The color combination showcased surprising and unique palettes at CASACOR São Paulo 2021. Check out some of the most memorable
Submitted at Sep 22, 2021, 8:00 AM

Ana Weege - Living Galeria Perspectiva. To mark her debut at the show, Ana Weege developed her project inspired by the elements of nature and its organic forms. On the sensory terrace, placed on a trough made of sand, a 50-kilo sphere of hematoid quartz (a healing stone) evokes health. Works by visual artist Gian Luca Ewbank, installed on the floor of the gallery hall, draw the attention of visitors. The Marc sofa designed by Ana Weege, pairs with the bar sideboard, designed by Gustavo Bittencourt, and the Fartura armchair, by Tiago Curioni. (Evelyn Müller)
Gabriela de Matos - Agô. (Salvador Cordaro/CASACOR)
Ana Weege - Living Galeria Perspectiva. Para marcar sua estreia na mostra, Ana Weege desenvolveu seu projeto inspirando-se nos elementos da natureza e em suas formas orgânicas. No terraço sensorial, acomodada sobre o cocho feito de areia, uma esfera de 50 quilos de quartzo hematóide (pedra da cura) evoca saúde. Obras do artista plástico Gian Luca Ewbank, instaladas no piso do hall galeria, conduz os olhares atentos dos visitantes. O sofá Marc desenhado por Ana Weege, faz parceria com o aparador bar, assinado por Gustavo Bittencourt e com a poltrona Fartura, de Tiago Curioni. (Evelyn Müller/CASACOR)
Kika Tiengo - Hall Abluo. Em sua estreia na CASACOR, a arquiteta apresenta um ambiente (de 17 m²) que ganhou relevância com a pandemia. O nome Abluo diz tudo: significa limpeza, purificação. “É no hall que lavamos as mãos, tiramos os sapatos, deixamos o mundo para trás e entramos no ninho”, diz Kika Tiengo. O lavatório em cerâmica artesanal é destaque. Cores e texturas lembram o otimismo do Memphis, movimento que marcou o design pós-moderno. Entre as escolhas sustentáveis estão o papel de parede líquido reutilizável e o piso de demolição. (Renato Navarro/CASACOR)
Matheus Lima - Sans Tache. Em sua primeira participação na mostra, Matheus Lima, o mais jovem profissional desta edição escolheu para seu projeto peças pontuais com design marcante, como o sofá cor-de-rosa de 4 metros de extensão. “Ele contrapõe toda a composição da sala íntima que está com um conceito bem masculino e uma pegada mais ‘dark’”, explica o designer. A iluminação cênica e o ripado curvo em madeira escura que envolve o espaço reforçam o clima intimista e dramático. O nome que inspirou o projeto do espaço veio do quadro assinado pelo artista Gabriel Wickbold. Do francês, significa ‘sem manchas'. (Renato Navarro/CASACOR)
Marcelo Diniz e Mateus Finzetto - A, Dorê Gourmet L' espace AD. “Pensamos que o espaço deveria ser um convite para receber de diversas formas, tanto no lounge com um bar de apoio, quanto na ilha gourmet”, explica Marcelo. A ilha central direcionou todo o projeto. Embutida em sua estrutura, uma mesa oferece duas possibilidades de uso: como prancha de apoio para um receber informal e mesa convencional quando aberta. Os armários foram deslocados para as laterais juntamente com os eletrodomésticos, dando destaque a parede revestida de cerâmica. Posicionada atrás do sofá, a tela da artista Deise Pucci. No bar, a fotografia de Fernanda Naman faz parceria com as prateleiras de Jader Almeida. (MCA Estudio/CASACOR)
Tufi Mousse - Restaurante Terraço. Alinhada com a necessidade de um amplo ambiente arejado e ventilado, o arquiteto Tufi Mousse elaborou o restaurante de 366m2 com arquitetura leve e conectada à paisagem externa. Pórticos e pergolados estruturados em metal e revestidos com laminado geram uma geometria que define o espaço e demarca em contornos todo o projeto. O mote foi oferecer segurança ao cliente do espaço. Destaque para estrutura do projeto chegou pré-pronta à obra, gerando poucos resíduos. Além disso, é desmontável e poderá ser reaproveitada após o evento. (Salvador Cordaro/CASACOR)
Pedro Luiz de Marqui - Estúdio Liberdade. O estúdio de 60 m² marca a estreia do arquiteto na CASACOR, que se afastou das tendências para manter a liberdade criativa, apegando-se ao emocional, lúdico e extravagante. “A ideia foi aplicar diversos materiais que se contrapõem, representando o passado e o presente, como uma caverna contemporânea”, explica. Mármore brasileiro, cimento, alumínio, bronze, tecidos de lã e veludo e detalhes em barro e madeira estão entre suas escolhas. Uma instalação artística feita em parceria com o designer Lucas Recchia composta por placas de vidro derretido delimita as áreas social e íntima. A montagem do espaço em wood frame garantiu uma construção seca e sustentável. Outro ponto ecofriendly é a utilização de vidros fundidos com energia solar e as peças em mármore remanescente de pedreiras brasileiras. (MCA Estudio/CASACOR)