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Espaço da CASA COR SP 2016 tem banco com mil e uma utilidades

A peça percorre os quatro espaços do Estúdio Jabuticaba, na CASA COR SP, e assume diversas outras utilidades, além de exercer a sua exata função de banco

Nildo José, profissional estreante da CASA COR São Paulo 2016, assina o Estúdio Jabuticaba, um espaço pensado no celebrar, tema da edição 2016 da mostra. No ambiente de 44 m², o que chama a atenção de quem o visita é um banco de concreto embutido à parede que percorre os quatro espaços do local. Segundo o arquiteto, a ideia da peça vem do pensamento “numa boa festa, sempre cabe mais um”.

“O importante é o espírito de confraternização entres os familiares e os amigos. A ideia do banco faz analogia direta com o espírito do aniversário de três décadas da CASA COR. Não há um limite exato de pessoas sentadas aqui no espaço, sempre cabe mais um!”, brinca o arquiteto Nildo José.

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Além de comportar diversas pessoas, o banco ganha diversas outras utilidades: logo na entrada faz a vez de uma chapelaria, inspirada nos lofts nova iorquinos, com apoio pra bolsas, chapéus e objetos pessoais dos visitantes. Na sequência, o mobiliário torna-se um apoio de compras, onde uma bicicleta estacionada e uma cesta de produtos humanizam o projeto. Adentrando o ambiente, passa-se pelo bar conceitual, também apoiado no banco com caixas em madeira. Seguindo a sequência, logo à frente, o mobiliário serve de dois assentos para a mesa de jantar. Nesse espaço, ele ganha duas almofadas para apoio das costas.

E não acaba por aí. O banco também serve de apoio para lenhas da lareira e funciona do outro lado como uma mesa lateral do sofá. Passado por todo esse trajeto, finalmente o mobiliário assume a sua função exclusiva de ser um banco, até chegar no dormitório, onde assume a vez de um criado-mudo para a cama, também assinada pelo jovem arquiteto, para a Codex Home. E para finalizar, a peça funciona como porta-toalhas na área da banheira.

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Ainda no ambiente, o banheiro chama atenção por ser uma caixa-preta forrada com madeira ebanizada, com interior de concreto. Obras de arte também dão charme ao espaço, que levou curadoria do próprio arquiteto, via Instagram e visitas às galerias; portanto, “são artistas novos e talentosos pouco conhecidos pelo grande público mesclado com nomes consagrados: Gil Vicente, Alexandre Matos, Martin Parr, Guilherme Licurgo, Sergio Lucena – entre outros”.

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