À sombra da imponente sibipiruna, testemunha de décadas de transformações urbanas, uma seleção de plantas tropicais – como costela de adão, marantas e ondulatas – incrementam a paisagem com texturas e volumes exuberantes. Em sua sexta participação consecutiva na mostra, a arquiteta estabelece uma relação respeitosa entre o patrimônio histórico e a renovação sustentável. A madeira certificada se estende pelo deck e aparece também no mobiliário assinado por Jader Almeida. Posicionado diante da fachada tombada, o lounge de 71 m2 se torna um manifesto da conexão entre passado e futuro, design e natureza.