Primeira obra bidimensional de Tomie Ohtake é restaurada em SP

O restauro foi feito pela AkzoNobel e o Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o projeto Tudo de Cor

Por Ana Carolina Harada - Atualizado em 31 ago 2017, 17h43 - Publicado em 31 ago 2017, 17h41
Reprodução/CASACOR

Em agosto de 2017, o centro de São Paulo ficou mais colorido. A empena de um edifício de 17 andares, com 55 metros de altura por 25 de largura recebeu a pintura da primeira obra bidimensional de Tomie, projetada em 1984. Trata-se de uma composição de tons de amarelo e azul, com triângulos que se dobram em curvas suaves.

Daniel Campos, presidente da AkzoNobel Tintas Decorativas para América Latina, explicou que a ideia das restaurações é trazer inspiração e vida para as ruas geralmente cinzas e monótonas das grandes cidades. Como o diálogo com o entorno foi algo sempre marcante no trabalho da artista Tomie Ohtake, ampliar uma de suas pinturas em 50x para preencher uma face de prédio foi uma escolha acertada para iluminar o centro. A pintura se conecta com a paisagem ao seu redor.

Divulgação/CASACOR

Para executar o restauro foram utilizados 360 litros de tinta de oito tons diferentes. Além do trabalho na Ladeira da memória, a AkzoNobel e o Instituto Tomie Ohtake já entregaram obras revitalizadas na Avenida 23 de Maio, na capital paulista; no Paço Municipal de Santo André (SP); e no Parque Roberto Mário Santini (Emissário Submarino), em Santos (SP).

 

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