilo que permanece.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Spínola Garcez Arquitetura - Entre Pausas
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Spínola Garcez Arquitetura - Entre Pausas. Assinado por Mariana Garcez e Luíza Spínola, o ambiente Entre Pausas revela um olhar sensível sobre os intervalos e respiros da vida contemporânea. Integrando biblioteca, home office e estar íntimo, o espaço se organiza a partir de uma transição gradual entre concentração e desaceleração. A estante assume protagonismo ao abrigar livros, memórias e objetos afetivos, enquanto uma instalação artística com páginas suspensas transforma o ambiente em uma experiência poética e contemplativa. Madeiras naturais, fibras, texturas táteis e tons quentes constroem uma atmosfera acolhedora e intimista, reforçando a ideia da casa como espaço de permanência, silêncio e reconexão. Um ambiente que valoriza os pequenos rituais e os momentos de pausa como parte essencial do habitar.

(Camila Santos)
Cátia Bacellar - Suíte do Casal
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Cátia Bacellar - Suíte do Casal. Na Suíte do Casal, Cátia Bacellar traduz o romantismo contemporâneo por meio de uma atmosfera delicada, acolhedora e atemporal. Tons pastel envolvem o ambiente com suavidade, enquanto o papel de parede de inspiração francesa reforça a elegância e a memória afetiva da composição. A cama em couro surge como elemento de contraste e protagonismo, equilibrando delicadeza e sofisticação. Tapetes em tons crus, texturas naturais e a cadeira em rattan acrescentam conforto e autenticidade ao espaço. A presença abundante de flores e plantas vivas aproxima o ambiente da natureza e intensifica a experiência sensorial, criando uma conexão fluida entre interior e bem-estar. A iluminação pontual valoriza a atmosfera intimista e revela um espaço pensado para acolher, desacelerar e permanecer.

(Camila Santos)
Cassieri Arquitetura - Quarto de Hóspedes Nero & Bianco
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Cassieri Arquitetura - Quarto de Hóspedes Nero & Bianco. O quarto de hóspedes Nero & Bianco propõe um refúgio silencioso entre o tempo que passa e o tempo que se sente. Assinado por Rodrigo Cassieri, o ambiente traduz uma leitura contemporânea sobre aconchego e permanência por meio de uma composição precisa, elegante e essencial. Em preto e branco, texturas, contrastes e superfícies táteis constroem uma atmosfera intimista, onde o excesso cede lugar ao conforto e à contemplação. A iluminação indireta conduz o olhar com suavidade, reforçando a sensação de abrigo e desaceleração. Em proporções contidas, o espaço revela o luxo do essencial: um encontro entre mente em descanso e coração tranquilo.

(Camila Santos)
Wesley Lemos - Casa Bem Vivida Electrolux
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Wesley Lemos - Casa Bem Vivida Electrolux. Assinada por Wesley Lemos para a Electrolux, a Casa Bem Vivida propõe um morar pautado pelo acolhimento, pela convivência e pelos rituais cotidianos da casa brasileira. Em 71,40 m², o ambiente integra estar, biblioteca, cozinha, jantar, suíte e office em uma composição fluida, onde tecnologia, design e afeto coexistem de forma natural. Inspirado na culinária afro-brasileira e na memória afetiva do Nordeste baiano, o projeto desperta os sentidos por meio de aromas, texturas e materiais naturais, como pedra e juta, além da preservação do piso original em assoalho. Obras de artistas como Emanuel Araújo e Josilton Tonm reforçam a narrativa cultural do espaço, que transforma cada ambiente em lugar de presença, troca e permanência.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Rogério Menezes - Sala do Colecionista
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Rogério Menezes - Sala do Colecionista. O morar contemporâneo ganha uma nova definição no living de Rogério Menezes: um espaço feito para acolher os sentidos, inspirar a pausa e celebrar o ato de ficar.. À frente do Estúdio RM, o designer propõe um ambiente onde texturas, luz e formas dialogam de maneira fluida, revelando uma composição elegante e sensorial. Tons de bege envolvem o espaço com suavidade, enquanto toques pontuais de bordô acrescentam profundidade e personalidade aos revestimentos, mobiliários e papéis de parede. Elementos naturais e superfícies táteis reforçam a atmosfera intimista e sofisticada, marca registrada do trabalho do profissional. Mais do que um espaço de estar, o living expressa um estilo de vida desacelerado, onde design, emoção e convivência coexistem em harmonia.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Andrade Schimmelpfeng Arquitetura - Dois Jeitos, Um Querer
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Andrade Schimmelpfeng Arquitetura - Dois Jeitos, Um Querer. A Andrade Schimmelpfeng apresenta o projeto concebido a partir de um gesto incomum: assumir a própria CASACOR como persona. Sensível, sofisticada e contemporânea. A proposta equilibra memória e inovação, razão e afeto. O conceito nasce do encontro entre a maturidade curatorial da mostra e o olhar jovem, sustentável e transformador do escritório. Inspirado na música Eduardo e Mônica, o espaço é dividido entre Ateliê, Copa e Varanda, propondo uma experiência fluida, sensorial e acolhedora. Bambu, madeira, metais e materiais sustentáveis compõem o ambiente. Porque a casa não é onde estamos, mas onde nos reconhecemos

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Bruno Carvalho Design - Living Órbita
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Bruno Carvalho Design - Living Órbita. No Living Órbita, Bruno Carvalho traduz o morar como experiência de refúgio, acolhimento e reconexão em meio ao ritmo intenso da vida contemporânea. Inspirado pelo tema “Mente e Coração”, o ambiente evoca uma aura refinada e perceptiva. onde conforto, beleza e bem-estar coexistem em equilíbrio. O pé-direito amplia a sensação de grandiosidade, enquanto a iluminação indireta valoriza o mobiliário e cria uma ambiência intimista. O living integrado ao jantar se organiza a partir de formas orgânicas e de uma composição fluida entre arte, design e convivência. Tons neutros, materiais sofisticados e peças de diferentes linguagens reforçam a ideia da casa como território afetivo, lugar de pausa, encontro e restauração.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Keu Batista e Paulo Figueira Interiores - Cantinho da Vovó Malú - Do Lavar ao Criar
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Keu Batista e Paulo Figueira Interiores - Cantinho da Vovó Malú - Do Lavar ao Criar. No cantinho da Vovó Malú, a rotina se transforma em gesto. Lavanderia e ateliê de costura se unem num espaço que vai do lavar ao criar. Assim, tecidos, linhas e bancadas de trabalho acolhem memórias: roupas com histórias e peças feitas à mão. A marcenaria planejada organiza funções com praticidade e sensibilidade, proporcionando uma atmosfera acolhedora. O projeto ainda reconhece o pet como parte da família e dedica área para seus cuidados. Mais que serviço, é lugar vivo e criativo. Aqui, tarefas viram experiência e o cotidiano revela sua beleza genuína, equilibrando afeto, memória e funcionalidade em cada detalhe do dia a dia.

(Camila Santos)
Sílvia Coelho - Living Gaia
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Sílvia Coelho - Living Gaia. Este ambiente é um tributo à força feminina atemporal. Inspirado em Dalcy, uma avó que viveu à frente do seu tempo: independente, criativa, autônoma, quando o papel da mulher era limitado. Sua relação intuitiva com pedras, mármores e texturas naturais virava arte. Pintava mulheres e orixás como força e identidade. No crochê, transformava afeto em legado. Dalcy é expressão primordial que cria, sustenta e transforma, assim como Gaia. Aqui o território sensorial alia matéria à memória, com formas orgânicas e elementos naturais evocando tempo como presença. Mente é criação; coração, afeto herdado. Não é repetição, é continuidade de quem nunca pediu licença para existir.

(Bia Nauiack)
Nath Veloso Arquitetura - Loft a Rotina do Agora
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Nath Veloso Arquitetura - Loft a Rotina do Agora. Com 100 m², o projeto propõe casa como espaço de equilíbrio frente ao excesso de estímulos. Wellness é rotina, não exceção. É busca ativa por estilo de vida, que integra saúde física, mental, emocional e espiritual. Organiza-se em dois eixos — corpo e vida interior — unindo descompressão, equilíbrio, movimento, pausa e regeneração. A cozinha central ancora o espaço na vida real, conectando cotidiano ao autocuidado. A sua arquitetura usa materiais naturais, luz indireta e estética silenciosa, reduzindo excessos e valorizando o essencial. A ilha com base translúcida iluminada simboliza a energia que sustenta o dia. Trata-se de um novo olhar sobre o morar contemporâneo: consciente e equilibrado.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Tânia Sampaio & Natália Sampaio Arquitetura e Interiores - Lounge do Colecionador
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Tânia Sampaio & Natália Sampaio Arquitetura e Interiores - Lounge do Colecionador. O que escolhemos preservar diz quem somos e é assim que o espaço traduz o ato de “colecionar”, como gesto consciente: selecionar, organizar e dar sentido. Aqui, obras de arte, design, antiguidades e objetos pessoais, não se acumulam; eles contam história. Cada coleção é um capítulo. Inspirado pelo tema “Mente e Coração”, o ambiente mostra que a mente classifica e o coração dá valor. O espaço equilibra memória e sensibilidade, indo além do expositivo, como permanência emocional. Não se colecionam só peças, mas instantes. Um território onde identidade e afeto se entrelaçam, criando narrativas e preservando história.

(Bia Nauiack)
Carol Barreto - Travessia - Restaurante a Taberna
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Carol Barreto - Travessia - Restaurante a Taberna. O projeto nos traz a ideia de travessia como um intervalo no tempo. Desta forma, o restaurante praiano é um local para desacelerar a mente e fazer o corpo reaprender a sentir. Mais do que um percurso, é transformação interna entre razão e emoção. A arquitetura acolhe: paredes com marcas e piso preservado mantêm a identidade do lugar. Cerâmicas, fibras, madeiras e luz suave evocam a leveza do litoral. O uso de cordas de sisal e redes de pesca remetem ao descanso. No salão, redes no teto filtram a luz e criam movimento sútil. O paisagismo traz a natureza para dentro. O ambiente une técnica, conforto e sustentabilidade, garantindo uma atmosfera de respiro e presença.

(Camila Santos)
Paula Risério e Marcos Reis - Encontro de Marés - Restaurante Soho
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Paula Risério e Marcos Reis - Encontro de Marés - Restaurante Soho. O restaurante Soho, com 80 m², ganha forma na CASACOR a partir do conceito “Encontro de Marés”. A proposta nasce da conexão entre o Japão insular e a Bahia, territórios banhados pelo mar que compartilham influências profundas na cultura e na culinária locais. O nome do espaço reforça essa identidade comum, traduzida em uma experiência gastronômica e sensorial. Desenvolvido em linguagem contemporânea, o projeto cria uma atmosfera intimista que remete à relação entre os dois universos. O azul-marinho surge como elemento condutor, permeando os ambientes e conduzindo o olhar do visitante. O tom contrasta com os tijolos aparentes da construção original, valorizando a memória arquitetônica e estabelecendo diálogo entre o novo e o existente. A composição busca equilíbrio entre sofisticação e aconchego, traduzindo a força do mar como elo cultural e estético entre Oriente e Nordeste brasileiro.

(Camila Santos)
Dan Mascarenhas e Hila Lôbo - Sala de Leitura LDM
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Dan Mascarenhas e Hila Lôbo - Sala de Leitura LDM. Em tempos de atenção fragmentada, ler se torna um gesto radical de pausa. A Sala de Leitura LDM une dois saberes orientais: jomon e yayoi para criar um território propício à literatura. A dimensão jomon está na matéria: superfícies texturizadas, piso diagramado, e madeira nas paredes reforçam a presença tátil; o espaço é feito para sentir. Yayoi traz ordem e clareza: estantes desenhadas, mesa-livraria central e lógica de uso dão suporte ao gesto da leitura. A arquitetura se estabelece como mediação, para que corpo e ambiente se encontrem sem hierarquia. O sofá baixo é ideal para o recolhimento. Estantes iluminadas destacam os livros e a luz difusa é um convite ao conforto.

(Bia Nauiack)
NN  Arquitetos - A Minha Garagem
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NN | Arquitetos - A Minha Garagem. O projeto ressignifica a garagem contemporânea com a proposta de transformá-la em um refúgio íntimista. O ambiente propõe uma arquitetura que equilibra razão e sensibilidade, em sintonia com o tema “Mente e Coração”. Estruturas brutas de concreto dialogam com linhas curvas e fluidas, enquanto água e vegetação assumem papel central na composição. No bar, o concreto ganha leveza por meio de um balcão com simulação de córrego e queda d’água em espelho, evocando uma corredeira natural. Jardins suspensos e a sonoridade da água reforçam a atmosfera sensorial, unindo arquitetura, natureza e emoção de forma sofisticada e sustentável.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Sou Arquitetos  Rodrigo Dantas - Joalheria Graça Valadares
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Sou Arquitetos | Rodrigo Dantas - Joalheria Graça Valadares. Baseado no conceito “entre o tempo e a matéria”, o ambiente convida à experiência sensível que investiga o que permanece. Mais do que expositivo, o espaço traduz em arquitetura o encontro entre o intangível e o permanente. Em sintonia com “Mente e Coração”, equilibra razão e emoção: precisão do desenho, encaixes e iluminação cênica revelam a técnica; tons profundos, texturas envolventes e atmosfera acolhedora remetem ao que é sensível. O uso de materialidade densa e paleta neutra valoriza o brilho sem competir. A luz funciona como condutora entre o ver e o sentir. Existe uma atmosfera de transição entre instante e eterno, onde arquitetura silencia para que a joia exalte história e afeto.

(Bia Nauiack)
Dinah Lins - Varanda Raízes Igui
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Dinah Lins - Varanda Raízes Igui. O espaço traz a ideia de refúgio sensorial para quem ama receber, traduzindo o viver desacelerado em encontros, memórias e afetos. O projeto exalta a força dos materiais naturais, como biriba de eucalipto que reveste teto e paredes, criando atmosfera orgânica, tátil e acolhedora. Móveis contemporâneos trazem leveza e equilíbrio entre rústico e sofisticado. A paleta neutra com toques de azul conecta à natureza e imprime serenidade. O acervo pessoal do casal revela história e identidade, tornando o espaço uma extensão genuína do lar. É mais do que uma varanda; é um convite ao bem-estar, onde design e afeto se encontram, acalmam e conectam.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Lab IV EBAUFBA - Coord. Bruna Dória - Sala de Imprensa Quitanda
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Lab IV EBA/UFBA - Coord.: Bruna Dória - Sala de Imprensa Quitanda. A Sala de Imprensa Quitanda nasce da pesquisa e da provocação conceitual como linguagem de criação. O projeto propõe um olhar para a força cultural da Bahia, a partir de referências que transformaram o pensamento artístico local. O conceito se ancora na geração Avant-Garde, no Cinema Novo e na força simbólica do encontro entre universidade e povo. Essas referências atravessam o espaço e se materializam em escolhas de design que articulam conceito, materialidade e experimentação contemporânea. A Quitanda traduz o pensamento do LAB IV ao transformar inquietações culturais em lugar, conectando história, crítica e pertencimento ao olhar para o passado como presente histórico.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Milena Saraiva Arquitetura e Interiores - Casacura-Qualivida - Loft Regenerativo
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Milena Saraiva Arquitetura e Interiores - Casacura-Qualivida - Loft Regenerativo. O loft CasaCura-Qualivida nasce como um manifesto de pausa e regeneração, transformando o morar em cuidado e longevidade. Projetado sob as premissas da neuroarquitetura e do design biofílico, o ambiente transcende a estética para atuar no bemestar sensorial e emocional. Através de uma curadoria que valoriza materiais naturais e regenerativos, como pedra, linho e madeira, o espaço promove um retorno essencial ao toque e ao acolhimento. A integração de texturas orgânicas e elementos vivos cria um ecossistema de cura, onde o silêncio visual e a pureza das formas convidam ao relaxamento. É um convite para habitar um refúgio, que regenera a alma, provando que a arquitetura consciente é o primeiro passo para uma vida em harmonia com nossa própria natureza.

(Camila Santos)
Mila Caramelo e Frank Caramelo  MC8 Interiores - Academia Matrix
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Mila Caramelo e Frank Caramelo | MC8 Interiores - Academia Matrix. O espaço traduz autocuidado em 63 m², explorando um projeto que é um verdadeiro convite para sentir o agora. Tudo aqui é pensado para que o treino deixe de ser automático para ganhar presença. Desta forma, a força da tecnologia Matrix se equilibra com o acolhimento. Arcos envolventes, iluminação indireta e texturas orgânicas criam foco e clareza mental. Já o verde estratégico e os materiais naturais garantem descompressão. Aqui, o novo luxo é respeitar o próprio ritmo, unindo alta performance, design sensível e conforto emocional. É o que podemos chamar de templo contemporâneo para cultivar o bem-estar e se afastando um pouco do corre-corre da vida diária.

(Camila Santos)
Neto Cunha Arquitetura - Loft Desígnio
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Neto Cunha Arquitetura - Loft Desígnio. No histórico Colégio Nossa Senhora das Mercês, o ambiente de 72 m² celebra propósito unindo identidade, design moderno e inovação. Está pautado na busca por uma vida com sentido, equilibrando tecnologia e materiais naturais. Divide-se em sala, quarto e cozinha. A cozinha traz parede descascada com tijolos aparentes, lembrando a casa de vó e as memórias afetivas, que desaceleram o tempo e reforçam o sentido de lar. O quarto oferece conforto e contemplação com obra de arte suspensa. Já a sala integra tecnologia a móveis de design, unindo função e estética. Acima da cama, escultura de cabeça simboliza ideias e conquistas. Desígnio/Design.io une design, propósito e era digital.

(Bia Nauiack)
Camila Maia - Parallax Gustavo Eyewear
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Camila Maia - Parallax Gustavo Eyewear. Inspirado na paralaxe, onde a percepção muda com o ponto de vista, o espaço transforma visão em experiência sensível e humana. Alinhado ao conceito de união entre “Mente e Coração”, revela camadas de percepção: memória, emoção e vivência. O que se vê depende de quem se é. Marcenaria azul índigo e cremma cria profundidade acolhedora e introspectiva. Bancada em azul macaúbas é peça central: equilibra o bruto com o refinado, trazendo durabilidade e atemporalidade. O uso de espelhos amplia perspectivas; lona tensionada cria superfícies etéreas do deslocamento visual. Piso amadeirado aquece, enquanto móveis autorais têm formas autênticas e linhas precisas. O cenário perfeito para reverenciar a marca Gustavo Eyewear, onde cada peça em acetato italiano feito à mão ganha o status de obra de arte.

(Bia Nauiack)
Júlia Cacim e Brenda Lomanto  JB Arquitetura - Refúgio Avatim
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Júlia Cacim e Brenda Lomanto | JB Arquitetura - Refúgio Avatim. Aqui, o tema 'Mente e Coração' se transforma em um convite irrecusável para desacelerar e se reconectar, tendo a essência da Avatim como condutora de uma experiência sensorial e de autocuidado. Mármore, madeira, palha natural e vegetação se unem para criar uma ambiência acolhedora e orgânica. O painel com arte personalizada, assinado por Dominique Jardy e inspirado nas matérias-primas das fragrâncias da marca, traz uma linguagem tropical e sensível, conectando natureza, memória e identidade. A banheira esculpida celebra o ritual do banho como um gesto de desacelerar. Entre texturas, fragrâncias e referências naturais, o Refúgio Avatim propõe uma experiência imersiva de bem-estar em meio à rotina contemporânea.

(Bia Nauiack)
Sílvia Lectícia e Tays Mota  Sense2 Arquitetura - Adega Latência
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Sílvia Lectícia e Tays Mota | Sense2 Arquitetura - Adega Latência. Refúgio sensorial onde tempo desacelera e o essencial se revela. Assim é este espaço dedicado ao vinho: latência como espera, amadurecendo em silêncio. A adega deixa de ser funcional e vira pausa onde mente e coração se encontram. Sua arquitetura lembra adegas subterrâneas, com madeira profunda, MDF e superfícies desgastadas, que remetem a abrigo e introspecção. A iluminação cênica embutida destaca vinhos como protagonistas silenciosos de histórias e afetos. Sofá e cadeiras convidam à permanência, não à passagem. O público é convidado a interagir, deixando rolhas em um recipiente coletivo para criar memória compartilhada. Aqui visão, tato, olfato e paladar ativam uma experiência imersiva de encontro e desaceleração.

(Camila Santos)
Bruna Dória | BD Interiores - Casa Vitalina. Projeto da CASACOR Bahia 2026.
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Bruna Dória | BD Interiores - Casa Vitalina. Feita à mão para durar, feita por muitas mãos para receber. Assim nasce a Casa Vitalina: um espaço concebido a partir do fazer manual, presente nas peças de couro costuradas uma a uma, carregando tempo, cuidado e autenticidade. O projeto apresenta um olhar nordestino sobre outro Nordeste e a leitura de uma marca autoral que reúne referências armoriais na construção de um ambiente repleto de brasilidades - no plural. A arte de Jota Vilanova e a força da cultura nordestina compõem a essência do espaço, entre arte e design, a Casa Vitalina apresenta um Brasil verde e amarelo ancorado em sua latinidade. Um encontro de territórios, imaginário popular e artesania; uma travessia entre memória, saberes e oralidade, feita por muitas mãos sob o olhar de uma baiana para Pernambuco.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Jessi Caleli e Raianna Bittencourt - Terra e Mar
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Jessi Caleli e Raianna Bittencourt - Terra e Mar. Inspirado em “Mente e Coração”, o ambiente surge do encontro simbólico entre terra e mar. Terra é sustento, mente - estabilidade, estrutura, clareza. Mar é sentir - profundo, mutável, livre como o coração. O projeto busca equilibrar as forças: materiais minerais, texturas naturais e superfícies sólidas evocam terra; luz difusa, translúcidos e formas suaves remetem à fluidez do mar. Inspira-se no contraste entre a força bruta da terra e a fluidez orgânica do mar, traduzindo em formas, texturas e sensações o equilíbrio entre resistência e movimento. Além de funcional, reflete o morar contemporâneo: casa como memória, presença e transformação. Espaço de contemplação onde a mente encontra equilíbrio e o coração, liberdade.

(Camila Santos)
Vitor Martins Arquitetura
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Vitor Martins Arquitetura - Loja Artesanato da Bahia. Entre matéria e memória, o ambiente revela o fazer como identidade. O projeto é uma imersão nas matrizes da identidade baiana, e une tradição e contemporaneidade. A arquitetura apoia o protagonismo do artesanato: cerâmica, têxteis e objetos com saberes indígenas e afro-brasileiros em linguagem atual. O conceito da materialidade conduz aos tons terrosos, que lembram o barro e a origem; além disso, texturas mostram a poética do gesto artesanal. Um portal em cobogó filtra luz e convida à desaceleração. A marcenaria azul noturno cria contraste, valorizando peças. A iluminação indireta, por sua vez, reforça o caráter expositivo e acolhedor. O layout fluido dá respiro à singularidade, enquanto que o afromodernismo traduz herança em presente vivo.

(Bia Nauiack)
Pedro Chezzi  Chezzi Interiores - Quintal Brasis + Brigaderia Belga
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Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Quintal Brasis + Brigaderia Belga. E se uma cafeteria transformasse o cotidiano em experiência sensível? Aqui é possível e o café surge como conexão entre pessoas, tempos e culturas, ativando memória afetiva brasileira. A proposta multicultural ganha forma de um mosaico vivo em tons neutros, verdes profundos e texturas naturais, que remetem à fauna e flora tropicais. Artistas brasileiros assinam mobiliário, painéis e peças autorais, valorizando o fazer manual e a imperfeição. Mobiliários generosos e cerâmica artesanal convidam à permanência. Quintal significa encontro e “Brasis” no plural celebra multiplicidade. Sem nostalgia, propõe brasilidade contemporânea, que acolhe pela cor, matéria e diversidade compartilhada.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Bia Nery, Flacy Andrade e Michelle Araújo - Mãe Terra.
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Bia Nery, Flacy Andrade e Michelle Araújo - Mãe Terra. Não é apenas um banheiro, é um lugar de quietude, que gera vínculo. Inspirado no ventre que acolhe, une arquitetura, matéria e emoção em um espaço sensorial que desacelera. O acesso em tom bordô, guia a transição para uma atmosfera envolvente. A presença da onça reforça a natureza como força viva. A água em queda contínua purifica, flui e renova. A luz quente indireta somada à vegetação reforça o cenário orgânico. Cabines Terra, Raiz, Origem e Vida são camadas simbólicas de reconexão com corpo e memória. Cada textura convida ao toque e ativa os sentidos. Argila, pedra e madeira traduzem a imperfeição como valor, assim como do que é humano, feito à mão, daquilo que carrega história.

(Bia Nauiack)
Terraço Paisagismo - Jardim Respiro
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Terraço Paisagismo - Jardim Respiro. O projeto parte de uma ideia simples: nem todo espaço precisa ser preenchido. O paisagismo tropical, denso e de folhas largas, busca reconexão, não protagonismo. O verde acolhe, organiza e acalma, desacelerando o ritmo. A luz natural desenha sombras e texturas ao longo do dia; à noite, a iluminação pontual desenvolvida pela Luminata revela camadas mais intimistas do jardim. As esculturas de Luiz Breseghello exploram equilíbrio e tensão. Discos em aço corten e inox aproximam tempo e reflexo, peso e leveza. A chaise Ilha Santa permite um uso mais livre e contemplativo, enquanto as poltronas do Forte surgem como pontos de acolhimento. Na paleta de cores, os tons goiaba e terracota contrastam de forma harmônica com os diferentes verdes da vegetação.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)
Studio Cady Arquitetura e Interiores - Abraço, para Manolo Wellness
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Studio Cady Arquitetura e Interiores - Abraço, para Manolo Wellness. A Manolo nasce para ser mais que um destino; é um refúgio de desaceleração e pertencimento. Inspirado no gesto acolhedor do abraço, cada detalhe foi desenhado para envolver o corpo e tranquilizar a mente. A arquitetura traduz esse encontro ao unir a força do concreto à suavidade das cores da taipa de terra, envolto por um paisagismo tropical. As paredes curvas eliminam rigidez, convidando o olhar a um fluxo natural. Materiais primitivos e tons terrosos resgatam nossa essência, enquanto a obra de Ludimila Limas — com mão, pé e coração em argila — nutre a alma. Até o solo carrega poesia: o piso Série Granato, da Roca, metaforiza a cura através da união de fragmentos. Entre leveza e equilíbrio, a Manolo é um manifesto real sobre afeto e propósito no modo de viver.

(Gabriel Matos)
Joia Piscinas Biológicas  Daiane Reis - Jardim de Oração
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Joia Piscinas Biológicas | Daiane Reis - Jardim de Oração. Implantado diante da capela do Convento Nossa Senhora das Mercês, o Jardim de Oração propõe uma experiência sensorial de contemplação e presença, em sintonia com o tema “Mente e Coração”. O projeto dialoga com a memória, o tempo e a espiritualidade cotidiana, por meio de um paisagismo orgânico inspirado nos princípios da neuroarquitetura. Um lago ornamental assume papel central na composição, criando uma paisagem sonora que desacelera o ritmo e favorece o bem-estar emocional. Vegetação tropical, caminhos fluidos e materiais naturais conduzem o visitante a uma experiência de conexão com a natureza, revelando uma leitura contemporânea do sagrado, onde mente e coração se encontram no presente.

(Camila Santos)
Pedro Chezzi  Chezzi Interiores - Ressonar
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Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Ressonar. O projeto investiga a arquitetura como experiência sensorial, intuitiva e contemplativa. No centro, um grande elemento invertido cria presença escultórica sob a cúpula, surpreendendo o olhar do visitante e gerando percepção ampliada. Superfícies brancas silenciam excessos e trazem equilíbrio. A vegetação atua como elemento regenerador, resgatando vínculos naturais reconhecidos pelo corpo. Luz, arte e formas suspensas estimulam presença e expansão sensível. A arte, mais que estética, expressa memória e emoção. Ressonar é reverberação: o que permanece no corpo e na mente após a visita. Uma arquitetura atmosférica onde sensibilidade, matéria e presença coexistem.

(Denilson Machado, do MCA Estúdio)

Si en 2025 la novedad estaba en la propia dirección, abierta a la visitación después de casi tres siglos de clausura, en 2026 se desplaza hacia el contenido. La CASACOR Bahia asume de forma deliberada el papel de polo cultural de Salvador durante los dos meses de muestra, con arte distribuido por todos los pisos, una galería dedicada en el nivel antes inaccesible, conciertos abiertos al público y acciones que acercan el evento a la ciudad.

"Esta edición traduce nuestro deseo de hacer de la CASACOR Bahia un punto de encuentro cultural para Salvador. La galería de arte que abrimos en el segundo piso conduce esta propuesta, y la programación que la acompaña lleva cultura a la ciudad a lo largo de dos meses", afirma Magali Santana, directora de la CASACOR Bahia.

Neto Cunha Arquitetura - Loft Desígnio. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Neto Cunha Arquitetura - Loft Desígnio. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Bia Nauiack/CASACOR)

El masterplan de la edición está firmado por el arquitecto David Bastos, que también responde por la intervención en las fachadas internas, incluida la de la iglesia del caserón. El concepto central fue crear un recorrido de visitación fluido e intuitivo, que potencia la experiencia del público dentro de las condiciones de la construcción existente y valoriza la arquitectura original del inmueble, incluyendo el patio central a cielo abierto, uno de los grandes destaques de la muestra.

Ante una configuración arquitectónica preexistente, con circulaciones ya definidas, Bastos adoptó un recorrido perimetral, que conduce al visitante alrededor de la edificación de forma continua, evita cruces y concentraciones de público y permite una apreciación más individualizada de cada proyecto. Desarrollado en conjunto con Magali Santana y el equipo de la CASACOR Bahia, con base en la experiencia de la edición anterior, el diseño preservó las dimensiones y la ocupación que funcionaron bien y concentró esfuerzos en el perfeccionamiento de los flujos, para distribuir la atención del público de forma equilibrada entre los espacios.

Dayse Pellegrini y Michele Wharton - Lounge Entre Capas. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Dayse Pellegrini e Michele Wharton - Lounge Entre Camadas. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Bia Nauiack/CASACOR)

"Reconocemos la arquitectura existente como protagonista de la muestra, preservando su identidad e importancia histórica, al mismo tiempo en que abrimos espacio para las nuevas interpretaciones de los profesionales. El resultado es una convivencia armoniosa entre pasado y presente", afirma David Bastos.

La galería de arte en las Mercês

El gran destaque de la edición está en el segundo piso de las Mercês, que no fue abierto al público en 2025 y ahora recibe una galería de arte. El proyecto es de la Ernesto Bitencourt Galeria de Arte, con curaduría de Ernesto Bitencourt y expografía firmada por Wesley Lemos y Ernesto Bittencourt. Reunidas bajo el programa Panorama del Arte Moderno y Contemporáneo Bahiano, son 190 obras de nombres del arte bahiano y brasileño, distribuidas en un circuito que recorre los tres pisos del caserón en sentido descendente.

Wesley Lemos - Galería de Arte Ernesto Bitencourt | Aurelino dos Santos. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Wesley Lemos - Galeria de Arte Ernesto Bitencourt | Aurelino dos Santos. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La apertura del recorrido, en el segundo piso, está dedicada a una exposición individual de Aurelino dos Santos. El maestro bahiano, fallecido en enero de 2026, es homenajeado con 30 telas inéditas producidas en la última década. Sus cartografías urbanas establecen una relación directa con la arquitectura del caserón, y esta es la primera gran exposición de su obra tras su muerte. La primera planta da continuidad a la visita con dos alas de circulación. La primera reúne nombres como Deisi Rocha, presentada como una de las nuevas revelaciones de la escena, junto a Jayme Jygura, Calasans Neto, Sante Scaldaferri y Vauluizo Bezerra. La segunda, bautizada como Otras Miradas, convive con apliques históricos del convento y presenta trabajos de Ranchinho y Nage Maron, además de la silla de Ramiro Bernabó, que asume un carácter escultórico en el eje central.

Hugo Ribeiro - Cocina y Comedor. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Hugo Ribeiro - Cozinha e Jantar. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La planta baja cierra la muestra con un panorama de cien obras. El destaque es el homenaje a Almandrade, artista constructivista vivo, representado por 15 obras. En el eje central del corredor, las esculturas de Mario Cravo se erigen como hitos del cierre. El conjunto reúne también nombres como Washington Sales, Carybé, Emanoel Araújo y Volpi. “Seleccionamos las obras por el valor intrínseco de cada una y por el diálogo posible y necesario entre ellas”, explica Ernesto Bittencourt.

Lab IV EBA/UFBA - Coord.: Bruna Dória - Sala de Prensa Quitanda. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Lab IV EBA/UFBA - Coord.: Bruna Dória - Sala de Imprensa Quitanda. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La dimensión cultural de la edición también aparece en el ambiente firmado por alumnos del LAB IV de la Escuela de Bellas Artes de la UFBA, con la coordinación de la profesora Bruna Dória, en una alianza que se renueva en esta edición. Los estudiantes desarrollaron la sala de prensa de la muestra, inspirados en los años 1950, período en que Lina Bo Bardi vivió en Bahia junto a nombres como Carybé y Pierre Verger, y reúne investigación, recortes de periódicos de la época y tapices de Genaro de Carvalho.

Dinah Lins - Varanda Raízes Igui. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Dinah Lins - Varanda Raízes Igui. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

El arte también llega a la premiación de la muestra. Los trofeos de esta edición están firmados por la artista Luciana Bittencourt, que transforma en obra raíces recogidas de áreas quemadas de la Chapada Diamantina.

Tema y elenco

En medio de un escenario de transformaciones aceleradas e hiperconectividad, el manifiesto de CASACOR 2026 propone un retorno a lo esencial. Mente y Corazón invita a desacelerar, a reencontrar el tiempo del hacer y del intercambio entre generaciones y a cultivar un habitar más consciente, guiado por la cooperación y por el gesto manual que devuelve sentido a la vida cotidiana. En total, 46 ambientes reúnen a más de 50 profesionales de arquitectura, diseño de interiores y paisajismo, entre veteranos de la muestra y 21 debutantes. “CASACOR Bahia siempre fue una vitrina de talentos consolidados, pero parte de nuestra misión es abrir puertas. Tener 21 debutantes en esta edición muestra que la escena bahiana de arquitectura y diseño está viva y palpitante”, explica Magali Santana.

Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Marlon Gama Arquitetura - Marlon Gama = Vik Muniz +55DESIGN. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

Entre los destaques del elenco está el ambiente 55 Design, firmado por Marlon Gama, con un homenaje a Vik Muniz. Bruno Carvalho conduce el ambiente que marca el debut de la marca JADERALMEIDA en CASACOR Bahia. Gabriel Magalhães firma el espacio Deca, mientras Milena Saraiva, en los projects Casa-Cura - Qualivida, y Mila Caramelo, en los projects Matrix, dedican sus proyectos al bienestar y a la salud dentro de casa. Dinah Lins firma el espacio propietario de iGUi Piscinas; Neto Cunha presenta uno de los projects de mayor personalidad de la edición; Hugo Ribeiro firma una cocina de fuerte presencia cromática, que combina tonos como el amarillo aguacate y el rosa y reúne obras de arte que hablan de Bahía y de Brasil. Walter Schimmelpfeng lleva a su espacio una investigación consistente en sostenibilidad, con una pared estructural hecha a partir de residuo industrial reutilizado. El veterano Rogério Menezes regresa a la muestra para firmar uno de los livings.

Bruno Carvalho Design - Living Órbita. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Bruno Carvalho Design - Living Órbita. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La edición marca el debut de Mariana Garcez y Luíza Spínola, Lara Castro, Keu Batista y Paulo Figueira, Sílvia Coelho, Natália Sampaio, Brenda Lomanto y Júlia Cacim, Sílvia Lectícia Rocha y Tays Mota, Raianna Bittencourt y Jessi Caleli, Bia Nery, Flacy Andrade, Michelle Araújo, Filipe Cady, Anete Bacelar, Dayse Pellegrini, Hila Lôbo y Marco Reis. Completan el elenco de la 32ª edición: Augusto Senna, Bruna Dória, Camila Maia, Carla Macedo, Carlos Fortes, Carol Barreto, Cátia Bacelar, Celeste Leão, Daiane Reis, Dan Mascarenhas, Daniela Lopes, Frank Caramelo, Mally Requião, Michele Wharton, Nath Veloso, Nathalie Souza, Nicholas Bruny Côrtes, Paula Risério, Pedro Chezzi, Pedro Mahcario, Rodrigo Cassieri, Rodrigo Dantas, Rodrigo Gheller, Sabine Rosas, Tânia Sampaio y Vitor Martins, además de los alumnos del LAB IV de la EBA/UFBA, con coordinación de Bruna Dória.

Gentileza urbana

Joia Piscinas Biológicas | Daiane Reis - Jardín de Oración. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Joia Piscinas Biológicas | Daiane Reis - Jardim de Oração. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Camila Santos/CASACOR)

Uno de los destacados de 2026 amplía el acceso de la ciudad a la muestra. Nueve projects funcionarán en régimen de gentileza urbana, con entrada gratuita, entre ellos la taquilla, la tienda de CASACOR, la cúpula, el jardín, el café, el fit bar y los restaurantes. El visitante puede circular por estas áreas, ocupar el jardín y sentir la energía del caserón sin comprar entrada. Para subir a las plantas y recorrer los projects y la galería, basta con adquirir la entrada en el lugar. La medida refuerza la vocación de la edición de acercar CASACOR al cotidiano de Salvador.

Gastronomía y espacios operativos

Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Quintal Brasis + Brigaderia Belga. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Quintal Brasis + Brigaderia Belga. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La gastronomía ocupa un lugar central en la experiencia. En esta edición, la muestra recibe al grupo gastronómico Soho, responsable de dos restaurantes y un bar de tragos. El restaurante principal tiene un espacio firmado por Carol Barreto, y el restaurante japonés queda a cargo de Paula Risério y Marco Reis. El café, que el año pasado tuvo una excelente recepción, bajó al jardín y ganó más espacio. Pedro Chezzi firma, por segundo año consecutivo, los projects de la cúpula, que alberga el Aura Bar, operado por el Grupo Soho, y firma también el café, que cuenta con la operación de Brigaderia Belga, marca local invitada.

Bruna Dória | BD Interiores - Casa Vitalina. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Bruna Dória | BD Interiores - Casa Vitalina. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La edición reúne ocho tiendas, con moda, joyería, óptica, aromas y artesanía de Bahía. Entre los destacados están Meninos Rei, con un espacio firmado por Augusto Senna y la tienda de moda de Vitalina, firmada por Bruna Dória. La gran novedad corre por cuenta de la tienda oficial de CASACOR, inédita en la franquicia, con productos creados especialmente para la muestra. La lista incluye además la Librería LDM y la GV Joias, que llega al tercer año consecutivo en la muestra. El fit bar Manolo Wellness aprovecha la edición para hacer su inauguración oficial. Avatim estrena una tienda para atender al público interesado en el aroma de lanzamiento exclusivo, presente en todos los proyectos. Ya Gustavo Eyewear regresa a Bahía después de haber vendido todo el stock de gafas expuestas en la edición pasada.

Programación cultural

Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Resonar. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Pedro Chezzi | Chezzi Interiores - Ressonar. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La vocación cultural de la edición se traduce también en la programación de conciertos. CASACOR Bahía 2026 tendrá cuatro conciertos abiertos al público dentro de la muestra, hecho inédito, con patrocinio del Gobierno de Bahía y de la operadora Claro. Las presentaciones se realizan en dos fines de semana de agosto, los días 15, 16, 22 y 23, con artistas bahianas: Clariana Fróes, Larissa Luz, Illy y el grupo femenino Sambaiana. La programación se conecta con el programa Faz Cultura, mediante el cual la muestra retribuye al estado y al municipio, con la invitación a escuelas y a públicos institucionales.

Proyectos propios y marcas asociadas

Gabriel Magalhães - Aguas Que Calman - Deca. Proyecto de CASACOR Bahia 2026. traduzido por: OPENROUTER

Gabriel Magalhães - Águas Que Acalmam - Deca. Projeto da CASACOR Bahia 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)

La edición reúne proyectos propios que traducen los valores de las marcas a través de la arquitectura y el diseño: Deca, 55 Design, Qualivida; Matrix; iGUi Piscinas y Electrolux, que celebra 100 años de la marca en Brasil. Coral firma como pintura oficial. Entre las marcas locales, la edición cuenta con Dell Anno, Todeschini, Home Design, Básica Home, Artenele, Breton, Finger, Grupo Empório, Lila Ecodesign, Ogunjá, Tríade y Um Casa.

Servicio - CASACOR Bahía 2026


  • Cuándo: del 7 de julio al 6 de septiembre de 2026

  • Horarios: de 15h a 22h (de martes a domingo y feriados)

  • Dónde: Casa Nossa Senhora das Mercês – Av. Sete de Setembro, 1105, Salvador, Bahía

  • Entradas: R$ 110 (entera) y R$ 55 (media)

  • Boletería: online, aplicación oficial de CASACOR y venta presencial en el lugar

  • Redes sociales: @casacor_bahia

  • Más información: www.casacor.abril.com.br/mostras/bahia/

CASACOR es reconocida como la más completa plataforma cultural de arquitectura, paisajismo, arte y diseño de interiores de las Américas. El evento reúne, anualmente, a renombrados arquitectos, decoradores y paisajistas, y en 2026 llega a su 32ª edición en Bahía, en la Casa Nossa Senhora das Mercês, uno de los edificios más antiguos de Salvador, en el corazón de la ciudad.

traduzido por: OPENROUTER