Thiago Manarelli e Ana Paula Guimarães apresentam um ambiente conceitual, uma experiência sensorial e introspectiva. Um convite a olhar para dentro, reconhecer desejos e visualizar sonhos. O nome ‘Casca’ surge como metáfora desse processo: despir-se das camadas externas para revelar a essência. “Nesse percurso as imperfeições aparecem, e é nelas que a autenticidade floresce.” Texturas marcadas pelo tempo e formas orgânicas traduzem a ideia de que a imperfeição também carrega beleza. As paredes descascadas, aliadas aos tons verdes e marrons dos revestimentos, criam uma atmosfera íntima que remete a uma caverna. “Mais do que um bar, é um refúgio onde matéria e sonho coexistem em equilíbrio sutil.”